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O QUE É HISTÓRIA

Seja bem-vindo aos estudos!
Nesta aula, vamos discutir o que é história e sua evolução como disciplina científica.

Nosso desafio é fazer você aprender a aprender História e a partir daí, aprender a ensinar História para que você, como pessoa e cidadão, aprenda a fazer história!

Vamos tratar da evolução da história como disciplina, acompanhando os períodos da Antiguidade, Idade Média e Moderna e entender como se fazia história e se pensava o conhecimento histórico.

Vamos, também, conhecer um pouco de historiografia, ou seja, a história da história e assim, entender o conteúdo histórico em seus conceitos e métodos.

Por fim, vamos refletir sobre o ensino de História no Brasil, buscando aliar a história da educação com a historiografia e ter condições de compreender esse imenso universo de conhecimento que está posto diante de nós.


Vamos lá?

Introdução


Imagem demonstrando crianças obedientes e outras fazendo bagunça na sala de aula

No meu primeiro ano de faculdade, escutei uma citação de Paul Veyne que me deixou encantada. Anos depois, reencontrei a mesma citação e gostaria de compartilhar com você.

Esse historiador francês escreveu assim sobre a História:

Abrindo aspas da citação direta
A História é um palácio do qual não descobriremos toda a extensão e do qual não podemos ver todas as alas ao mesmo tempo, assim não nos aborrecemos nunca nesse palácio em que estamos encerrados. Um espírito absoluto, que conhecesse seu geometral e que não tivesse nada mais para descobrir ou para descrever, se aborreceria nesse lugar. Esse palácio é, para nós, um verdadeiro labirinto: e a ciência dá-nos fórmulas bem construídas, que nos permitem encontrar saídas, mas que não nos fornecem a planta do prédio. (VEYNE, 1995, p. 133).Fechando aspas da citação direta


Assim, meu convite é para que juntos passeemos por este palácio chamado História e que nos deixemos encantar e entreter com cada ala desse rico e interessante lugar. Permita-se ver dentro da História, como ciência e como vida, tornando-a significativa para você e para o seu preparo profissional e cidadão!

Conceito de História

Imagem demonstrando vários crianças fazendos diversas funções

Vavy Pacheco Borges, uma das autoras que usaremos como referência nesta aula, em seu livro O que é História chama a atenção para o fato de que de uma certa maneira todos temos uma certa vivência histórica, e se formos perguntados sobre o que é história, teremos pelo menos algumas ideias para formar um conceito.

Entre os muitos significados da palavra História, podemos destacar o passado da humanidade e o estudo desse mesmo passado, ou seja, os acontecimentos que se passaram e o estudo desses acontecimentos.

Vavy Borges (1989) utiliza, para maior clareza, os termos “história-acontecimento” ou “história-processo” quando se refere aos acontecimentos históricos, e o termo “história-conhecimento” para tratar dos estudos sobre os acontecimentos.

Curiosidade
Costumava-se ensinar que a palavra história deveria ser usada para o conhecimento do passado e estória para as narrativas de ficção. Conforme os estudos históricos foram se desenvolvendo, os próprios historiadores começaram a questionar até que ponto suas narrativas do passado não seriam, também, ficção, invenção.

A história-acontecimento é a história do homem, visto como ser social, vivendo em sociedade.

Abrindo aspas da citação direta
É a história do processo de transformação das sociedades humanas, desde o seu aparecimento na Terra até os dias em que estamos vivendo.
(BORGES, 1989, p. 45).Fechando aspas da citação direta


São os homens que fazem a história, mas esse fazer está condicionado a determinados contextos históricos. Assim,

Abrindo aspas da citação direta
o conhecimento histórico serve para nos fazer entender, junto com outras formas de conhecimento, as condições de nossa realidade, tendo em vista o delineamento de nossa atuação na história.
(BORGES, 1989, p. 45).Fechando aspas da citação direta


História seria, então, aquilo que aconteceu com o homem, com a natureza, com o universo e o estudo desses acontecimentos.

Um outro autor, bem mais contemporâneo, e que gostaria de utilizar para refletirmos sobre o que é história, é o britânico Keith Jenkins (2011), que apresenta no livro A História Repensada, a preocupação em alargar a ideia de que a História é o registro do que aconteceu no passado, pois que vários acontecimentos foram esquecidos, perderam seus rastros ou foram deliberadamente apagados.

