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Festival Food Truck Unoeste: atrativo, diferente e agradável

Iniciativa elogiada e expectativa de acontecerem novas edições, manifestadas pelos públicos interno e externo


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Foto: João Paulo Barbosa Festival Food Truck Unoeste: atrativo, diferente e agradável
No final de tarde a movimentação já era intensa no Festival Food Truck

A primeira noite, nessa terça-feira (6), do Festival de Food Truck realizado nesta semana pela Unoeste superou as expectativas de envolvidos na organização. Bem recebido pela comunidade acadêmica, o evento é classificado com três palavras: diferente, atrativo e agradável.  Tanto junto ao público interno quanto ao externo ocorrem manifestações de interesse por novas edições e de elogio à iniciativa.
 
O festival tem seus três primeiros dias no campus II da universidade, no espaço próximo à capela de Nossa Senhora Aparecida e de frente para o Bloco B3, com horário de funcionamento das 17h30 às 23h. No calçadão da rua José Bongiovani, no campus I, na sexta-feira (9) será das 17h30 às 24h; no sábado (10) e no domingo (11) irá das 11h às 24h, incluindo o comércio de cervejas artesanais.
 
Dentre os motivados para além do esperado, está o professor do curso de Gastronomia Lucas Ferreira Santiago. “Estamos supersatisfeitos. Passou das expectativas em tudo. O segredo desse sucesso é que todo mundo abraçou a causa: os participantes e várias frentes de trabalho da universidade. A meu ver, isso remete à possibilidade de o evento entrar no calendário oficial da Unoeste”, comenta.
 
Especificamente para a Gastronomia, Santiago vê vários benefícios aos estudantes e cita, entre eles, a experiência em organização de evento, envolvendo questões de infraestrutura, marketing, recursos humanos, identidade visual, exposição de produtos e atendimento ao público. “Outra coisa importante é o nosso aluno vivenciar a possibilidade de vir a ser empreendedor”, pontua.
 
As estudantes de Engenharia Civil Francieli Bastos Giglio e Dayane Mota Bertune combinaram dois dias antes que estariam na abertura do festival. Gostaram tanto que planejaram novo experimento nesta quarta-feira (7), sendo que o primeiro foi o lanche do Burger One. Contam que alguns food trucks só conheciam de nome, mesmo a Dayane que mora em Presidente Prudente.
 
Franciele é de Taciba e faz estágio na prefeitura, de onde vem direto para a faculdade e geralmente come salgado. O que também ocorre com sua colega de turma, de tal forma que têm no festival a possibilidade de comer algo diferente; além de poderem sentir o prazer de estarem em um espaço atrativo e agradável; conforme dizem. Elogiam a iniciativa e sugerem que ocorra mais vezes.
 
Ao prestar serviço terceirizado de transporte de estudantes para a escola, o dono da Vitória Turismo, Ivan Oliveira, também vê o festival como diferente, atrativo e agradável. “Está maravilhoso. Tem opções boas e os preços são bons. O tempo está ajudando, sem chuva e mais fresco que durante o dia. Tem que acontecer mais vezes”, sugere.
 
Procedente de Sandovalina, um grupo de 28 alunas, da Escola Liria Yurico Sumida, que vieram participar do projeto de extensão Meninas na STEM durante à tarde, acabaram ficando no começo da noite para aproveitar o festival. Para a professora Bruna Muller de Oliveira foi uma feliz coincidência e a oportunidade de vivenciarem algo diferente da realidade da cidade onde moram.
 
Movimento Food Truck – Formado em Gastronomia, Pedro Henrique da Silva Carvalho está entre os envolvidos no movimento que levou os chefs de cozinha para o food truck em São Paulo, entre eles Henrique Fogaça, e depois pelo Brasil afora. Natural de Bauru, Carvalho trabalhou em restaurantes paulistanos e passou por cozinhas de comidas mexicana, espanhola e brasileira.
 
Nos rodízios para cozinhar, sempre que era sua vez fazia o lanche bauru em sua receita original. Então, ao aderir ao movimento criou em sociedade, depois seguiu sozinho com o food truck Do Fundo do Bauru, deixando São Paulo e retornando para sua cidade. Eventualmente tem participado de eventos gastronômicos em Bauru, Botucatu, Jaú, São José do Rio Preto, Franca e Barra Bonita.
 
Pela primeira vez integra um festival exclusivo de food truck em ambiente universitário. Ao elogiar a iniciativa e agradecer a Unoeste pela oportunidade de participar, comenta que o público universitário é a cara do food truck. Diz que o festival oferece a chance, para o público interno e externo, de “provar diversas comidas, de gastronomias diferentes”.
 
Com cardápio variável a cada dia, o Do Fundo Bauru oferece 80 opções gastronômicas e desde os tempos de São Paulo adotou duas bebidas tipicamente interioranas: o Guaraná 15, de Jaú, e a Tubaína Funada, de Prudente.  Carvalho comenta que o auge do movimento food truck foi em 2013 e 2014, mas que continua sendo uma oportunidade de empreendimento especialmente para os formados em Gastronomia.
 
Das feiras livres de Prudente e de eventos regionais, o Sukão da Fabi chega ao festival com a expectativa, reforçada com os resultados da primeira noite, de que “vai bombar”. Na opinião de Fabiana Pinheiro dos Santos Ferreira a iniciativa do evento na Unoeste é uma ideia perfeita, por atender o público universitário e ainda abrir a oportunidade ao público externo, inclusive para famílias.
 
Fabiana tem um histórico de promotora de vendas de telefone celular, de eletrodomésticos e polpas de frutas da indústria Frutoforte, de Osvaldo Cruz. Em seu food truck também tem açaí e, como exemplo de empreendedora, trouxe da construção civil para o negócio o seu marido Claudinei Neto Ferreira e juntos estão preparando um novo trailer: Piratas do Espeto.
 
Serviço – Veja informações sobre os participantes e seus respectivos cardápios no site do festival.

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Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

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