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Área: Pedagogia



imagem O leitor encontrará neste livro o resultado de pesquisas científicas sobre temas que fundam a educação problematizam princípios e práticas atuais da educação escolarizada. Sem abandonar as antigas concepções de educação e também sem valorizar apenas as novidades teóricas, os autores apostam numa sólida união entre Psique e Eros, inspirada nas concepções de Freud. A obra abrange estudos sobre o lúdico na educação infantil, a ética, os afetos, o valor da fantasia na aprendizagem e no desenvolvimento emocional, a constituição profissional de docentes e pesquisadores, a orientação sexual e a educação escolar. Pertinências e impertinências da educação são consideradas na medida em que produzem e reproduzem valores humanos na construção de identidade pessoal e profissional.

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imagem A autora faz aqui a defesa da teoria de Piaget e aponta os descaminhos dessa teoria no âmbito educacional, esclarecendo, além de rebater, as principais críticas que se faz a ela. Para isso, levanta e discute ideias comumente encontradas em textos educacionais “ditos construtivistas”, artigos e obras de seus críticos e, ainda, nas concepções que emergem no discurso de professores, buscando identificar equívocos, distorções e congruências. O principal objetivo da autora é mostrar como o Construtivismo tem sido “desconstruído” na área educacional e recolocar a teoria piagetiana em seus espaços próprios – os da Epistemologia e Psicologia. Ela procura analisar as concepções que considera falsas ou simplesmente desvirtuadas sobre o Construtivismo no âmbito educacional a partir do interior da teoria, ou seja, recorrendo a argumentos que se apoiam nos “propósitos, questões e conceitos que informaram o trabalho científico de Piaget”. O livro foi dividido em três partes. A primeira, intitulada “Construtivismo, psicologia e educação” trata de elucidar os conceitos-chave da teoria piagetiana, recordar como o Construtivismo veio a tornar-se uma corrente hegemônica na Psicologia e mostrar sua trajetória na educação brasileira. A segunda parte (“Uma pesquisa sobre os desvios do Construtivismo em professores do ensino fundamental”) apresenta dados quantitativos acerca desses “desvios”, os principais equívocos dos professores e uma interpretação sobre as causas de tal “assimilação deformante”. A terceira parte, “Piaget e seus intérpretes”, é dedicada aos intérpretes de Piaget, incluindo seus críticos. Aborda os “recados” enviados aos professores por autores construtivistas e os “pecados” contidos em certas ideias que se transformaram, inclusive, em slogans, além de questionar mais um caso de “assimilação deformante”.

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imagem Este livro nasceu do Simpósio “A Narrativa Ficcional para Crianças e Jovens e as Representações de Práticas de Leitura”, que coordenamos no Congresso Internacional da ABRALIC, em 2008, na USP. Gostamos tanto das experiências que trocamos ali, dos momentos que vivemos juntos, que decidimos concretizar no impresso um pouco do muito que aconteceu naqueles dias chuvosos e friorentos de julho, nessa São Paulo querida e provocadora. Alguns dos capítulos deste livro estão completamente diferentes daquilo que apresentamos no Simpósio, outros estão um pouco mudados, outros ainda permaneceram iguais. Todos eles testemunham nossa paixão pela LIJ e pela leitura. Vejam quem somos em algumas fotos. No final do livro, na parte “Quem Somos Nós?”, vocês poderão ler um pouco acerca de nossas ações na docência e na pesquisa.

