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Área: EAD - Marketing



imagem Traçar um paralelo entre os espaços antropológicos e os tempos da Ciência da Informação, mostrando suas aproximações, é o objetivo dessa obra. A autora parte dos conceitos de Pierre Lévy dos espaços Terra, Território, Espaço das Mercadorias e Espaço do Saber, com ênfase nos dois últimos, para analisar até que ponto eles podem ser utilizados como plano de fundo para a compreensão dos diferentes tempos da Ciência da Informação, por meio de seu percurso e evolução. O Espaço do Saber é definido por Lévy como o espaço antropológico no qual a inteligência coletiva se manifesta, na medida em que nele as relações humanas têm como referência a valorização dos sujeitos e suas habilidades e o compartilhamento do conhecimento. Esse encontro se dá no ciberespaço, formado pela rede mundial de computadores e pelos seres humanos que a navegam e a alimentam. Assim, a Ciência da Informação tem como foco o humano e suas relações com as informações, o que se dá por meio da tecnologia que as armazena e as transmite. Para a autora, o Espaço do Saber oferece meios mais justos e igualitários para a valorização das competências individuais e o compartilhamento de informações. No entanto, a complexidade de necessárias mudanças políticas e educacionais e, ainda, as dificuldades encontradas para a democratização da infraestrutura tecnológica impedem que esse espaço antropológico se efetive plenamente. No entanto, ela acredita que o espaço atual, em fase de construção, já traz mudanças "reais e perceptíveis": "Por isso, a Ciência da Informação deve se ater a esse novo contexto que a ela se apresenta, necessitando ser para isso tão dinâmica quanto os indivíduos do Espaço do Saber e do tempo do conhecimento interativo". Obs: Necessita de cadastro gratuito para acessar o livro.

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imagem Esta obra apresenta uma ação metodológica de obter conhecimentos e aprimorar a formação profissional na área de Propaganda e Publicidade em uma faculdade que não oferecia esse curso. Trata-se do relato do projeto de extensão Agência Propagação, da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação da Unesp, campus de Bauru, em que alunos de Jornalismo, Radialismo, Relações Públicas, Design e a professora-tutora se reuniam em um ambiente educacional de agência experimental de propagandas sociais para produzir propagandas e campanhas sociais, anunciando projetos da Unesp e também da comunidade externa sem fins lucrativos. Na Agência Propagação, os alunos atuaram nas áreas de Atendimento/Planejamento, Criação – Redação, Locução e Sonorização – e Assessoria de Comunicação –, criando propagandas sociais radiofônicas, veiculadas, a princípio só na Rádio Unesp FM de Bauru, e depois campanhas de comunicação nas várias mídias e plataformas. A Agência Propagação simulou a estrutura de agências similar do mercado na Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação – FAAC –, da Universidade Estadual de São Paulo – Unesp –, campus de Bauru, de 2007 a 2015, articulando ensino, pesquisa e extensão de serviços de comunicação. Obs: Necessita de cadastro gratuito para acessar o livro.

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imagem Estudo teórico, de natureza comparativo-contrastante, abordando a lógica do planejamento estratégico no setor social e da saúde à luz da teoria do agir comunicativo de Jürgen Habermas. Na verdade, trata-se de uma 'crítica da crítica', na medida em que são problematizados os enfoques metodológicos tomados, até o momento, como referencial teórico alternativo ao planejamento normativo. A partir da teoria da ação habermasiana, o autor consegue indicações importantes para uma (re)leitura da teoria organizacional, na perspectiva de uma abordagem comunicativa entre todos os atores envolvidos nas organizações de saúde.

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imagem The Contemporary Challenges series – originally sponsored by the Research Deanship of the State University of São Paulo (Unesp) – aims at providing access to essays on crucial issues concerning the Brazilian society as a whole. With the publication of those titles, which systematically avoid unnecessary academic jargon though preserving scientific rigour, the university fulfills one of its essential tasks: that of disseminating the skills and knowledge reared within its quarters. In the present volume, focused upon sociological questions, the authors face the difficult job of grasping the intricate horizon of complexities of Brazilian identity and their presence in the current national dilemmas. Obs: Necessita de cadastro gratuito para acessar o livro.

