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Área: Comunicação Social: Jornalismo



imagem Este estudo apresenta os resultados da pesquisa sobre as relações do telejornal e o seu público nas Redes Sociais, na Internet. A presente investigação pretende colaborar com futuras pesquisas sobre a temática, que visa compreender as mudanças ocorridas no sistema de interação entre os atores (público/telejornal/ambiente midiático) do período analógico ao digital. O trabalho está organizado da seguinte forma: em um primeiro momento, discute-se o sistema de interação do público no telejornal. O passo seguinte envolve a caracterização do corpus da pesquisa, evidenciando a relação entre o público (fã) e o telejornal (ídolo/mito) nas Redes Sociais Online, as análises dos procedimentos metodológicos empregados e os resultados obtidos. Na sequência, trabalha-se com os conceitos evidenciados pela parte empírica da pesquisa: a audiência convergida, a cultura fã e o simulacro da representação da imagem dos atores no telejornalismo e a sociedade midiatizada por múltiplas telas ou ecrãs. Ao final, apresentam-se as conclusões da pesquisa.

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imagem É àquela tríplice provocação de Górgias – nada existe; se existisse não poderia ser conhecido; se fosse conhecido não poderia ser comunicado – erigida contra o seu mestre, a que a Ciência procura responder. Este livro, que resulta do trabalho preliminar de revisão bibliográfica de uma investigação no âmbito da Comunicação de Ciência atenta principalmente sobre este último aspecto do tríptico da ciência – como comunicá-la – reunindo oito ensaios que vão desde o que distingue as ciência naturais das ciências sociais e humanas, passando pela permeabilidade da lógica da ciência e da descoberta aos factores sociais, até à comunicação e avaliação de resultados científicos e sua difusão junto do público em geral.

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imagem A reconfiguração do ecossistema midiático decorrente das transformações tecnológicas sistemáticas e profundas verificadas nas últimas décadas coloca desafios importantes nos planos teórico, metodológico e das práticas sociais e de representação. Para todos os que buscam compreender os processos comunicacionais na atualidade, demarcam-se, no âmbito das discussões, as crescentes condições de convergência e complementaridade entre plataformas e suportes midiáticos. Este livro, cujo tema é “A linguagem nas mídias na era da convergência”, vem contribuir com esse debate, por meio de artigos que promovem e subsidiam a discussão sobre a linguagem e a produção nos diferentes meios na contemporaneidade nos estudos de graduação, pós-graduação e demais propostas nas áreas de Humanidades e Ciências Sociais Aplicadas, em especial a Comunicação.

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imagem A investigação aqui apresentada visa possibilitar uma clarificação das principais preocupações e desafios em torno das questões éticas do jornalismo do século XXI e proporcionar uma reflexão sobre a já longínqua tendência apontada por Colombo (1998), quando ainda no século passado teorizava sobre o futuro do jornalismo, concluindo que mais do que nunca, os jornalistas necessitariam de um elevado sentido moral, aliado a uma astúcia técnica cada vez mais apurada. Face à emergência do papel de um cidadão-repórter cada vez mais ativo no panorama das redes sociais, jornalistas e grupos de media parecem fazer da bandeira da deontologia o grande trunfo na distinção entre a informação amadora, massivamente veiculada online, e o trabalho profissional das redações. Uma distinção na qual poderá estar sustentado o futuro do jornalismo profissional.

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imagem A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Foro Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNTICB), dos Organismos de Normalização Setorial (ABNTIONS) e das Comissões de Estudo Especiais (ABNTICEE), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidade, laboratório e outros).

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imagem A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB), dos Organismos de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais Temporárias (ABNT/CEET), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros). A ABNT NBR 15290 foi elaborada no Comitê Brasileiro de Acessibilidade (ABNT/CB-40), pela Comissão de Estudo de Acessibilidade em Comunicação (CE-40:000.03). O Projeto circulou em Consulta Nacional conforme Edital nº 04, de 29.04.2005, com o número de Projeto 40:000.03-003.