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imagem O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e a indisciplina são na atualidade assuntos que aparecem com forte incidência no cotidiano escolar. Algumas condutas apresentadas pelas crianças, neste contexto, são vistas como indicativos de tal transtorno e isso vem contribuindo para que crianças ainda muito pequenas sejam encaminhadas pelos educadores aos profissionais da saúde, por apresentarem na escola comportamentos considerados indisciplinados, agitados e impulsivos. A presente pesquisa tem como principal objetivo, discutir a relação entre indisciplina e o diagnóstico de TDAH, a partir da queixa do professor da educação infantil. Pretende ainda, analisar a postura dos educadores diante do processo de patologização no campo educacional, levando em conta a sociedade eugênica e disciplinar, que foi consolidada com o processo de higienização ocorrido no início do século XX, como também, construir uma reflexão crítica acerca das práticas sociais e educativas que ora se configuram, mediante a análise da educação contemporânea e do resgate histórico da escolarização no Brasil. A pesquisa se caracteriza como um estudo de caso qualitativo e as estratégias metodológicas empregadas para a coleta de dados incluíram a observação participante, entrevistas semiestruturadas, diário de campo e análise de documentos. Os resultados foram organizados em oito eixos temáticos e indicaram principalmente que os educadores apresentam dificuldades para estabelecer diferenças entre indisciplina e o TDAH e o que é normal e patológico, o que tem causado o aumento expressivo no número de encaminhamentos de crianças aos profissionais de saúde e a consequente patologização e medicalização da infância.

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imagem Caros Professores e Professoras. É com muito prazer que apresentamos a vocês o material a seguir, que os(as) acompanhará ao longo do Curso de Formação: um conjunto de sete fascículos e quatro fitas de vídeo, além de um fascículo para os Professores Orientadores.

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imagem Esta obra apresenta questões importantes e discute tabus sobre o desenvolvimento sexual de pessoas com deficiência intelectual. Acreditando na prática interdisciplinar, busca contribuir para uma melhoria na prevenção, qualidade de vida e adaptação social da pessoa com deficiência mental. Para sua elaboração, a autora contou com algumas referências bibliográficas pertinentes ao tema, relatos de experiências pedagógicas diversas e a própria experiência adquirida ao longo de sua carreira acadêmica.

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imagem A avaliação do contexto da instituição educacional pode ser vista de vários ângulos, desde o ponto de vista estritamente didático e das estratégias de avaliação da aprendizagem escolar até questões epistemológicas, sociais e políticas que estão implicadas na instituição educacional e em outras instituições que envolvem relações de saber-poder. Esse livro expressa um explícito compromisso com a qualidade e democratização da educação e praticando um diálogo que envolve muitas vozes. Esse compromisso será compartilhado com o leitor, especialista ou não.

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imagem Fundamentado na perspectiva histórico-cultural, este livro identifica as características do brincar das crianças nas idades de seis e sete anos, período de passagem da Educação infantil para o Ensino Fundamental. Analisa ainda em que circunstâncias os educadores criam espaços para as brincadeiras e como o fazem. Trata-se de um tema de grande atualidade num momento em que as instituições escolares, ao darem prioridade à alfabetização com o uso de materiais apostilados, cada vez mais reduzem os aspectos lúdicos nos processos educativos.

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imagem pretendemos, com este livro, proporcionar aos educandos da Escola Ativa a construção de leitura e escrita através de atividades agradáveis, prazerosas e, ao mesmo tempo, desafiadoras. Buscar novos caminhos e novas posturas de trabalho para a alfabetização tem sido uma das metas essenciais do educador alfabetizador. Sabemos que a alfabetização é um processo, e não se limita apenas a ler e escrever os signos do alfabeto, mas, sim, compreender como funciona a estrutura da língua e a forma como é utilizada. Dessa forma, entendemos a aprendizagem da leitura e da escrita como um processo dinâmico, que se faz por duas vias de acesso, uma técnica (alfabetização) e outra que diz respeito ao uso social (letramento).