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imagem O presente livro foi fruto da X Jornada de Ciências Sociais: Jornada de Estudos Celso Furtado, realizada na Faculdade de Filosofia e Ciências da Unesp em novembro de 2006. A retomada do pensamento de Furtado está colocada na ordem do dia, pois a questão do desenvolvimento volta, cada vez mais, a ocupar o centro do debate econômico, depois de mais de duas décadas de predomínio, quase que absoluto, do pensamento ortodoxo neoliberal, cuja preocupação maior reside nas questões relativas à estabilidade econômica e à abertura e desregulamentação das economias sociais do capitalismo globalizado. Obs: Necessita de cadastro gratuito para acessar o livro.

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imagem Um número cada vez maior de produtores de conteúdo informacional, embora de acordo com os padrões culturais prevalecentes nem sempre seja considerado qualitativamente favorável, evidencia uma nova configuração cultural exponencialmente representativa no fluxo da informação em que o indivíduo, que não há muito tempo era um mero consumidor de conteúdo intelectual, é agora também um participante ativo na criação desses conteúdos. Os indivíduos que lidam com essas novas formas de produzir, disseminar e usar conteúdos informacionais devem estar conscientes das diferenças que se impõem quando a informação é digital. Eles devem conhecer as implicações quanto ao fluxo da informação e seus aspectos simbólicos, bem como saber sob quais condições a lei de direitos autorais estabelece que essas práticas devam acontecer. Obs: Necessita de cadastro gratuito para acessar o livro.

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imagem Este livro reúne a reflexão acerca das identidades na cultura contemporânea,realizada por pesquisadores que participaram do Seminário: Cultura contemporânea, corpo e novas tecnologias: diálogos em torno das identidades. O objetivo geral das reflexões aqui apresentadas é tomar as inovações tecnológicas e seus impactos na vida cotidiana - particularmente na renovação e reinvenção de formas de sociabilidade e de construção de identidades - como uma chave privilegiada para o adentramento em meandros da cultura contemporânea. O corpo, suporte da cultura e território de construção de identidades, ao incorporar os recursos tecnológicos disponibilizados pelo mercado estético, como próteses, implantes, intervenções e tratamentos à base de laser, tem seu estatuto modificado e as fronteiras entre natureza e cultura passam a ser revistas em novos parâmetros, impondo novos desafios à reflexão sócio-antropológica. Este livro busca contribuir para este debate, somar um pequena centelha ao enorme esforço que se faz necessário no sentido de repensarmos as clássicas dicotomias conceituais que vem marcando a reflexão das ciências humanas e se demonstrando cada vez mais abaladas em seu alcance explicativo, frente às aceleradas transformações vivenciadas na vida social nesta modernidade do início do século XXI.

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imagem O modo como a imprensa atua em defesa da cidadania é o tema deste livro, de Murilo César Soares. Baseado em levantamento e análise de conteúdo dos jornais O Estado de S. Paulo e Folha de S.Paulo ele discute os conceitos de cidadania, esfera pública e hegemonia, com destaque para o papel do jornalismo como interface entre o Estado, a sociedade civil e a opinião pública. Ponto central da pesquisa, o conceito de jornalismo é analisado em suas diferentes facetas, como a de fiscalizador da ação do Estado – e, portanto, participante do processo político e administrativo – e a de intermediário da opinião pública. O estudo analisa ainda a mídia como meio de agendamento e de enquadramento de questões públicas, ou seja, como agente com capacidade de pautar e priorizar os assuntos para a sociedade, além de deter o poder de focar, formatar e expor esses temas ao transformá-los em material jornalístico. A atuação da imprensa em questões de cidadania é demonstrada a partir da análise detalhada de como os dois jornais paulistas agendaram e enfocaram casos envolvendo ameaça ou violação de direitos da cidadania e as atitudes e ações das autoridades públicas em relação a tais situações. A obra apresenta um painel da importância dada pelos diários à cobertura de demandas de movimentos sociais ou da precariedade de condições de vida, assim como da violação de direitos civis, como prisões ilegais, violência policial e abuso de autoridade, além da inserção dos negros na sociedade e na economia. Os resultados da pesquisa sobre a cobertura realizada pelos jornais dão suporte para o autor situar a imprensa entre os meios sociais que contribuem para a implementação dos direitos da cidadania e indicar alternativas para seu aperfeiçoamento. Obs: Necessita de cadastro gratuito para acessar o livro.

