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Gincana promove acolhimento com atividades socioambientais

Realização extensiva do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária tem alcance acadêmico e comunitário


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Foto: João Paulo Barbosa Gincana promove acolhimento com atividades socioambientais
Doação de cabelo para o Hospital Regional do Câncer

A solidariedade humana e comprometimento social notabilizam as ações desenvolvidas durante esta semana na Gincana Socioambiental de Acolhimento, promovida pelo curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da Unoeste com a parceria do Centro Acadêmico da Engenharia Ambiental e Sanitária (Caas).  Estão sendo feitas a captação de doadores de sangue; corte de cabelo para confecção de perucas a serem doadas aos portadores de câncer; recolhimento de pilhas e baterias que serão levadas ao tradicional Mutirão do Lixo Eletrônico e recolhimento de óleo usado que será destinado à Cooperativa de Trabalhadores de Produtos Recicláveis de Presidente Prudente (Cooperlix).

O conjunto de ações extensivas é encarado pelos envolvidos na organização como referência para o país na realização de promoção à paz no retorno às aulas no ensino superior, seguindo a tradição da Unoeste de combater o trote violento que tem feito vítimas por constrangimentos, agressões e até morte. A abertura ocorreu na noite de segunda-feira (5) e as atuações envolvem sete equipes de estudantes que iniciaram as ações na terça-feira (6) e prosseguem até quinta-feira (8). A coordenadora do curso Leila Sotocorno e Silva conta que cerca de 25% estão diretamente envolvidos nas equipes, mas que vários outros estão contribuindo.

Leila conta que a decisão compartilhada entre a coordenação, funcionários, professores e alunos decidiu por acolhimento diferente, para além das questões ambientais e sanitárias, alcançando o social, pois a gincana promove os envolvimentos acadêmico e comunitário. “Montamos uma comissão, da qual faço parte, juntamente com o (Caas) e os professores Yeda Maria Ruiz, Marcelo Rodrigo Alves, Nelissa Garcia Balarin, Leandro Orbolato, Dalila Espinhosa e Leila Maria Couto Esturaro”, diz a coordenadora que comenta ter sido grande a adesão e a intenção é realizar a gincana em outros momentos do Trote do Bem estimulado pela universidade. 
Foto: João Paulo Barbosa Doação feita por estudante no Banco de Sangue da Santa Casa
Doação feita por estudante no Banco de Sangue da Santa Casa


As doações de sangue estão sendo feitas por estudantes e pessoas da comunidade em três lugares: Hospital Regional, Santa Casa e Instituto RH. O que for recolhido de pilhas, baterias e óleo comestível usado será entregue na manhã desta quinta-feira (8). O corte e doação de cabelo tiveram início nesta manhã no campus II, na tenda montada próximo à rampa de acesso ao bloco B3, e seguirão das 8h às 12h de amanhã no Hospital Regional do Câncer, que mantém recente parceria com a ONG paulistana Amor e Mechas, a qual receberá o cabelo, enviará para uma fábrica de perucas e destinará a produção para pacientes. 

O corte de cabelo está sendo feito por duas voluntárias do hospital, mãe e filha: a ex-cabeleireira e assistente social Maria Ivonete de Oliveira e a psicóloga Jéssica de Oliveira Lima. Elas atendem às quartas-feiras das 8h às 9h30 e às quintas-feiras durante toda a manhã no hospital. A iniciativa foi de Jéssica que, sensibilizada com as histórias da perda de cabelo por mulheres e crianças em tratamento de quimioterapia, começou por doar seus próprios cabelos. A campanha de captação de cabelo pelo hospital começou em janeiro deste ano. As voluntárias contam que para fazer uma peruca são necessários oito metros de cabelo.

Na captação de cabelo pela gincana, as primeiras estudantes optaram por doar mechas. Jacqueline Rodrigues abriu o caminho e disse o seguinte: “Acho excelente essa iniciativa. Além de estar envolvida como aluna da Engenharia Ambiental e Sanitária, conheço pessoas que sofrem com a perda de cabelo no tratamento do câncer e me sinto sensibilizada”. A recém-formada em psicologia Amanda Severo Lins há pouco tempo cortou o cabelo para doação em um projeto na cidade de Bastos e desta vez doou uma mecha.  “O cabelo faz parte da autoestima da pessoa, especialmente das mulheres. Se um homem fica mal ao perder os cabelos, imagine uma mulher ou uma criança. O cabelo é parte do corpo físico e até da personalidade da pessoa”, comentou.

A premiação da gincana dará para os alunos da equipe do primeiro lugar 20 horas atividade e, o segundo 15, o terceiro 10 e aos demais envolvidos cinco. Clécia Karoline de Freitas Silva, da equipe Sucata, esteve assessorando a ação de corte de cabelo e disse não ver a gincana como uma competição, mas como forma de conscientização da importância em adquirir, em sua formação profissional, a prática de relação com a comunidade e consciência sobre humanização. Alaor Cândido Mendes Júnior, da equipe Filhos do Décio, doou sangue na Santa Casa e manifestou satisfação em poder ajudar o próximo.

Resultado final – A Gincana Socioambiental de Acolhimento realizou a arrecadação de 296 litros de óleo e a coleta de 96,2 kg de pilhas e baterias. Contabilizaram-se também, sete doações de sangue, além de 34 cortes de cabelo completos e 84 de mechas.

Atualizada em 09/02/2018

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Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

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