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imagem "Desde a década de 1960, as práticas criativas em Educação Musical têm sido alvo de interesse e estudo de muitos educadores musicais/ compositores em todo o mundo. Esteve também bastante presente no Brasil, com as propostas de Hans-Joachim Koellreutter e Conrado Silva, entre muitos outros. Assinale-se, também, a presença no país do canadense Murray Schafer a partir de 1990, que exerceu grande influência nos estudos dessa temática, desde que começou a visitar o Instituto de Artes da Unesp e a ter seus livros publicados no Brasil. Recentemente, em 2011 e 2012, prosseguindo em sua tradição de pesquisar esse tema, o GEPEM – Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação Musical –, sediado no IA/Unesp, recebeu a visita da pesquisadora e docente Chefa Alonso, musicista espanhola especializada em técnicas de Improvisação Livre, em que se destaca o trabalho sistemático de criação e improvisação com instrumentos, voz e corpo. A preocupação com as práticas criativas em Educação Musical é o germe de toda pesquisa desenvolvida pelo GEPEM no decorrer dos anos e a vinda de Chefa Alonso contribuiu fortemente com as investigações do grupo. Sua experiência enriqueceu o trabalho e reforçou a percepção da importância de se aprofundar no estudo dessa temática e em sua aplicação em diferentes contextos, nas escolas, projetos sociais e em cursos profissionalizantes e superiores de Música. No presente trabalho, Marisa Trench de Oliveira Fonterrada oferece ao leitor o resultado de sua pesquisa na área de Educação Musical, partindo da análise da experiência de Chefa Alonso e enveredando por uma profunda reflexão a respeito do tema, graças à colaboração de educadores musicais de todo o país, consultados por internet, e de pesquisadores brasileiros e espanhóis entrevistados. Em Ciranda de sons, apresenta-se um levantamento inédito de como o assunto tem sido tratado no Brasil, tanto no que se refere à produção acadêmica quanto no que diz respeito à atuação de professores de música brasileiros de diferentes formações e que atuam em múltiplos espaços, assim contribuindo para o desenvolvimento da área da Educação Musical."

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imagem A coleção produção de material didático para diversidade é resultado de um curso ofertado à distância pela UNESP, pelo sistema da Universidade Aberta do Brasil, aos professores e às professoras da rede pública de ensino, A conjuntura histórica de mudanças e transformações sociais será presente em todos os setores da vida social, exigindo das experiências individuais e coletivas um reinventar de nossas práticas pedagógicas. Dentro dessa perspectiva, a coleção, em todos os seus volumes, delineou alguns propósitos, a destacar três deles: (1) procurou estimular um debate reflexivo sobre temas contemporâneos da diversidade; (2) procurou estimular a avaliação de materiais didáticos existentes; (3) fomentou um debate sobre a realização de projetos de produção de recursos didáticos em diferentes linguagens em temas da diversidade. Tendo em vista o caráter didático dessa coleção, todos os textos dos volumes foram pensados sob uma mesma estrutura: primeiras palavras – uma introdução ao tema abordado; Problematizando o tema – aqui se adota uma postura bastante crítica e os conceitos e os fundamentos teóricos pertinentes a cada uma das abordagens são expostos e debatidos; Instrumentalizando o tema – trata-se do espaço privilegiado para a reflexão sobre possíveis aplicações em sala de aula do que foi antes, em termos teóricos, exposto; Saiba mais… – momentos dos textos em que se expõem indicações para um maior aprofundamento crítico do debate realizado: completam a obra as referências bibliográficas sugeridas e trabalhadas pelos autores e autoras.

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imagem Este Caderno Temático encerra um processo de discussão, estudos e de produção de material didático-pedagógico sobre a prevenção ao uso indevido de drogas nas escolas. Esse processo iniciou-se em 2007, com a organização da Coordenação de Desafios Educacionais Contemporâneos, e teve como ação a formação continuada dos profissionais da educação da rede estadual de ensino e a elaboração do Caderno Temático de Prevenção ao Uso Indevido de Drogas, assessorado pela Professora Regina de Paula Medeiros (PUC-MG).

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imagem Apublicação que o Departamento de Políticas de Educação Infantil e Ensino Fundamental- DPE, vinculado à Secretaria de Educação Básica – SEB, deste Ministério da Educação – MEC, ora apresenta, tem como objetivo principal deflagrar, em âmbito nacional, um processo de debate, nas escolas e nos sistemas de ensino, sobre a concepção de currículo e seu processo de elaboração.

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imagem Apublicação que o Departamento de Políticas de Educação Infantil e Ensino Fundamental- DPE, vinculado à Secretaria de Educação Básica – SEB, deste Ministério da Educação – MEC, ora apresenta, tem como objetivo principal deflagrar, em âmbito nacional, um processo de debate, nas escolas e nos sistemas de ensino, sobre a concepção de currículo e seu processo de elaboração

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imagem Apublicação que o Departamento de Políticas de Educação Infantil e Ensino Fundamental- DPE, vinculado à Secretaria de Educação Básica – SEB, deste Ministério da Educação – MEC, ora apresenta, tem como objetivo principal deflagrar, em âmbito nacional, um processo de debate, nas escolas e nos sistemas de ensino, sobre a concepção de currículo e seu processo de elaboração.