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imagem Livro das actas do III Sopcom, VI Lusocom, II Ibérico - Campos da Comunicação. Disciplinares. Dedicados aos temas da Informação, Identidades e Cidadania, os Congressos de Ciências da Comunicação na Covilhã constituíram um momento privilegiado de encontro das comunidades académicas lusófona e ibérica, fazendo público o estado da pesquisa científica nos diferentes países e lançando pontes para a internacionalização da respectiva investigação. Ao mesmo tempo, contribuíram de forma importante para a consolidação, tanto interna como externa–relativamente à comunidade científica, ao mundo académico e ao próprio público em geral – das Ciências da Comunicação como campo académico e científico em Portugal.

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imagem As Jornadas de Cinema em Português visam promover o encontro regular de estudiosos e investigadores do cinema que é feito em Portugal e no espaço da chamada lusofonia. Reconhecemos as dificuldades em chegar aos cinemas, aos cineastas e às instituições culturais dos jovens países africanos, mas insistimos em trazer para este espaço os cinemas por onde passa a língua portuguesa, na esperança de aí poder encontrar pistas de leitura para fenómenos tão interessantes como a identidade, as representações do poder e outras particulares visões do mundo.

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imagem O objecto deste estudo é a escrita que precede o aparecimento dos artefactos a que chamamos audiovisuais e com eles mantém uma relação especial. À prática dessa escrita chamarei guionismo e o estudo que lhe dedico pretende pôr em evidência a natureza daquela relação, bem como o processo comunicacional nela implícito. As questões da autoria e da recepção, por exemplo, servem para ilustrar esta pretensão, mas trata-se apenas de um exemplo que não esgota a rede das inter-relações possíveis, muito menos esgotará, ainda, todos os possíveis ângulos de abordagem do objecto a que chamamos guião.

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imagem O Cinema é, seguramente, uma das formas de expressão mais marcadas pela sua dimensão tecnológica e a sua História está repleta de filmes que manifestam, por vezes com notável evidência, a importância decisiva dos dispositivos técnicos. Assim sendo, de que modo as chamadas "novas tecnologias", ou "tecnologias digitais", afectam a produção, a realização, a distribuição e a exibição cinematográficas? E, acima de tudo, e de modo mais específico, que transformações a nível estético são já visíveis, e por que novos caminhos pode o cinema enveredar? Estas questões deram o mote para as Jornadas de Cinema e Tecnologia Digital que tiveram lugar na Universidade da Beira Interior (UBI), dias 30 e 31 de Maio de 2007 encontrando-se aqui reunidos os textos dessas Jornadas.

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imagem Impresso pela Faculdade de Informática de Presidente Prudente da Unoeste. TÓPICOS: 1)Ausência de privacidade, exposição excessiva na Internet e riscos das redes sociais. 2) Liberdade de expressão e danos à imagem e à reputação. 3)Cyberbullying. 4)Preconceito, Racismo e Discriminação Social. 5)Discurso de ódio. 6)Danos e riscos da prática de nude ou sexting. 6)Direitos autorais, plágio e compartilhamento responsável.

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imagem Esta publicação, que intitulamos de Filmes Falados, é a versão impressa em papel das comunicações apresentadas durante as V Jornadas Cinema em Português, realizadas na Covilhã, na Faculdade de Artes e Letras da Universidade da Beira Interior, de 22 a 25 de Outubro de 2012.

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imagem A comunicação online está a revolucionar o modo como damos e recebemos a informação e como comunicamos uns com os outros. Poder-se-ia pura e simplesmente constatar o facto, aceitá-lo como uma alteração decorrente das novas tecnologias da informação e comunicação e, sem questioná-lo mais, assumi-lo como uma premissa adquirida. Contudo, o sentido da ciência está em questionar e problematizar aquilo que nos é dado como facto e compreendê-lo à luz das suas razões, perspectivas e consequências.