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imagem Comogerir politicamente os jovens e as jovens que cometem infrações, vistos como disseminadores da violência, por um lado e, de outro, como sujeitos de direitos? Por que as instituições socioeducativas de internação tornaram-se formas privilegiadas de uma política de Estado? Esta obra investiga as dimensões dos dispositivos de controle social da juventude, descrevendo os efeitos da sociedade punitiva nos processos de produção do jovem e da jovem criminalizados/as e dos lugares instituídos para a punição. Dos lugares instituídos para a punição têm-se como espaço privilegiado para análise e descrição, as instituições para jovens do sexo feminino. Com base nos resultados, a autora identifica, examina e mapeia como se deu a passagem de um sistema tutelar-correcional-repressivo para uma política de Estado, em que se verificam diferentes modalidades punitivas, que demarcam a composição e distribuição dos sujeitos da punição sob a justificativa da gestão dos riscos. Obs: Necessita de cadastro gratuito para acessar o livro.

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imagem Os 13 artigos reunidos neste livro foram primeiramente apresentados em encontro internacional sobre participação, democracia e políticas públicas na América Latina, realizado em 2013 na Faculdade de Ciências e Letras da Unesp. Para os organizadores da obra discutir o tema, principalmente no que concerne à transparência dos sistemas de gestão, é extrema importância para apontar direções para uma renovação política, articulações sociais e desenvolvimento socioterritorial. Eles explicam que a análise de marcos legais, fragilidades institucionais e prática autoritárias permitem enxergar o seu contrário e, com isso, aprimorar a prática de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento de um país sustentado na democracia e na cidadania ativa. O livro é divido em quatro eixos temáticos. O inicial apresenta artigos que analisam a cidadania relacionada à saúde, gênero, prevenção ao abuso sexual e juventude. Abarca temas como o Sistema Único de Saúde, os movimentos e grupos feministas e abuso sexual. O seguinte destaca temas ligados à educação, também relacionados à cidadania, como o financiamento da educação e a educação em presídios paulistas. Desenvolvimento e combate às desigualdades sociais norteiam os estudos da terceira parte. São três artigos que tratam da complexidade da produção de políticas baseadas no diálogo entre pares institucionais, como representantes de governos e sociedade civil. O capítulo final é dedicado ao tema controle social e aperfeiçoamento da democracia. Os artigos abordam a questão do monitoramento das políticas e investimentos públicos por parte da sociedade civil. Obs: Necessita de cadastro gratuito para acessar o livro.

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imagem Os autores procuram caracterizar as condições de aparição e evolução do conceito de Brecha Digital como discurso sociotécnico, estudando as comunidades acadêmicas que o pesquisaram, e verificam se, do ponto de vista metateórico, podem-se perceber reflexos do contexto de Centro – Periferia que, segundo o modelo teórico desenvolvido pela Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal), domina a estrutura socioeconômica global. Obs: Necessita de cadastro gratuito para acessar o livro.

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imagem Alessandra Santos Nascimento discute, neste livro, o papel desempenhado por Fernando de Azevedo (1894-1974) na institucionalização da Sociologia no país, refletindo também acerca de atuação do sociólogo, professor e escritor mineiro radicado em São Paulo no processo de modernização do Brasil entre as décadas de 1930 e 1960. A pesquisadora lança a hipótese de que a trajetória institucional e a obra de Fernando Azevedo – que escreveu perto de duas dezenas de livros e centenas de ensaios e artigos, principalmente para o jornal "O Estado de São Paulo" – demonstram que a história das Ciências Sociais no Brasil demanda uma interpretação diferente da que hoje vigora quase como um cânone: a de que sua institucionalização teria ocorrido a partir da década de 1960. Para a autora, a atuação de Azevedo mostra que tal processo começou bem mais cedo: no fim dos anos 1920 ele já despontara como significativo intérprete da cultura nacional, apaixonado humanista e importante construtor institucional do que aos poucos se tornariam as Ciências Sociais brasileiras. Obs: Necessita de cadastro gratuito para acessar o livro.