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imagem Este livro é publicado pelo Programa de Publicações da Pró-Reitoria de Extensão Universitária da Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho" (UNESP). Obs: Necessita de cadastro gratuito para acessar o livro.

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imagem "Se historicamente a educação escolar no Brasil foi marcada por um profundo corte elitista, o processo de democratização do ensino apresentou incontestáveis avanços desde a Constituição de 1988. A caminhada pela universalização, no entanto, não se deu à margem de suas heranças históricas, bem como novas fronteiras surgiram para o desafio da educação emancipatória. Esta obra reúne 17 ensaios que debatem os dilemas existentes no cotidiano da sala de aula. Divididos em três partes - "" Educação, culturas realidade social"", ""Políticas educacionais"" e ""A escola"" -, os textos coligidos abordam temas variados relacionados à prática escolar, como cidadania, políticas afirmativas e gestão administrativa, e compõem um cenário contemporâneo dos principais desafios colocados para a educação de nosso tempo."

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imagem O início do século XXI apresenta inúmeros desafios à humanidade. Um deles é o de superar as contradições sociais, especialmente nos países com alto grau de concentração de renda e desigualdade. A fome, a miséria, a exclusão, a exploração são condições que exigem projetos políticos nacionais e internacionais de enfrentamento para sua superação. O Brasil é um exemplo de país contraditório, com imenso potencial humano e de biodiversidade, mas com excessiva concentração de renda e altos níveis de pobreza.

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imagem Apublicação que o Departamento de Políticas de Educação Infantil e Ensino Fundamental- DPE, vinculado à Secretaria de Educação Básica – SEB, deste Ministério da Educação – MEC, ora apresenta, tem como objetivo principal deflagrar, em âmbito nacional, um processo de debate, nas escolas e nos sistemas de ensino, sobre a concepção de currículo e seu processo de elaboração.

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imagem A coleção produção de material didático para diversidade é resultado de um curso ofertado à distância pela UNESP, pelo sistema da Universidade Aberta do Brasil, aos professores e às professoras da rede pública de ensino, A conjuntura histórica de mudanças e transformações sociais será presente em todos os setores da vida social, exigindo das experiências individuais e coletivas um reinventar de nossas práticas pedagógicas. Dentro dessa perspectiva, a coleção, em todos os seus volumes, delineou alguns propósitos, a destacar três deles: (1) procurou estimular um debate reflexivo sobre temas contemporâneos da diversidade; (2) procurou estimular a avaliação de materiais didáticos existentes; (3) fomentou um debate sobre a realização de projetos de produção de recursos didáticos em diferentes linguagens em temas da diversidade. Tendo em vista o caráter didático dessa coleção, todos os textos dos volumes foram pensados sob uma mesma estrutura: primeiras palavras – uma introdução ao tema abordado; Problematizando o tema – aqui se adota uma postura bastante crítica e os conceitos e os fundamentos teóricos pertinentes a cada uma das abordagens são expostos e debatidos; Instrumentalizando o tema – trata-se do espaço privilegiado para a reflexão sobre possíveis aplicações em sala de aula do que foi antes, em termos teóricos, exposto; Saiba mais… – momentos dos textos em que se expõem indicações para um maior aprofundamento crítico do debate realizado: completam a obra as referências bibliográficas sugeridas e trabalhadas pelos autores e autoras.

