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Confira o que rolou no 1º Prêmio Facopp de Fotografia

10/11/2017 às 21:05 - Atualizado em: 13/11/2017 às 09:02
Beatriz Duarte, Maria Eduarda Miriani e Júnior França

Marlene Reverte

Imagem Notícia

Ganhadores são revelados em ordem decrescente para o público

Entre amigos, familiares, patrocinadores, jurados e ganhadores, o 1º Prêmio Facopp de Fotografia aconteceu na noite desta sexta-feira (10/11), no Salão Sollarium, no Campus II da Unoeste. O evento homenageou os participantes e relevou os três ganhadores das câmeras profissionais e semiprofissionais ofertadas pelo concurso.
 
O cerimonialista da noite foi o ex-aluno da Facopp Iury Greghi, que sempre participa dos eventos da faculdade. Para anteceder a entrega dos prêmios, houve uma apresentação da Banda Média7, grupo formado por professores, alunos e ex-alunos da Facopp. O setlist incluiu repertório nacional e internacional, seguindo as preferências dos integrantes, com a inclusão de três novas músicas.
 
O docente Roberto Mancuzo, responsável pelo violão, comentou que os ensaios ocorrem durante três semanas e que  o show foi a realização de um sonho para fechar o ano. Já Murilo Hernandes, aluno do 2º termo de Fotografia e guitarrista da banda, diz que o convite para fazer parte do grupo veio por meio do professor Renato Pandur e ressalta que participar do evento é uma responsabilidade prazerosa.
 
A abertura oficial ficou por conta das coordenadoras Carolina Mancuzo e Larissa Trindade, que comentaram que a realização do concurso só foi possível graças a união de vários colaboradores da universidade e em especial  da Facopp. Carolina ressalta que o prêmio é uma oportunidade para a faculdade mostrar-se para comunidade. A expectativa é que ele cresça para outras cidades e estados nos próximos anos.
 
Em seguida subiu ao palco, Tatiana Shirasaki, jornalista formada pela Facopp em 1998, que hoje trabalha como fotógrafa nos Estado Unidos. Tatiana explanou sobre o começo da sua carreira e ressaltou que a profissão a escolheu e não ao contrário. Explicou ainda sobre o começo no exterior e apresentou o trabalho que envolve direitos humanos desenvolvido em comunidades carentes por meio da fotografia.
 
Entrega dos prêmios
 
Ao todo foram 63 participantes e 175 fotos enviadas. Destas fotografias, 30 foram selecionadas para uma exposição itinerante pela cidade, 13 para compor um calendário de mesa e os três primeiros colocados receberam câmeras profissionais e semiprofissionais.
 
Convidados para subir ao palco, os participantes receberam homenagens e certificados em ordem decrescente. Como principais vencedores, em terceiro lugar ficou Bruno Fernandes; em segundo colocado, Tamara Cristina Mármore. Por fim, Gilson Garcia de Oliveira foi chamado em primeiro lugar como campeão do prêmio. Os três ganhadores receberam mensagens dos jurados que explanaram o critério de escolha da foto.
 
Feedback
 
“Abriu-se um leque de possibilidades dentro de Prudente, concursos de fotografia são comuns, mas o nosso desejo é que esse prêmio futuramente seja de grande magnitude”, comenta Lorena Galdino, uma das organizadoras, referente à importância do prêmio para a comunidade. Ela ainda diz que a realização do evento instiga as pessoas a conhecerem melhor o curso de Fotografia, mas que também provoca o acadêmico na busca de novas tendências, técnicas e referências.
 
De acordo com Thomas Aguilera, também organizador do prêmio, eventos como estes incentivam o  estudo da fotografia, já que é necessário o embasamento teórico unido ao olhar diferenciado. “O concurso demorou para ser promovido, mas agora é um momento bom para ser desenvolvido em outros estados”.
 
Segundo Adriano Kirihara, um dos jurados técnicos, o tema proposta pelo concurso foi bem desenvolvido pelos participantes e que isso ajuda a buscar conhecimentos e trazer mais adeptos à prática de fotografar e ainda se especializar. “Já participei como jurado de outros prêmios, mas este é especial porque sou formado na Facopp, toda a minha base de aprendizado foi com o professor Paulo Miguel”, relembra.
 
Para Sandra Regina Borges, empresária da Criare Móveis Planejados e uma das patrocinadoras do prêmio comenta que um dos fatores para colaborar com o concurso foi o tema, para ela a temática proposta ajuda a retratar a história de Prudente.
 
Já para Lourivalter Gonçalves, proprietário da Rede Prudentão, afirma que por ser apaixonado por fotografia achou a ideia do concurso incrível. “Por meio dos participantes vamos entender nosso passado, porque o fotógrafo tem um olhar único, que é diferente do nosso, por meio de sua visão mais ampla conseguimos visualizar o sentimento dele naquele momento. Isso não pode morrer nunca”.
 
Altemar Ribeiro, aluno do 1º termo de Publicidade e Propaganda, afirma ter achando o evento bacana em todos os aspectos. “Achei que todos os participantes souberam procurar lugares ainda inexplorados e isso fez toda a diferença”. Segundo Ramon Casagrande, estudante do 4º termo de Publicidade, o prêmio fez movimentar o público de dentro e fora da Facopp.    



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