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Projeto de saúde visual atinge 19 mil alunos em nove anos

Mais de 3,8 mil foram encaminhados para consulta médica após acuidade visual e 1,1 mil passaram a usar óculos


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Foto: João Paulo Barbosa Projeto de saúde visual atinge 19 mil alunos em nove anos
Consulta no Banco de Olhos da Santa Casa, feita pelo médico Rodrigo Milan Navarro

O Projeto Saúde Visual do Escolar fecha o nono ano com 19.066 atendimentos para alunos ingressantes no segundo ciclo do ensino fundamental em 26 escolas da rede pública estadual em Presidente Prudente.  Destes, 3.745 foram encaminhados para exames clínicos, 1.152 passaram a usar óculos e 101 receberam tratamento médico.
 
Diretores e professores são unânimes em dizer que o projeto tem promovido melhoria da qualidade do aprendizado, pois os alunos com óculos passaram a enxergar as lições nos livros e nas lousas, superando a dificuldade de passar para o caderno. O fato de poderem acompanhar melhor tem estimulado o interesse pelos estudos.
 
A iniciativa do Lions Clube Centenário envolve entre os parceiros o Banco de Olhos da Santa Casa e a Unoeste, através da Faculdade de Medicina de Presidente Prudente (Famepp) cujos alunos, orientados e acompanhados por professores, vão às escolas aplicar testes de acuidade visual. Daí ocorre o encaminhamento para consultas.
 
Os serviços são prestados gratuitamente, incluindo os óculos. Somente neste ano de 2018 foram atendidos 2.253 alunos, dos quais 319 foram consultados no Banco de Olhos “Maria Sesti Barbosa”, sendo que 273 precisaram usar óculos e cinco tiveram que fazer exame clínico e estão em acompanhamento médico.
 
Foto: João Paulo Barbosa Aplicação de teste de acuidade para alunos da Escola Fátima Aparecida Costa Falcon
Aplicação de teste de acuidade para alunos da Escola Fátima Aparecida Costa Falcon
Neste ano, os serviços na Santa Casa foram prestados pelos médicos Edson Fudo, Leonardo de Castilho e Rodrigo Milan Navarro, com o acompanhamento da assistente social Fátima Rota e da enfermeira Daiane Hilário. Pela Famepp, responde pelo projeto de extensão a professora Elenice Morini.
 
O presidente do banco de olhos, Irineu Sesti Filho, conta que o projeto foi implantado em 2010 e que os entendimentos iniciais junto à Unoeste foram feitos com a então reitora, Ana Cardoso Maia de Oliveira Lima, depois tendo continuidade com a atual reitora, Ana Cristina de Oliveira Lima, e preparado para o décimo ano, em 2019.

Cada aluno passa por dois testes de acuidade visual no prazo de cinco anos. O primeiro ocorre na rede municipal de ensino, quando ingressa no primeiro ano. O serviço é prestado pela Secretaria Municipal de Saúde. O segundo acontece quando chega ao 6º ano em escola do Estado, com os serviços do Lions, Santa Casa e Famepp/Unoeste.

Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

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