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imagem Existirá um ponto – chamemos-lhe “crítico” – a partir do qual é possível dizer, de uma sociedade, que ela não é já a que era? Dir-se-á que, no limite, qualquer sociedade é sempre “a mesma”, na medida em que, para ser sociedade, ela envolve sempre uma certa continuidade – de território, de cultura, de traços físicos, etc... Mas até que ponto se pode dizer dessa sociedade, que é sempre “a mesma”, que ela já entrou num novo “ciclo”, numa nova “fase” da sua existência? (...) Aquilo que parece certo é que há, nas sociedades que conhecemos (...) momentos em que as maneiras mais ou menos habituais, mais ou menos consolidadas de pensar e fazer as coisas começam a provocar estranheza naqueles que as vivem e as sofrem. Mais do que uma tomada de consciênca clara e racional, parece haver uma vaga impressão, uma Stimmung que, pouco a pouco, de forma irresistível, vai alertando os protagonistas para o seu desfasamento em relação ao “espírito do tempo” (Zeitgeist).

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imagem Centrando-se nos diferentes interfaces da comunicação com a cultura, ao longo deste livro são equacionadas temáticas próximas dos estudos de comunicação organizacional e de relações públicas, mas também, outros olhares mais transversais, que possibilitam outras reflexões sobre essas mesmas temáticas. Cultura e identidade organizacional, cultura local e internacional, storytelling, diplomacia, participação, design, produção cultural, organizações culturais, espaço público e participação, cultura do consumo e de media, são alguns dos eixos temáticos aqui discutidos, pela mão de investigadores portugueses e brasileiros. Este livro constitui o 4º volume da coleção Relações Públicas e Comunicação Organizacional – Dos fundamentos às práticas, que visa promover uma reflexão crítica alargada às diversas teorias, manifestações e aplicações das relações públicas e da comunicação organizacional na contemporaneidade.

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imagem Pesquisas recentes apontam que, dentre um universo de 29,7 milhões de crianças e adolescentes brasileiros de 09 a 17 anos, mais de 23 milhões são usuários da Internet¹. Esses números nos fazem perceber a importância da instrução voltada para crianças e adolescentes com foco no ambiente digital; entretanto, instruí-los em como ter boas ações no uso da Internet vai muito além do ensino no manuseio das novas tecnologias. Infelizmente, muitas vezes, a Internet também é utilizada para exposição de conteúdos inapropriados, contato com pessoas desconhecidas e mal-intencionadas, acesso a julgamentos indevidos, ofensas, preconceito e discriminação, além de publicidade exagerada. Consciente da importância de que a Internet tem em nosso cotidiano e sensibilizado pelas preocupações em relação ao uso da Internet por jovens, o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) desenvolveu esse Informativo para ajudar pais, avós, tios, professores, amigos e todo adulto que tem a função de educar, com intuito de orientarem adolescentes em como usar a Internet com mais segurança e responsabilidade.

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imagem Impresso pela Faculdade de Informática de Presidente Prudente da Unoeste. Embora comprar continue fazendo parte da nossa rotina, algumas mudanças ocorreram na forma de praticar esse ato: utilizamos outras ferramentas para fazer cotações de preços, buscar descontos, comparar detalhes e qualidade de produtos, entre outras Vamos às compras? informações. Há algum tempo era impensável fazer compras de supermercado ou de roupas pela Internet, já que a sensação de ver o produto pessoalmente ainda era essencial, mas até isso mudou. Ou seja, fazemos nossas comprinhas (ou “compronas”) pelo computador ou pelo celular e sem precisar sair de casa

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imagem Impresso pela Faculdade de Informática de Presidente Prudente da Unoeste. Se você é da época em que a máquina de escrever era revolucionária em termos de tecnologia... Se é do tempo quando o videogame da moda para seus filhos era o Atari... Se torceu o nariz quando seus filhos, netos e sobrinhos passaram a utilizar computadores e impressoras...Anos depois (talvez uma década depois) acabou se rendendo à era digital e até aceitou que criassem para você um perfil no Facebook ou uma conta no Twitter... E ganhou de presente aquele celular que faz tudo – manda e recebe mensagens, tem Whatsapp e outros aplicativos e até faz ligações (sim, como um telefone normal, lembra?)... ESSE GUIA #INTERNET COM RESPONSA 60+ FOI FEITO PARA VOCÊ.