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imagem O livro "Gestão, mediação e uso da informação" vai ao encontro dos estudos teóricos e metodológicos de objetos e fenômenos que envolvem a gestão, a mediação, uso e apropriação da informação em distintos ambientes.

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imagem A imagem, enquanto matéria do conhecimento, é pensada desde seus fundamentos e problemas mais básicos, como os princípios epistemológicos do empirismo, até as suas complexas relações com a arte e a formação da cultura. Nesta “história do conceito de imagem” cabem tanto as manifestações artísticas que fizeram da imagem seu material essencial, como as implicações culturais que elas provocaram como mudança efetiva para o mundo. Além dos aspectos culturais mais amplos e determinados pelos produtores de cultura, percebe-se uma mudança cada vez mais complexa na relação dos indivíduos com a produção de imagens. As novas tecnologias de informação e comunicação proporcionaram aos usuários de aparelhos móveis a possibilidade de documentar todos os movimentos da sociedade. Esta realidade mostra sua face banal e violenta todos os dias nas redes sociais, ao mesmo tempo, proporciona inegáveis possibilidades de democratização e difusão do conhecimento. A partir deste horizonte de complexidade e de inúmeros estímulos, surgiu-nos o tema da XVIII Jornada Multidisciplinar do Departamento de Ciências Humanas da Faac – Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação da Unesp – Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, campus de Bauru, realizada em 2016: Imagem, Pensamento e Cultura. Conseguimos reunir, com o tema proposto, uma ampla possibilidade de vozes e pesquisas. O cinema, a fotografia, as redes sociais, a televisão, a internet e os jornais, se servem diariamente das imagens para produzir interpretações e tendências. O trabalho acadêmico se debruça sobre essa produção e emite, na medida do possível, uma síntese dessas tendências interpretativas. Nossa intenção, na Jornada Multidisciplinar 2016 e neste livro, foi a de dar visibilidade a todas estas tendências culturais a partir de referenciais teóricos e de uma metodologia científica, mas, sobretudo de dar voz aos movimentos e tendências culturais e sociais que se manifestam cotidianamente pela imagem e pelo pensamento.A imagem, enquanto matéria do conhecimento, é pensada desde seus fundamentos e problemas mais básicos, como os princípios epistemológicos do empirismo, até as suas complexas relações com a arte e a formação da cultura. Nesta “história do conceito de imagem” cabem tanto as manifestações artísticas que fizeram da imagem seu material essencial, como as implicações culturais que elas provocaram como mudança efetiva para o mundo. Obs: Necessita de cadastro gratuito para acessar o livro.

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imagem A educação financeira, tema constante de programas de TV de grande audiência, é analisada nesta obra como uma crença produzida pelo mundo das finanças, segundo a qual a financeirização é um processo que envolve valores morais, culturais, políticos, simbólicos e sociais presentes no mercado e que se configuram e se reconfiguram, colaborando assim para a transformação cognitiva da sociedade e do capitalismo contemporâneo. No Brasil o tema ganhou relevância durante o Governo Lula, com a criação da Estratégia Nacional de Educação Financeira, em 2007, e do Comitê Nacional de Educação Financeira, em 2010. As iniciativas foram seguidas pelo setor privado, com a instituição pela Bolsa de Valores de São Paulo, em 2011, do projeto Bovespa Vai Até Você, visando a democratização e popularização do mercado de capitais. É a partir desse programa, que a bolsa paulista institui o programa Mulheres em Ação, voltado para o público feminino. A autora observa que a criação de uma nova crença que esteja em consonância com o mundo das finanças é essencial para que o capitalismo se produza e se reproduza. E cita o sociólogo Roberto Grün: "[…] o Brasil vive no início do século 21 a instauração de um modo de dominação financeiro. Mais que um simples money talks, estamos diante da dominação cultural das finanças, que impõem a proeminência das suas maneiras de enxergar a realidade brasileira e enquadrar os problemas do país". Tomando como base esse contexto, a autora realiza uma abordagem sociológica do tema, privilegiando as questões sociais, culturais e simbólicas pertinentes. Mais que analisar uma suposta mudança de hábitos das mulheres que procuram pelo curso de educação financeira da BM&FBovespa, o objetivo do estudo é enfatizar estratégias e mecanismos utilizados pela bolsa de valores para atraí-las. Entre estes, está o Mulheres em Ação, projeto que adota como um de seus desafios a divulgação da "cultura do poupar", buscando se instituir como canal entre o mercado de ações e as mulheres, sobretudo a partir de um trabalho de educação financeira. Obs: Necessita de cadastro gratuito para acessar o livro.

