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Especialização contribui para inserção e retenção no mercado

Fonoaudióloga manifesta gratidão à universidade por ter conseguido ingressar em empresa multinacional

João Paulo Barbosa
Dayane: testemunho de gratidão à especialização em Audiologia Clínica e Ocupacional

Cada vez mais a especialização tem sido um diferencial para o mercado de trabalho, na medida em que proporciona atualização e capacitação profissional, ao oferecer conhecimento e habilidades técnicas específicas para determinado segmento. A fonoaudióloga Dayane Gois Pereira acaba de dar um testemunho do benefício alcançado com a obtenção de novo emprego em uma multinacional do setor alimentício e energético, por causa do curso para formar especialistas em audiologia clínica e ocupacional na Unoeste.
 
Em carta eletrônica enviada à coordenação do curso, Dayane contou que a especialização fez diferença em sua vida e manifestou gratidão ao corpo docente, aos seus colegas de turma e à instituição.  Formada em 2014, durante a graduação trabalhava na área de móveis planejados. Seis meses depois ingressou em sua área de formação profissional, inicialmente como substituta temporária na parte de audiologia ocupacional, atuou mais de 1 ano na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Nova Andradina (MS) e atualmente é funcionária da multinacional Adecoagro.
 
Inserida entre as principais empresas produtoras de alimento e energia renovável da América do Sul, a Adecoagro mantém atividades na Argentina, Brasil e Uruguai na produção de grãos, arroz, oleaginosas, lácteos, açúcar, etanol, café e algodão. Dayane mora em Ivinhema e trabalha na unidade de Angélica (MS), no programa de conservação auditiva, com prevenção e acompanhamento, junto ao departamento de saúde e segurança no trabalho.
 
Em sua ação existem duas particularidades: a convivência com profissionais de diferentes formações e atuação a campo, para ver a relação do trabalhador com seu ambiente de trabalho. “Se não fosse a especialização, possivelmente não estaria lá. Tenho pouco tempo de formação. Então, penso que não seria possível somente com a graduação. O que me motivou a escrever a carta de agradecimento foi exatamente o sentimento de gratidão. Tudo começou na universidade. Primeiro, com o sonho em ser fonoaudióloga. Depois, em buscar aperfeiçoamento”, comentou.
 
Dayane disse ser muito gratificante ter “chegado lá” e que não foi só pelo esforço pessoal, mas pelas pessoas que estão em volta. “O que já é motivo de gratidão, independente de ter outro emprego. Só tenho que agradecer e não só aos professores que proporcionaram novas oportunidades, mas aos colegas de turma. Também agradeço a Deus”, afirmou a fonoaudióloga que enviou a carta para as coordenadoras da especialização, professoras Dra. Maria Cristina Alves Corazza, também diretora do curso de Fonoaudiologia da Unoeste, e Patrícia Arruda de Souza Alcarás.
 
A carta começa dizendo o seguinte: “Há alguns meses passei por um processo seletivo em uma empresa do setor agroindustrial chamada Adecoagro. Neste período houve um fator decisivo para minha contratação: a especialização... e me sinto feliz em fazer parte de uma empresa que tem seus colaboradores como o recurso mais valioso e todos nós trabalhamos buscando qualidade de vida, evitando perdas auditivas e reduzindo os efeitos causados pela exposição a níveis elevados de pressão sonora, por intermédio das ações do Programa de Conservação Auditiva”, contou.
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Condição inversa – Conforme a coordenadora pedagógica da Pós-graduação Lato Sensu da Unoeste, professora Célia Silva, é comum que profissionais com diferentes formações busquem por especializações em suas respectivas áreas, com a preocupação de ter um diferencial para ingressar no mercado de trabalho. Mas também acontece muito a busca pelos que já estão no mercado. Um exemplo é o do engenheiro agrônomo Casimiro Daniel Flores, formado pela Universidade Rafael Landívar, na Guatemala.
 
Coincidentemente, o guatemalteco veio para o Brasil trabalhando na multinacional do setor sucroenergético, do Grupo Pantaleon, que possui unidades no Brasil, Guatemala, Nicarágua, Honduras e México.  Há cinco anos está na Usina Vale do Paraná, em Suzanápolis, na região de Araçatuba (SP).  Ao se interessar por uma especialização, por indicação de colegas e busca de informações na internet, encontrou na Unoeste o curso de Manejo da Fertilidade do Solo e do Estado Nutricional das Culturas. Comenta que está gostando e admite a possibilidade de fazer o mestrado em agronomia.
 
Serviço – São vários cursos ofertados pela Unoeste em nível de especialização e MBA.

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