Seguindo o pensamento de Michel Foucault, Jenkins (2011) relembra o fato de que os documentos não são um reflexo do acontecimento, mas sim uma materialidade construída por interpretações.


Duas peças de quebra-cabeça se encaixando uma representando a escola, outra a família e as duas formando um cenário.
Imagem ilustrando uma familia e a escola
Fragilidade Epistemológica

Imagem ilustrando uma familia e a escola

Ao tentar responder a pergunta “o que é História”, o autor expõe a seguinte definição:

Abrindo aspas da citação direta
A história é um discurso cambiante e problemático, tendo como pretexto um aspecto do mundo, o passado, que é produzido por um grupo de trabalhadores cuja cabeça está no presente (e que, em nossa cultura, são na imensa maioria historiadores assalariados), que tocam seu ofício de maneiras reconhecíveis uns para os outros (maneiras que estão posicionadas em termos epistemológicos, metodológicos, ideológicos e práticos) e cujos produtos, uma vez colocados em circulação, veem-se sujeitos a uma série de usos e abusos que são teoricamente infinitos, mas que na realidade correspondem a uma gama de bases de poder que existem naquele determinado momento e que estruturam e distribuem ao longo de um espectro do tipo dominantes/marginais os significados das histórias produzidas.
(JENKINS, 2011, p. 52).Fechando aspas da citação direta


Observe que seguindo o pensamento pós-moderno, Jenkins (2011) oferece uma definição bastante ampla e múltipla. O autor chega a essa conclusão pois a História possui uma certa fragilidade epistemológica.

Epistemológica: adjetivorelativo à epistemologia , à teoria do conhecimento; epistêmico.
Epistemologia: substantivo feminino.
1. reflexão geral em torno da natureza, etapas e limites do conhecimento humano, esp. nas relações que se estabelecem entre o sujeito indagativo e o objeto inerte, as duas polaridades tradicionais do processo cognitivo; teoria do conhecimento.
2. freq. estudo dos postulados, conclusões e métodos dos diferentes ramos do saber científico, ou das teorias e práticas em geral, avaliadas em sua validade cognitiva, ou descritas em suas trajetórias evolutivas, seus paradigmas estruturais ou suas relações com a sociedade e a história; teoria da ciência.

Essa fragilidade epistemológica permite que as interpretações dos historiadores sejam multíplices, pois que existe um só passado, mas muitos historiadores. Para o autor (2011, p. 31) isso acontece, pois:

1. Nenhum historiador é capaz de recuperar a totalidade dos acontecimentos passados, pois que o “conteúdo” desses acontecimentos é ilimitado: “A maior parte das informações sobre o passado nunca foi registrada, e a maior parte do que permaneceu é fugaz.”

2. Nenhum relato consegue recuperar o passado como ele era: , pois que o “conteúdo” desses acontecimentos é ilimitado: “A maior parte das informações sobre o “já que o passado passou, relatos só podem ser confrontados com outros relatos, nunca com o passado.”

3. A história depende dos olhos e da voz de outrem: “o ponto de vista e as predileções do historiador ainda moldam a escolha do material, e nossos próprios constructos pessoais determinam como o interpretamos.”

4. As pessoas e formações sociais são captadas em processos que só podem ser vistos retrospectivamente: “graças à possibilidade de ver as coisas em retrospecto, nós de certa maneira sabemos mais sobre o passado do que as pessoas que viveram lá.”

Icone do Saiba Mais

Saiba Mais

Para conhecer um pouco mais sobre o pensamento de Jenkins sobre o que é História, você pode ler o próprio livro, ou então, a resenha de Paulo Renato da Silva, acessando: Repensando “A História Repensada”



Duas peças de quebra-cabeça se encaixando uma representando a escola, outra a família e as duas formando um cenário.
A Evolução da História

Essas reflexões sobre o que é História, que estamos fazendo até este momento da aula, deve nos reportar ao que o subtítulo acima nos conduz. É importante observarmos que o conhecimento histórico, assim como todo o conhecimento científico não é algo acabado e em nenhum momento o conhecimento é certo ou verdadeiro, porém, é preciso entendê-lo dentro de seu contexto histórico – social – intelectual, etc.

Como toda boa aula de História, acompanhe a linha do tempo a seguir para conhecermos como que se pensava e fazia História ao longo dos diferentes períodos:

Clique sobre cada Período da Linha do Tempo.

