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Bolsas de iniciação científica são ofertadas ao ensino médio

Concessão feita pelo CNPq à Unoeste é destinada para contemplar seis estudantes de escolas públicas


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Foto: João Paulo Barbosa Bolsas de iniciação científica são ofertadas ao ensino médio
Doutores Juliane, Danielle, Guelfi e Garcia Júnior

Ao conceder novas bolsas de iniciação científica à Unoeste, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) proporciona uma novidade que contempla com bolsas seis alunos do ensino médio, de escolas públicas, pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica no Ensino Médio (Pibic-EM). Outra novidade é uma bolsa Pibiti pelo mesmo programa, porém, da modalidade de desenvolvimento tecnológico e inovação. Ainda foram mantidas as 12 bolsas do Pibic, na categoria estudante de graduação.

O Comitê Institucional do Pibic na Unoeste está providenciando o edital relacionado às bolsas para o ensino médio, a ser publicado em breve no site da universidade, com acesso pelo link pesquisa. O aluno do ensino médio será inserido em pesquisa conduzida por um pesquisador e com o envolvimento de estudantes universitários.  A partir de então os interessados poderão se inscrever e participar do processo seletivo. O mesmo ocorre em relação ao Pibic, no qual cabe ao professor orientador fazer a inscrição para participar da seleção. O Pibiti já está com as inscrições abertas. Como os prazos são curtos, os membros do comitê alertam aos interessados a estarem atentos.

Conforme o coordenador do comitê Dr. Jair Rodrigues Garcia Júnior a participação dos professores e estudantes no Pibic tem aumentado a cada ano, demonstrando o maior interesse e aumentando também a concorrência. “Em 2018, houve 56 propostas submetidas e a relação foi de 4,7 candidatos por bolsas. O maior número de propostas é consequência de alguns fatores, dentre os quais podem ser destacados: maior número de professores, os seis programas de pós-graduação stricto-sensu (sendo dois com doutorados) e a crescente maturidade dos pesquisadores institucionais”, comenta o coordenador.

O salto na concessão de bolsas do CNPq de 12 para 19 é recebido como um reconhecimento à evolução na qualidade das pesquisas desenvolvidas na Unoeste, incluindo o estímulo às pesquisas tecnológicas e de inovação; de acordo com o pró-reitor de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão Dr. Adilson Eduardo Guelfi, em recente reunião do comitê com as participações dos doutores Garcia Júnior, Juliane Avansini Marsicano e Danielle Aparecida do Nascimento dos Santos. A bolsa de ajuda de custo ao estudante universitário é de R$ 400 e a do ensino médio R$ 100, por 12 meses.

O biólogo Leandro Haruo Sawamura foi bolsista Pibic enquanto fazia o curso de Ciências Biológicas, com a iniciação científica voltada para orquídeas, relacionada a sementes e armazenamento. Teve a orientação do professor Dr. Nelson Barbosa Machado Neto. O envolvimento com a pesquisa foi um estímulo para que fizesse o doutorado em Agronomia, para o qual conseguiu auxílio de taxa do CNPq, tendo concluído os estudos e a pesquisa em 2016, novamente orientado por Machado Neto.

Mariana Sati Cantalejo Tsutsumi está cursando Odontologia e em setembro deste ano começará sua pesquisa em iniciação científica, sendo ambas pelo Pibic e sobre resina para tratamento dentário, com a orientação do Dr. Anderson Catelan. O gosto pela pesquisa tem motivado a estudante para fazer o mestrado em Odontologia, assim que concluir a graduação em 2020. Para ela, a bolsa é um auxílio significativo, mas o mais importante está na condição de enriquecer currículo. 

Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

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