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15/6/2011

Inclusão social é incentivada com atividades lúdicas

Curso de Pedagogia da Faclepp simula a integração social de um cadeirante e um deficiente auditivo

  • Foto: Cedida
    Poliana Soares Quinato: “Aprendemos que as diferenças podem e devem ser trabalhadas em sala de aula”
  • Foto: Cedida
    Miguel da Silva, Josué da Silva e Flávio Augusto


Alunos do 5º termo de Pedagogia da Faculdade de Ciências, Letras e Educação de Presidente Prudente (Faclepp) da Unoeste, participaram recentemente de uma atividade lúdica sobre inclusão social. Coordenada pelo docente Josué Pantaleão da Silva, a ação foi desenvolvida em sala de aula, onde os acadêmicos simularam as necessidades de um cadeirante e de um deficiente auditivo.

Na primeira parte da aula os acadêmicos aprenderam a parte teórica com base em pesquisas que mostram as verdadeiras dificuldades destes alunos, sobretudo apresentando novos caminhos para a realidade social. “Alunos portadores de deficiências são iguais a todos. Essa iniciativa estimula os futuros professores a receberem estes alunos de maneira natural. Todo o trabalho lúdico serve para motivar o aprendizado”, ressalta Josué.

Para Poliana Soares Quinato, essa ação permitiu vivenciar uma situação que os futuros docentes poderão encontrar no ambiente de trabalho. “Aprendemos a trabalhar as diferenças em sala de aula, pois encontraremos pessoas com limitações, mas podemos e devemos ensiná-las, assim como as crianças que não possuem necessidades especiais. Nos colocarmos no lugar do outro é fundamental”, ressalta Poliana.

O grupo de Kelly Cristina Almeida convidou seu marido, Miguel Willian da Silva, que é intérprete de Libras, e o amigo Flávio Augusto, com deficiência auditiva. Para a universitária, essa atividade despertou a curiosidade para a Língua de Sinais (Libras). “A inclusão está aí, frente a frente com nossa realidade e temos que estar preparados. Esta é uma forma de se expressar e comunicar muito bonita. Observar Flávio e Willian, além de nos mostrar a importância da Língua de Sinais (Libras), nos fez refletir sobre as habilidades das pessoas com necessidades especiais. Foi gratificante”, enfatiza Kelly.

“Para os acadêmicos, as atividades práticas têm um resultado muito satisfatório, pois eles se sentem mais preparados para ministrar aulas. O resultado foi surpreendente”, finaliza Josué.

Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste


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