ANTIGUIDADE
Nascimento da História como disciplina para estudo do passado.
Busca por informações: depoimentos orais, documentos escritos.
Narrativa atraente a fim de chamar a atenção do público ouvinte.
Aos poucos, a leitura e escrita vão se tornando prioridade para a sua divulgação.
Busca da verdade do passado como em um tribunal.
Cabe ao historiador o juízo dos fatos.

IDADE MÉDIA
A História é o cumprimento da vontade de Deus.
Predominância das crônicas e anais.
Os homens da igreja foram os principais escritores do período.
Registros das atividades cotidianas da vida da igreja (cerimônias de batismo, casamento, funerais).
Relato da vida de santos como inspiração de fé e devoção (as hagiografias).
Somente com renascimento comercial surgem registros laicos: anotações contábeis, diários de escudeiros.
Canções de gesta que narravam a vida de famosos cavaleiros.

IDADE MODERNA
Influenciada pelo Humanismo, a História volta a ser entendida como parte das atividades do homem.
Forte influência da Antiguidade Clássica.
Busca da veracidade e autenticidade dos documentos.
Utilização da imprensa para divulgação de relatos e narrativas de interesse regional.
Desenvolvimento de diferentes áreas de pesquisa.

IDADE CONTEMPORÂNEA
Valorização da História como mecanismo para o progresso e desenvolvimento da sociedade.
Visão crítica do passado.
Produção de textos muito bem escritos e embasados em pesquisa documental.
Consolidação da disciplina na Universidade como disciplina científica.

Podemos perceber nessa linha do tempo como a maneira, o por quê e para quê fazer história foi se transformando, e essas transformações estão diretamente ligadas aos acontecimentos sociais, políticos, econômicos e culturais de cada momento.

Como a História conquistou um lugar na Universidade e se tornou uma área de ensino e pesquisa específica no século XIX, a produção de estudos e textos históricos cresceu de maneira exponencial.

Como já dissemos no início da aula, a história-conhecimento passou a ser de extrema necessidade, surgindo assim a historiografia, ou seja, a história da história.


Imagem Representando os dois tipos de professores.
As Escolas Historiográficas

A partir do século XIX até os dias hoje, o conhecimento histórico passou a ser feito de acordo com determinadas teorias e métodos que se constituíram nas chamadas escolas historiográficas.

As publicações ditavam um certo modelo e padrão a ser seguido por todos aqueles que se pretendiam pesquisadores em História, além do que com a reforma universitária, passou a se constituir o curso de formação de historiadores, deixando-se de lado o diletantismo para se exigir uma formação profissional.

Observe o quadro a seguir com as principais escolas historiográficas:

Metódica
Marxista
Annales
Pós – Moderna
Clique sobre os botões.

Metódica
Valorização da identidade coletiva nacional.
Papel civilizador da história, oferecendo modelos a serem seguidos.
Preferência aos temas políticos como centro da história.
Rigor metodológico como marca do verdadeiro conhecimento.
Utilização de fontes escritas e grande erudição na produção do texto.

Marxista
História como processo em constante evolução.
Materialismo histórico como base da vida em sociedade.
Relevância da economia na constituição da história.
Necessidade de entender a história para se fazer uma verdadeira revolução.
Resistência por parte dos historiadores profissionais para adotar essas ideias.

Annales
Passagem da história – narração para a história – problema.
Diálogo presente – passado – futuro.
Ampliação das fontes históricas.
Abordagem de temas sociais e culturais, além do político e econômico.
Percepção do coletivo.
Valorização das mentalidades e das noções de tempo e espaço.

Pós – Moderna:
Subjetividade do conhecimento histórico.
Indivíduos e práticas como construções discursivas.
Pluralidade das experiências humanas.
Conflitos e relações de poder como cerne da história.


Imagem Representando os dois tipos de professores.

Imagem ilustrando uma familia e a escola

O que podemos constatar com as escolas historiográficas é que o conhecimento científico da História tem acompanhado a evolução da ciência como um todo, se aproveitando das transformações no modo de pensar e nas possibilidades metodológicas oriundas do desenvolvimento de tecnologias e ferramentas de comunicação.

Cada vez mais torna-se necessário entender a história-conhecimento, a maneira como se produz e se divulga a História, para assim podermos formar uma concepção da história-acontecimento.