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imagem A coletânea Jornalismo e convergência: reflexões sobre o futuro do jornalismo está organizada em duas seções, a fim de ajudar o leitor a se mover por dentro dos 20 capítulos. Nesta publicação, estamos preocupados em oferecer discussões acerca de um dos principais temas do campo do jornalismo na contemporaneidade: as implicações e repercussões das tecnologias digitais, em especial as determinadas pela internet, no jornalismo. Além disso, este esforço inaugura parceria teórico-conceitual entre os grupos de pesquisa na área do jornalismo baseados no curso de Jornalismo do Departamento de Comunicação Social da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e do mestrado em Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa – PR.

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imagem Desde o primeiro evento sobre jornalismo para dispositivos móveis, organizado pelo LABCOM em Outubro de 2009, esta área de investigação tem crescido a um ritmo assinalável. Na origem deste crescimento estarão certamente três fatores: a rápida evolução tecnológica, o sucesso comercial dos dispositivos e a aposta dos meios de comunicação social neste novo e promissor mercado. Este livro, que compila os melhores trabalhos apresentados no JDM 2014, mostra que o jornalismo móvel é um espaço de investigação com enorme potencial, possibilitando as mais variadas abordagens científicas.

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imagem A faculdade e a competência narrativas são ancestrais e universais. Em todos os tempos e em todos os lugares o ser humano contou e conta histórias. A narrativa, fictícia ou factual, é uma das formas fundamentais de atribuição de sentido à existência. Daí o seu apelo imediato e o seu sucesso popular.No guionismo não existe uma fórmula ou um método únicos. Ainda assim, a aquisição de competências na escrita de guiões, tendo em atenção as suas especificidades formais e estilísticas, pode ser um factor de incremento tanto da criatividade como da disciplina narrativas – sendo que uma e outra se complementam e condicionam.

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imagem Os géneros cinematográficos são um campo amplo e diverso. O nosso propósito, aqui, não é, nem poderia ser, analisar e explicar os géneros cinematográficos em toda a sua vastidão e profundidade. Ainda assim, queremos propor vias de estudo suficientemente válidas ou inovadoras sobre este tema.Eis algumas das questões a que tentamos responder: o que é um género? O que é um canône? Quais os critérios de identificação de um género? Como se caracterizam os géneros clássicos? E o Cinema de Animação? E o Cinema Experimental?

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imagem A planificação e a montagem são duas diligências fundamentais daquilo que se poderá chamar linguagem cinematográfica. E a découpage e o storyboard são ferramentas muito úteis para operar a este nível. No entanto, devemos afirmar que é perfeitamente viável (e muitas vezes imprescindível) recusar ou negar estas diligências e ferramentas. Em muitas circunstâncias é contra as normas e os procedimentos que se consegue ser criativo. Contudo, não conhecer as ferramentas nem os procedimentos à nossa disposição poderá ser mais do que negligência… e extremamente nefasto. Só quem domina as convenções está em condições de as recusar.

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imagem Neste livro, que deve servir de base a uma unidade curricular universitária designada Teoria dos Cineastas, procuramos coligir alguns dos ensinamentos de vários cineastas fundamentais da história do cinema e reflectir de modo breve acerca dos mesmos. Procurámos aqueles autores cujo pensamento está, por iniciativa própria ou não, registado ou sistematizado em livro. Para uma futura ocasião deixamos a recolha de pensamentos expostos através de outros meios. Para já, julgamos que se poderá encontrar enorme proveito em conhecer as ideias dos realizadores sobre a sua arte.

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imagem Estas Histórias do Cinema não seguem um modelo absolutamente ortodoxo, procurando antes insinuar pontos de contacto entre matérias. Ocupámo-nos das origens do cinema, como é obrigatório, mas também dos desafios, das técnicas e das artes de que se socorre, das linguagens e do que os autores fazem com estas, dos sistemas que o organizam e dos públicos que a ele se dirigem, dos géneros em que se enforma ou dos movimentos que o mudam, das histórias que conta ou dos temas a que atende. Não é um livro que obrigue a uma consulta sequencial nem fragmentada, mas serve ambas as opções. Não relata a história do cinema, mas trata de histórias do cinema. Cada leitor encontrará o seu modo de adesão a esta obra.