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imagem Este livro discute a relação entre informação e ação em uma perspectiva interdisciplinar. A obra apresenta-se dividida em três partes. Na primeira, é apresentado um histórico do que ficou conhecido como “A virada informacional na Filosofia”, em coautoria com o criador dessa expressão, Frederick Adams. Esse filósofo, em seu artigo seminal de 2003, argumenta que uma grande mudança teria ocorrido na Filosofia e nas Ciências Humanas a partir da introdução do conceito de informação no vocabulário dessas áreas de investigação. Na segunda parte, analisa-se, de um ponto de vista filosófico-interdisciplinar, o conceito de informação propriamente dito, segundo duas perspectivas centrais: (a) a que concebe a informação como uma commodity que pode ser acessada objetivamente, independente de qualquer consciência, e (b) a que concebe a informação por um viés sistêmico relacional, dependente de um agente possível. Finalmente, na terceira parte, é apresentada e discutida a relação entre informação e ação, em uma perspectiva interdisciplinar que reúne a Filosofia, a Sociologia, a Ciência da Informação, a Biologia, a Semiótica e a Ciência Cognitiva. Obs: Necessita de cadastro gratuito para acessar o livro.

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imagem A dinâmica social contemporânea e a produção incessante de informação e conhecimento suscitam novos olhares sobre as transformações na apropriação das mídias pelos diversos setores sociais. Observam-se reflexões sobre como as mídias passam a figurar nos cenários políticos, sociais, econômicos e culturais, nas dimensões nacional e transnacional. Verificam-se processos que se caracterizam, muitas vezes de forma paradoxal, por fenômenos como transitoriedade e permanência, apresentando questões inéditas e outras recorrentes na história das mídias. Este livro expõe diferentes perspectivas sobre a relação entre mídia e sociedade, contribuindo para a compreensão da comunicação midiática no fortalecimento da democracia em um contexto de investigação marcado por ambiguidades, contradições e desafios. Obs: Necessita de cadastro gratuito para acessar o livro.

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imagem As reflexões elaboradas neste livro fazem parte dos resultados de tese de Livre Docência em Geografia Urbana da UNESP, campus de Rio Claro que abordou o consumo como categoria de análise. Por meio do entendimento do consumo procurou-se compreender os principais impactos na produção do espaço urbano, na atualidade. Observadas as metrópoles de São Paulo, Lisboa, Seoul e Dubai, construiu-se um pensamento que considera a metrópole como espaço-sedutor. Nesta construção, elaborou-se uma leitura das paisagens do consumo nas referidas metrópoles e várias foram as contradições encontradas nas relações de consumo e na produção do espaço urbano. O reconhecimento das articulações entre a produção, a circulação, o comércio e o consumo, dentro do processo de generalização da mercadoria, também ganhou importância, e assim outros conflitos foram apontados. Obs: Necessita de cadastro gratuito para acessar o livro.

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imagem Essa coletânea reúne alguns trabalhos apresentados e discutidos no “Encontro internacional participação, democracia e políticas públicas: aproximando agendas e agentes”, realizado na Faculdade de Ciências e Letras da Unesp de Araraquara em abril de 2013. O encontro foi organizado pelo Grupo de Pesquisa Participação, Democracia e Políticas Públicas, formado por docentes e pesquisadores ligados ao Departamento de Antropologia, Política e Filosofia e também ao Departamento de Administração Pública desta faculdade. A proposta do encontro partiu do diagnóstico de ambos os departamentos da necessidade de se ampliar os debates que relacionem as temáticas da participação, das políticas públicas e da democracia no Brasil e na América Latina, no atual contexto de insuficiência das instituições políticas calcadas no âmbito da democracia liberal e de uma notória “crise da representação”. O livro foi dividido em três partes, “Ação coletiva e institucionalização: interfaces socioestatais”, que trata dos processos de institucionalização dos movimentos sociais; “Instituições participativas da teoria à implementação: dilemas e desafios”, sobre estratégias de governança; e “Participação como política e a política da participação: difusão, impactos, poder”, sobre políticas públicas e o trabalho das ONGs nas ações governamentais. Obs: Necessita de cadastro gratuito para acessar o livro.

