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Medicina é representada em simpósio no Sírio-Libanês

Evento, que teve como tema a qualificação do ensino médico no Brasil, contou com a participação do presidente da Faimer, John Norcini


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Foto: Cedida Medicina é representada em simpósio no Sírio-Libanês
Coordenadores Nilva Galli, Renato Félix e Érika Magalhães no 2º Simpósio Internacional de Qualificação Médica, em São Paulo

A Unoeste possui mais de 30 anos de tradição e excelência na formação médica. E em busca de preservar essa qualidade, os coordenadores das Faculdades de Medicina da Unoeste dos campi de Presidente Prudente, Jaú e Guarujá, Nilva Galli, Renato Felix e Érika Magalhães Suzigan, participaram do 2º Simpósio Internacional de Qualificação Médica. Realizado nesta quinta-feira (14), no Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa (IEP), em São Paulo (SP), o evento contou com a presença do palestrante internacional John Norcini, presidente da Fundação para o Avanço da Educação e Pesquisa Médica Internacional (Faimer).
 
O principal objetivo do evento foi discutir ações para apoiar as escolas médicas no que diz respeito a uma maior qualificação do ensino no país. Temas como “Cenário atual e perspectivas futuras do ensino médico no Brasil”, “Metas, indicadores e estratégias de melhoria” e “O papel do estudante na melhoria do ensino-aprendizagem”, foram abordados na iniciativa que esteve em sua segunda edição e teve como público-alvo diretores, coordenadores e docentes de escolas médicas do Brasil.
 
De acordo com a coordenadora da Faculdade de Medicina de Presidente Prudente, Nilva Galli, por meio de eventos como este é que se pode verificar que a Unoeste à frente em relação ao ensino médico. “É uma oportunidade muito importante, pois nos proporciona verificar o que as escolas médicas estão fazendo. Porém, vermos que estamos na vanguarda é o mais interessante”, revela.
 
O coordenador do curso da Faculdade de Medicina de Jaú, Dr. Renato Felix, concorda com Nilva e também salienta a satisfação ao ver que a universidade se destaca no quesito qualidade de ensino. “Esse tipo de atividade é uma importante fonte de atualização e fornece ferramentas adequadas para melhorar ainda mais o aprendizado dos alunos, provando que o conhecimento transforma”, fala.

Já Érika Magalhães Suzigan, coordenadora da Faculdade de Medicina de Guarujá, conta que um dos pontos mais importantes do evento foi a percepção da realidade do ensino médico no Brasil e a discussão de pontos relevantes. “Em vista da eminência do início da graduação no litoral paulista, existe a ansiedade em iniciar o semestre letivo com os métodos de avaliação lapidados e com um corpo docente bem preparado para receber os nossos alunos com muito carinho e zelo”, comenta.

Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

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