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imagem A dinâmica social contemporânea e a produção incessante de informação e conhecimento suscitam novos olhares sobre as transformações na apropriação das mídias pelos diversos setores sociais. Observam-se reflexões sobre como as mídias passam a figurar nos cenários políticos, sociais, econômicos e culturais, nas dimensões nacional e transnacional. Verificam-se processos que se caracterizam, muitas vezes de forma paradoxal, por fenômenos como transitoriedade e permanência, apresentando questões inéditas e outras recorrentes na história das mídias. Este livro expõe diferentes perspectivas sobre a relação entre mídia e sociedade, contribuindo para a compreensão da comunicação midiática no fortalecimento da democracia em um contexto de investigação marcado por ambiguidades, contradições e desafios.

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imagem The types of communicating vessel systems that form public and private "spheres" constitute a multifaceted, complex system that is connected to an almost intractable range of issues. The fact is that the facets of mobile technology – ubiquity, multimediality, multidirectionality – form a new context in which trends to renegotiate, defend, adapt or challenge notions of public and private are developed by individuals in their everyday lives and by social institutions through their rules and goals. This book, which brings together presentations from the conference "Public and Private in Mobile Communications", held in March 2015 at Beira Interior University, Portugal, particularly favors discussions on the uses that individuals make of mobile devices in their everyday practices. However, as a background issue, it also includes the sometimes implicit approach about the transformations that connect new technologies to certain cultural practices, forms of interaction and political uses. In fact, as happened in the past with other technological innovations, it is practically impossible to discuss the penetration of mobile devices and their social appropriations without the perspective of a historical side, even if it is "only" an epistemological background.

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imagem O percurso do cineasta António Campos é estudado tendo como objectivo maior contribuir para o conhecimento do património cinematográfico português. Ao fixarmos a nossa reflexão na filmografia de António Campos tentámos averiguar o lugar aí reservado ao documentário. O nosso estudo não procurou definir o documentário, pretendeu indagar possíveis modos de o pensar, quer do ponto de vista estético quer teórico.

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imagem Constituem a obra capítulos derivados de diferentes perspectivas acerca do tema da televisão digital terrestre, compondo um panorama prismático de diversos aspectos integrantes da inovação a partir das plataformas já existentes e da problemática da implantação, abarcando tópicos distintos componentes da implantação e manutenção do novo sistema – autores na sociedade tecnológica, diversidade cultural e política de informação, educação e participação por meio da interatividade, produção de conteúdos audiovisuais, regulação e políticas de educação, mobilidade e democracia, modelos de negócio, a viabilidade da interatividade, cenários e desafios para as emissoras públicas, a implantação no Brasil e na Espanha, a convergência com instituições educacionais, gestão de conteúdos narrativos, democracia digital, a implantação no Pará e a atuação de emissoras em cada estado, a transição do sinal analógico para o digital, a repercussão midiática sobre a implantação e as controvérsias e desinformações sobre o "apagão digital". Obs: necessita de cadastro gratuito para acessar o livro.

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imagem Enquanto contributo para o estudo do documentário, os textos fundamentais e fundadores de reflexão teórica e estética, “First principles of documentary” e “Flaherty’s poetic Moana”, ambos da autoria de John Grierson, foram traduzidos para português e para castelhano. O pensamento de John Grierson é revisitado, sendo mais criticado que aplaudido, por Brian Winston. Deste autor seleccionámos os textos: “Documentary: I think we are in trouble”, “The tradition of the victim in griersonian documentary” e “Towards a post-griersonian documentary”, também traduzidos para português e para castelhano. Complementam este livro artigos sobre o filme etnográfico, a operacionalização do conceito de encenação no documentário, caracterização e problemáticas de um sub-género promissor do documentário, o making of , manifestações do cinema directo em versão portuguesa, a revolução portuguesa de Abril, os documentários portugueses realizados para empresas industriais, o movimento operário brasileiro dos anos 70 colocado em documentário, a vanguarda presente nos filmes NO-DO (Noticiero documental) da era franquista espanhola, integração do cinema de animação pelo documentário, ou vice-versa, a narrativa documental e a presença do documentário na Teoria Realista.

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