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Corpo docente da Engenharia Ambiental e Sanitária se destaca

Poucas instituições do Brasil possuem mais de dois professores com formação na mesma área; a Unoeste tem cinco


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Foto: Marcelo Gomes Corpo docente da Engenharia Ambiental e Sanitária se destaca
Engenharia Ambiental e Sanitária Unoeste tem cinco professores com formação na área, sendo dois egressos da universidade

O processo de aprendizagem na universidade se torna ainda mais interessante quando existe a oportunidade de compartilhar experiências. Por isso, a presença do professor em sala vai muito além de transmitir o conteúdo programado, ele pode ser influenciador e inspirar os futuros profissionais, afinal, quem é que não tem curiosidade de conhecer o dia a dia da profissão que escolheu para a vida?! Daí a importância de se ter um corpo docente com formação e experiência naquela área, para que a interação seja na mesma linguagem. Nesse sentido o curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da Unoeste se destaca nacionalmente.

Isso porque, poucas instituições que oferecem esse curso possuem mais de dois professores com formação em engenharia ambiental; na Unoeste são cinco. Fato que chamou a atenção de docentes e coordenadores de várias instituições, públicas e privadas, que participaram do último Simpósio Sul-brasileiro de Engenharia Ambiental e Sanitária. E mais, além da formação acadêmica específica, os docentes da Unoeste são titulados, cada um com experiência em ramos diferentes da carreira.

A coordenadora da graduação, Leila Maria Sotocorno e Silva, é engenheira ambiental, tem mestrado e é doutoranda. Além da docência, ela atua com resíduos sólidos e gestão ambiental. Trabalhou com compostagem e implantação de coleta seletiva, assessorando municípios da região. “Ter professores com formação na área dá uma identidade ao curso, além de mostrar ao aluno o leque de possibilidades que eles terão no mercado de trabalho”, comenta.

Elson Mendonça Felici é mestre em engenharia de edificações e saneamento. Sua atuação está voltada ao tratamento de água e efluentes, trabalhando com a implantação de ISO e perícias. Em sua empresa de consultoria ele recebe vários universitários para estágios extracurriculares. Simultaneamente, ele também atua em engenharia de segurança do trabalho, segmento que é especialista. “Essa é mais uma possibilidade para o engenheiro e que atualmente existe grande demanda no mercado”, frisa.

Já a professora Isabela Marega Rigolin Fuzeto, formada na 7ª turma de Engenharia Ambiental da Unoeste, escolheu trabalhar no campo, e desde 2012 integra o corpo docente da graduação. Mestre e doutoranda em agronomia, ela atua com poluição e conservação de solos, além de recuperação de área degradada. Na universidade, suas aulas são muito práticas, levando os alunos a campo. “Temos importantes experimentações acadêmicas, como a que fizemos ano passado com tratamento de efluentes com plantas aquáticas na suinocultura, que são técnicas alternativas que minimizam os impactos do pequeno produtor, por exemplo”, explica a docente.

Resíduos sólidos é a principal atuação da professora mestre Nelissa Garcia Balarim. Além da docência, ela também trabalha na Prefeitura de Presidente Prudente. “Os órgãos públicos necessitam de engenheiros ambientais, pois são muitos problemas que precisam de soluções imediatas”, reforça. Na universidade, ela coordena o Projeto Integrador, que possibilita diferentes vivências dos alunos na profissão, por meio de trabalhos práticos, com a orientação e envolvimentos de todos os professores. “Com isso os estudantes passam a ter um olhar mais crítico em relação aos problemas que cercam o lugar que eles frequentam, além disso, eles se sentem na profissão e despertam para a pesquisa”.

Luiz Rodrigo Hamada é o mais recente professor contratado para o corpo docente da graduação. Assim como Isabela, ele retornou à instituição que o formou em Engenharia Ambiental. Está na casa desde o início do segundo semestre de 2018 e garante que muita coisa mudou na universidade de 2011 (quando se formou) para cá. “Hoje é uma estrutura totalmente diferente. Os alunos têm acesso facilitado à iniciação científica e a dinâmica também é outra”, afirma.

Com formação superior também em física e mestrado em geofísica aplicada, Hamada explica que a sua área utiliza dos princípios físicos para investigar a superfície da terra, como a contaminação do solo e do lençol freático. “Está totalmente relacionada à engenharia ambiental, pois a contaminação vem de cima, então tem o agente contaminante e com a geofísica realizamos a investigação preliminar, para antes de começar a remediar saber quais são os pontos que devem receber a remediação”.
 
Estude na Unoeste – Engenharia Ambiental e Sanitária é um dos cursos com vagas oferecidas no Vestibular de Verão. As inscrições vão até a próxima quarta-feira (16) e a prova ocorre no dia 20, a partir das 9h, no campus II.

Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

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