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Medicina ajuda com ação para erradicar o trabalho infantil

Panfletagem e serviços de prevenção à saúde atendem populares em ação da Secretaria de Assistência Social


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Foto: João Paulo Barbosa Medicina ajuda com ação para erradicar o trabalho infantil
Orientação sobre o câncer de pele, prestada por estudante da Unoeste

A Faculdade de Medicina de Presidente Prudente (Famepp/Unoeste) contribui com o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) em ação realizada pela Secretaria de Assistência Social (SAS), durante a manhã desta quarta-feira (5) na praça 9 de Julho, no  centro da cidade.

O programa desenvolvido nos últimos 22 anos pelo governo federal defende uma infância saudável, com crianças e adolescentes em condições de desenvolverem suas capacidades e habilidades; com frequência e bom rendimento escolar; e tempo para as brincadeiras da infância.

O trabalho infantil é proibido por lei que ampara os menores de 16 anos, exceto na condição de menor aprendiz a partir de 14 anos. Mesmo assim, são 1,8 milhão de brasileiros nesta condição, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2017).

No mundo são 168 milhões de meninos e meninas, de acordo com relatório atual da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Para ajudar a combater essa violação aos direitos humanos, estudantes e professores da Famepp desenvolveram três atividades na ação extensiva “Saúde e prevenção: trabalho infantil não!”.

Em Prudente existem 775 situações de trabalho infantil, detectados em pesquisa no primeiro semestre deste ano com 19 mil alunos de escolas municipais e estaduais. Levantamento feito por uma empresa de Santa Catarina, contratada pelo Conselho Municipal de Crianças, com recursos de multas aplicadas pelo Ministério do Trabalho.

Foto: João Paulo Barbosa Apresentação musical feita no teatro de arena da praça 9 de Julho
Apresentação musical feita no teatro de arena da praça 9 de Julho
O plano de ações da SAS fez inicialmente a busca de nove crianças com até cinco anos de idade, as quais foram incluídas na educação de tempo integral. Agora a secretaria está empenhada nas demais faixas etárias, a partir da identificação do nome de cada um, e do número de registro do aluno que está inserido na pesquisa.

Durante ação na praça foram distribuídos panfletos e prestados serviços de aferição de pressão arterial e orientação sobre o câncer de pele, como parte da campanha Dezembro Laranja, promovida pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e abraçada pelo Hospital Regional (HR) e Unoeste.

Também teve apresentação musical e de capoeira no teatro de arena, na mesma praça. Crianças atendidas em projetos do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e no núcleo do Jardim Sabará, cantaram música que fizeram sobre questões relacionadas aos problemas infantis.

A condução da ação envolveu a secretária municipal Luiza Fabiana Sales Macedo, a assessora da secretaria Maria Helena Veiga Silvestre e a professora Luciana Álvares Calvo que orientou e acompanhou os estudantes de medicina da Unoeste no atendimento gratuito às pessoas, sendo a maioria idosa.

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Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

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