Precisamos entender que o passado não muda. Mas a percepção e a concepção que temos dele, deve, e vai sempre mudar, pois o conhecimento está sempre em transformação.

Para exemplificar: 1500 é uma data importante para a história do Brasil, pois marca o início do processo de colonização.

Mas não podemos esquecer que para as populações indígenas, 1500 tem uma outra significação, pois marca o início do processo de expropriação.

Assim, a data e o acontecimento precisam refletir pelo menos essas duas vertentes e não mais ficar presa a um discurso dominante, desconsiderando outras realidades.


Para efetivamente conseguirmos olhar a história-acontecimento em conjunto com a história-conhecimento, precisamos refletir um pouco sobre como aprendemos história e de que maneira nosso sistema de ensino vem abordando essa área.

Imagem de Pare remetendo à ideia para a interlocução de Parada Obrigatória

Parada Obrigatória!

Vamos assistir agora à entrevista “ A História: o que é e para que serve”, na qual a Professora Érica conversará com Professora Milene Aparecida Elias Ciabattari, sobre o ensino de História, especialmente nos anos iniciais.



Imagem Representando os dois tipos de professores.
A História nos Currículos

Até o século XIX, a História era vista como uma importante disciplina das Humanidades, porém, ficava ora submetida aos estudos das Línguas, ora aos estudos teológicos.

O sistema de ensino que vigia até esse período era basicamente o mesmo da Antiguidade Clássica: o trivium (gramática, retórica e filosofia) e quadrivium (aritmética, música, geometria e astronomia).

O primeiro sistema de ensino que organizou a educação no Brasil foi dirigido pela Companhia de Jesus , uma ordem religiosa bastante importante no período da Contrarreforma, reforçando as doutrinas do catolicismo romano e reiterando uma mentalidade conservadora.

Aulas de Gramática Latina, Humanidades, Retórica e Filosofia eram ministradas por cerca de oito a noves anos, seguindo padrões culturais e pedagógicos supranacionais, ou seja, o mesmo ensino ministrado aqui era o ministrado na Europa, na África e no Oriente.


Imagem ilustrando uma familia e a escola

Após a expulsão dos jesuítas no final do século XVIII, a educação passou à responsabilidade da Coroa Portuguesa, mas que muito pouco realizou, pois o número de professores e escolas eram insuficientes para a demanda das elites nacionais (lembrando que apenas os mais ricos poderiam se dar à regalia de estudar!).

O que desse período nos interessa é que são implantadas no currículo o ensino da gramática da língua portuguesa e aulas de comércio com o objetivo de formar o perfeito negociante: caligrafia, contabilidade, escrituração comercial e línguas modernas.

A vinda da corte em 1808, em pouco alterou as condições do ensino no Brasil. O foco recaiu sobre o ensino secundário e superior, oferecendo um conhecimento científico utilitário, buscando formar os profissionais necessários para realmente construir a nação (fazer pontes, abrir estradas, construir casas, cuidar de pessoas, explorar a fauna e a flora, etc.).

Foi no Império que o ensino de História ganhou um certo destaque.

A criação do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) , que deveria produzir a história do país e o Colégio Pedro II que serviria de modelo para as demais escolas, reforçaram a importância da história para a construção da identidade nacional e a busca de suas raízes.

Essa ideia prevaleceu também na instalação do regime republicano: seria a História um dos principais mecanismos para o progresso da nação.

Um assunto muito discutido foi o da democracia racial, reconhecendo o papel do negro e do índio na formação da nação, mas reiterando a superioridade do branco nesse processo.

No entender dos estudiosos, isso era ponto pacífico e aceito por toda a população.

Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB): Criado em 1838 com o objetivo de recolher, arquivar e divulgar os documentos necessários para os estudos nas áreas de humanidades, conta com um rico acervo em livros, jornais e mapas, fazendo circular regularmente desde sua criação, a Revista do IHGB. Para conhecer mais e consultar o acervo, acesse o link: https://ihgb.org.br

Colégio Pedro II: Em funcionamento desde 1837, o Colégio Pedro II é uma das mais tradicionais instituições públicas de ensino básico do Brasil. Ao longo de sua história, foi responsável pela formação de alunos que se destacaram por suas carreiras profissionais e influência na sociedade. Para conhecer sobre sua história e funcionamento, acesse o link: www.cp2.g12.br


Imagem Representando os dois tipos de professores.

