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Estágio é a porta de entrada para atuação no mercado

Zootecnistas formados na Unoeste conquistam oportunidades de emprego por meio das vivências proporcionadas durante a graduação


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Foto: Cedida Estágio é a porta de entrada para atuação no mercado
Brenna na fazenda que atua com o ator Ângelo Antônio, que também é criador de búfalos

Dados da Associação Brasileira de Estágios (Abres) apontam que existe no Brasil um milhão de estagiários. Desse montante, 740 mil pertencem ao ensino superior, o equivalente a 74%. Para a entidade, o estágio é o maior instrumento de inserção do estudante no mercado de trabalho. Afirmação também validada pelo curso de Zootecnia da Unoeste, que coleciona histórias de sucesso que se iniciaram a partir dos estágios realizados durante a graduação.
 
Brenna Rocha Rotondo está com o diploma fresquinho, já que se formou em dezembro de 2018. Nascida em Taquaritinga (SP), há 376 km de Presidente Prudente, a jovem de 22 anos, mudou-se para o oeste paulista para realizar o sonho de se tornar zootecnista. “Sempre fui apaixonada pelos animais e com o passar dos anos, a certeza de que eu queria viver perto deles se confirmou. O desejo de criar, oferecer a melhor nutrição, o melhor manejo e o bem-estar animal se tornou mais intenso e, assim, optei pela zootecnia. Na verdade, até acho que foi a profissão que me escolheu”.
 
Ela atua como zootecnista na cidade de Valença (RJ), no Rancho Lo' Buono, fazenda produtora de leite orgânico de búfala. Acrescenta que, após o período de estágio, conquistou a sua primeira contratação profissional. “Essa propriedade é referência na bubalinocultura e já ganhou o prêmio Maravilhas Gastronômicas do Estado do Rio de Janeiro, na categoria laticínios. Trabalho na organização de toda a propriedade, fornecendo a nutrição adequada aos animais e impulsionando a produção orgânica dos derivados bubalinos”.
 
A ex-aluna comenta que a formação recebida pela Unoeste foi incrível e proporcionou um conhecimento que carregará para o resto da vida. “Sem contar nos aprendizados pessoais que me mostraram que sou mais capaz do que imaginei. A graduação desafiou meus limites, me mostrou que, por mais que um sonho pareça impossível, sempre haverá mais força dentro de nós para lutarmos na busca dessa realização. Aprendi a ter perseverança e a enfrentar meus medos”.
 
Diz ainda que durante o estágio surgiu uma proposta para fazer pesquisas na área de bubalinocultura. “Tive interesse em me aprofundar no assunto e fui aprovada para fazer mestrado na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRRJ) que será iniciado em julho deste ano. Também participo no desenvolvimento de pesquisas para criação de um novo produto de búfalo, realizadas pela fazenda em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj)”. Segundo ela, essa iniciativa é de grande importância para o impulsionamento na criação de búfalos no estado carioca.

Quem também concluiu a graduação neste último semestre foi Simone dos Reis Paulucci, de 26 anos. Moradora de Regente Feijó (SP), ela é da primeira turma do curso de Zootecnia ofertado no período noturno. “Com o passar dos termos só fui confirmando minhas expectativas e o gosto pela área. Tive bons professores e fiz muitas amizades. Sem falar no conhecimento adquirido, fiquei surpresa até com algumas disciplinas que nem imaginava que a zootecnia abrangia”, lembra. Simone diz que sempre foi encantada pela área de reprodução animal e, por isso, optou por estagiar na Tairana – Central de Inseminação Artificial. A partir dessa experiência, a jovem conquistou uma oportunidade de trabalho na empresa. “Minhas expectativas são boas, pois esse nicho de mercado possui espaço para o zootecnista”.
 
Foto: Cedida Projeto Mucky: Matheus atua com a alimentação do macaco bugio (Alouatta guariba)
Projeto Mucky: Matheus atua com a alimentação do macaco bugio (Alouatta guariba)

Os estágios de Leandro Polato Lazari e Matheus Montanari também renderam bons frutos. Formados no primeiro semestre de 2018, ambos são nascidos em Bauru (SP) e tiveram a rotina universitária em Prudente. Estudantes da mesma turma, agora são colegas de profissão e atuam como zootecnistas na cidade de Itu (SP), no Projeto Mucky, que é uma instituição focada em primatas, mais especificamente em macacos brasileiros das espécies saguis e bugios.
 
Lazari expõe que muitos dos animais estão debilitados ou passaram por diversas situações como eletrocussão, atropelamento ou abandono. “Atuamos na parte nutricional, com o auxílio em procedimentos não cirúrgicos como fisioterapia, hidroterapia e estímulo para fezes e urinas em animais paraplégicos, com a introdução e confecção de enriquecimentos ambientais e também com as análises periódicas do comportamento desses animais”, acrescenta Montanari.
 
Sobre a graduação realizada na Unoeste, Lazari declara que, desde o ensino fundamental, já conhecia a zootecnia e sempre foi apaixonado pelos animais. “Durante a graduação o meu envolvimento nos projetos de pesquisa foi bem intenso e a minha grande paixão sempre foi pelo comportamento e bem-estar animal. Quando tive a oportunidade de estagiar no zoológico de Bauru não hesitei em aceitar. Junto com o Montanari também realizamos 4 meses de estágio supervisionado no Zoológico da Maia em Portugal, experiência que também contribuiu na conquista do nosso atual emprego”.
 
Montanari descreve que a Zootecnia Unoeste lhe proporcionou momentos importantes, como as vivências no Laboratório de Reprodução In Vitro de Embriões. Comenta que visualizou no estágio supervisionado do curso a oportunidade de se dedicar somente ao campo que pretendia atuar. “Para seguir a área de comportamento, bem-estar e até mesmo nutrição de animais selvagens é necessário correr atrás. Dessa forma, se você pretende trabalhar com animais que necessitam de auxílio, seja por estar em cativeiro, ou com necessidade de preservação é necessário aptidão e muita sensibilidade para com as causas trabalhadas”.
 
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Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

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