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imagem Esta obra discute como as ideias desenvolvidas por Jürgen Habermas podem contribuir para constituir uma teoria crítica das Relações Internacionais, embora o filósofo não seja um teórico próprio e exclusivo acerca do tema. A autora, Beatriz Sabia Ferreira Alves, mergulha na vastidão da obra de Habermas, que associa reflexão filosófica a sociologia, para identificar e pinçar os pontos que convergem para o tema, ao mesmo tempo em que analisa a evolução das teorias relacionadas ao campo de estudo chamado Relações Internacionais, trajetória que percorre do construtivismo ao realismo. Segundo a autora, a teoria habermasiana é importante para a área por esclarecer como as crenças e as ações dos participantes de um diálogo passam a ser entendidas e aceitas ou contestadas entre eles. Por essa visão, o fundamental da ação política é disponibilizar instrumentos institucionais para a resolução de conflitos no sistema internacional, sem que seja necessário recorrer à força. Para Habermas as normas e instituições internacionais somente mantêm sua legitimidade a partir da crítica coletiva. Obs: Necessita de cadastro gratuito para acessar o livro.

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imagem Este livro, de José Carlos Abbud Grácio, propõe um modelo de gestão do processo de preservação digital voltado especificamente para instituições de ensino superior. A obra analisa conceitos e modelos de gestão de informação, discute questões como a necessidade de uma cultura de preservação digital, a implantação de um modelo de gestão a ela adequado e os custos de todo o processo. Analisa ainda os aspectos que norteiam a preservação digital e o modo como as instituições vêm tratando dos problemas decorrentes de sua implantação. O tema é importante para as universidades: geradoras de grandes volumes de conteúdos científico, tecnológico, cultural, artístico, essas instituições têm normalmente como meta compartilhar esse conhecimento com a sociedade. As universidades também produzem inúmeros documentos administrativos que servem de referência para os gestores e colaboradores das instituições de modo geral e, como os conteúdos, precisam ser preservados, pois irão formar sua memória. Se a digitalização de todo esse material é, porém, algo inevitável, há um desafio a ser enfrentado: lidar com uma tecnologia que oferece um leque crescente de alternativas e cujos componentes estão sujeitos a mudanças constantes. Os programas, as máquinas que os suportam e até os arquivos sofrem alterações significativas ao longo do tempo. Simultaneamente, é preciso definir como escolher o que deve ser preservado e como desenvolver e gerenciar esse processo, complexo e repleto de detalhes. Obs: Necessita de cadastro gratuito para acessar o livro.

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imagem O livro aborda as novas relações entre o Estado e o mercado no Brasil contemporâneo, sob o olhar da sociologia econômica e das finanças, em diálogo com a macroeconomia, tendo como recorte empírico o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), criado em 2007. Busca-se demonstrar como o Estado passou a agir como “produtor de mercados”, exercendo violência simbólica com uso de instrumentos financeiros tradicionalmente afeitos à ortodoxia econômica e financeira. Demonstra-se por meio das Parcerias Público Privadas e da articulação Estatal, como o Estado convergiu interesses dos produtores e trabalhadores, via geração de emprego e renda, criando benefícios para a sociedade, assim como novas contradições econômicas e sociais.? Obs: Necessita de cadastro gratuito para acessar o livro.

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imagem Nos 40 anos da Unesp, o Grupo de Pesquisa: Ética, Educação e Direitos humanos, Unesp–Bauru, expôs seus estudos nos Colóquios (online): UNIVERSIDADE, PODER E DIREITOS HUMANOS, em torno dos temas: ‘formação ético-politica’, ‘trabalho docente e aceleração’, ‘movimento estudantil’ e ‘violência de gênero’. A produção desses eventos está agora disponível em e-book, pela Cultura Acadêmica da Editora UNESP. Obs: Necessita de cadastro gratuito para acessar o livro.

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