Imagem ilustrando uma familia e a escola

A grande questão é que o ensino continuava restrito a pequenas camadas da população. Todas as reformas idealizadas não conseguiam universalizar efetivamente o acesso à escola. Embora várias leis e reformas fossem implementadas, a escola ainda era para poucos.

Foi no período da Ditadura Militar (1964 – 1985) que se ampliou o número de vagas nos ensinos fundamental e médio. Porém, essa democratização não foi acompanhada pela qualidade, fazendo com que as escolas públicas inchassem ao invés de progredirem.

Com a Constituição de 1988, a ideia de uma nova cidadania foi pautada pelo acesso a uma educação de qualidade e assim, uma nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação foi sancionada em 1996 e várias mudanças puderam ser percebidas.

Contribuição da História

Abrindo aspas da citação direta
Pesquisas na área educacional apontam que um terço dos brasileiros frequenta diariamente a escola (professores e estudantes). São mais de 2,5 milhões de professores e 53 milhões de estudantes matriculados em todos os níveis de ensino. (SUA PESQUISA.COM, 2017).Fechando aspas da citação direta



O IBGE (2017) apresentou um outro dado bastante relevante referente ao aumento dos anos de escolarização da população: de 2007 para 2015 cresceu a porcentagem de pessoas que frequentam escolas de 11 a 14 anos, e de 15 anos ou mais.

O ensino de História, com sua leitura de mundo, com o desenvolvimento de percepção das diferenças, com uma visão crítica da realidade a nossa volta, pode ser um instrumento nos primeiros anos da educação básica para que o estudante compreenda a importância do conhecimento e a necessidade de uma formação crítico-reflexiva, contribuindo para a cidadania e para o futuro profissional dos mesmos.


Imagem de Pare remetendo à ideia para a interlocução de Parada Obrigatória

Parada Obrigatória!

Aprofunde o seu conhecimento, realizando a leitura do capítulo 1 do seu livro-texto: A História como Disciplina: Historiografia e Ensino de História.
Boa leitura!



Imagem Representando os dois tipos de professores.
Atividade de Fixação

Atividade Avaliativa  

Para obter mais informações sobre ela, acesse a atividade disponível no seu ambiente virtual de aprendizagem Aprender Unoeste.
Bom trabalho!

Chegamos ao final da nossa aula!

 

Espero que você tenha conseguido entender o que é História, seu desenvolvimento enquanto disciplina científica e sua atuação na escola brasileira.

Como todo conhecimento, a História está em constante construção e assim como a história – acontecimento continua realizando e vivenciando processos, a história – conhecimento precisa acompanhar esse desenvolvimento.

Todo o conhecimento das diferentes áreas de estudo são bem-vindos e necessários para se construir a prática pedagógica. Mesmo você não sendo um historiador, precisa conhecer o pensamento, a teoria e o método que envolvem essa área científica.

Espero que você que não gosta muito de História tenha encontrado algo de interessante para querer aprender a disciplina, e você que já gosta de História tenha aprendido coisas novas e acompanhado essa imensa quantidade de informação, chegado ao final da aula com um gostinho de “quero mais”.
Até uma próxima oportunidade!


REFERÊNCIAS
 

BORGES, V. P. O que é história. 15. ed. São Paulo: Brasiliense, 1989.

IBGE. Brasil em síntese. Educação – Anos de estudo. 2017. Disponível em: <http://brasilemsintese.ibge.gov.br/educacao/anos-de-estudo.html>. Acesso em: 10 abr. 2017.

JENKINS, K. A História repensada. 3. ed. São Paulo: Contexto, 2011.

SUA PESQUISA.COM. Educação no Brasil. 2017. Disponível em: <http://www.suapesquisa.com/educacaobrasil/>. Acesso em: 10 abr. 2017.

VEYNE, P. Como se escreve a história. Foucault revoluciona a história. 3. ed. Brasília: UNB, 1995.


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Elaborado por: Profa. Dra. Érica de Campos Visentini da Luz

Designer Educacional: Márcia Debieux

Designer Gráfico: Bruno Felippo

Revisora Geral: Lessandra Manzoli

Coordenação: Mário Augusto Pazoti

Produção: Núcleo de Educação a Distância - NEAD

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