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EAD cresce 17,6% no Brasil; na Unoeste aumento é de 93%

Comparativo é realizado entre os anos de 2016 e 2017; considerando-se 2018, evolução positiva na universidade é de 246% no número de matriculados


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Foto: Gabriela Oliveira EAD cresce 17,6% no Brasil; na Unoeste aumento é de 93%
Maria Tatiana viu a chance de se qualificar por meio da graduação EAD da Unoeste em Gestão de Recursos Humanos


Atualizada em 09/11/2018

A educação a distância é uma realidade na vida de muitas pessoas. É o caso da Maria Tatiana Macedo da Silva, 39, que sempre quis estudar, mas foi em 2017 que ela buscou o sonho de fazer faculdade, por meio do curso superior de tecnologia em Gestão de Recursos Humanos, na modalidade EAD da Unoeste. A técnica em segurança do trabalho engrossa os quase 1,8 milhão de matriculados dessa modalidade no último ano, conforme o Censo de Educação Superior 2017, divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Existem outros dados que apontam para o interesse por essa modalidade de ensino, como o Indicador Mensal de buscas digitais do Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior (Semesp). No comparativo entre os anos de 2017 e 2018 (janeiro a setembro), o termômetro revelou um aumento de 84,95% nas buscas pela EAD em Gestão de RH.

Para Maria Tatiana, moradora de Pirapozinho (SP), a educação a distância é a chance da realização de um sonho. Lembra que, por duas vezes, abandou os estudos para cuidar dos seus irmãos mais novos e foi em 1998, com 19 anos, que conseguiu terminar o ensino médio. “De lá pra cá, busquei alguns cursos rápidos de qualificação profissional, mas sempre almejei o ensino superior. Certo dia, estava dentro de um ônibus, quando passei por um outdoor da Unoeste de educação a distância. Pesquisei no site da universidade e me identifiquei com o curso de RH. Esse tipo de ensino se encaixa na minha rotina, pois estudo nos intervalos das minhas tarefas e, também, economizo com o transporte, já que não preciso frequentar diariamente as aulas na universidade”.

Ela é solteira, mora com o filho Lucas de 18 anos e relata que paga a graduação com o seu salário, que também é destinado para outras despesas como água, luz e financiamento da casa. “Eu tenho um propósito que é concluir o ensino superior. Já abri mão de roupas, calçados e diversão e, até mesmo, de recursos que facilitariam os meus estudos como a internet. Não a tenho na minha residência, pois não conseguiria agregar outra conta ao orçamento. Por isso, adianto os estudos no meu emprego, no horário de almoço, além de ir à casa de familiares, quando preciso entregar trabalho ou assistir alguma aula”.

Mesmo com um mercado concorrido, a acadêmica acredita que a formação superior é um diferencial. “Estou me preparando para me tornar uma profissional com conhecimento de causa e que saiba lidar com capital humano. Para mim, a graduação pode contribuir com uma ascensão salarial e novas oportunidades na área da gestão de pessoas, seja nessa empresa atual, por meio de uma promoção, ou em outra organização”.
Foto: Fernanda Lussari


Informações EAD
Quer saber mais sobre os cursos de graduação a distância da Unoeste acesse o site.

Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

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