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imagem A aplicação das tecnologias de informação e comunicação à educação (como o uso dos games como locus de aprendizagem e a midiatização do conhecimento na EAD), o reconhecimento da diversidade cultural, a valorização das trocas interculturais, a importância da ética e dos valores e da história oral de vida, a definição de políticas públicas e a atualidade do pensamento de Freinet, Vigotsky e Paulo Freire são alguns dos temas discutidos neste livro. Se seu tema central é a educação e os desafios que a contemporaneidade apresenta para a formação de profissionais da área, sua maior virtude é não desconhecer as densidades interpretativas que surgem com estas reflexões

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imagem As comunidades remanescentes de quilombo no Paraná, até então invisibilizadas da história e da cultura paranaense, passaram a ser explicitadas, consideradas e pautadas na definição e apropriação de políticas públicas a partir do ano de 2006, com o início do levantamento socioeconômico e educacional realizado pelo Governo do Estado do Paraná. A análise dos dados relativos aos quilombos paranaenses provocou a reflexão sobre o impacto das políticas universais em comunidades específicas e o questionamento sobre sua efetividade enquanto mecanismos de promoção da igualdade social.

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imagem A Secretaria de Educação Especial do Ministério da Educação e do Desporto, objetivando a divulgação de conhecimentos técnico-científicos mais atualizados acerca das diferentes áreas de deficiência, bem como relativos à superdotação, edita textos e sugestões de práticas pedagógicas referentes à educação dos alunos com necessidades especiais. A presente série trata da Educação de alunos com Deficiência Auditiva.

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imagem O enfoque desta obra decorre da relevância que o contexto sociocultural em que a pessoa está inserida serve de parâmetro para classificá-la como normal e anormal, além de enfatizar o ensino e a escola, bem como as formas e condições de aprendizado. Esta perspectiva, ao invés de procurar no aluno a origem de um problema, define o tipo de resposta educativa e de recursos e apoios que a escola deve proporcionar a esse aluno para que ele obtenha o sucesso escolar.

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imagem O livro traz texto de apresentação, onde se explicita como a temática se tornou objeto de estudo e trabalho destas duas profissionais, seguido de uma introdução em que se discutem educação, exclusão social, direitos humanos, a realidade das pessoas com deficiência e o papel da escola neste cenário. Um capítulo de Contextualização conceitua as ideias de deficiência, inclusão versus integração, educação inclusiva e formação do professor. Depois, o capítulo Refletindo sobre a educação inclusiva apresenta a psicologia histórico-cultural de Vygotsky e as contribuições da psicanálise. Análise da inclusão na prática faz um delineamento da pesquisa e discute qualificação e problematização da inclusão no cotidiano escolar, a atuação e a formação do professor, os paradoxos e sentimentos despertados pela convivência.

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imagem O presente estudo inscreve-se no campo das políticas públicas para a infância destacando a questão da educação infantil como um dos direitos da criança. Atualmente, a criança é reconhecida como sujeito pleno de direitos, ganhando a infância maior visibilidade na sociedade, respaldada por dispositivos legais de âmbito internacional. Em contrapartida, os discursos teóricos e a realidade de milhares de crianças em todo o mundo têm revelado o estado paradoxal da condição da criança e da efetivação dos seus direitos. Portanto, o objetivo deste estudo foi o de analisar as concepções de criança, seus direitos e educação infantil apresentadas pelas educadoras das creches de Franca, e de que forma essas categorias são manifestadas nas práticas institucionais. A construção da pesquisa, referenciada na abordagem qualitativa, teve como aporte teórico-metodológico a teoria das representações sociais e o emprego de questionários e entrevistas semiestruturadas como instrumentos metodológicos para a coleta dos dados empíricos, posteriormente analisados pela técnica da análise de conteúdo. Com base nas análises desenvolvidas, constatou-se nos discursos e nas ações das profissionais representações da criança como um sujeito marcado pela condição de "vir a ser", dependente do adulto, frágil e inocente, associadas a um modelo de educação infantil escolarizante e preparatório de futuras aprendizagens. Desta forma, as representações acerca das categorias criança, direitos e educação infantil não favorecem, efetivamente, para que as crianças exerçam a condição de sujeitos de direitos e protagonistas nos espaços institucionais, e para que as creches sejam legitimadas enquanto espaços de exercício da cidadania da infância.

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imagem Este livro é resultado da movimentação de negros e negras, de ontem e de hoje, que participaram e participam ativamente na luta por uma educação anti-racista, pela implementação de políticas públicas voltadas para a população negra brasileira, entre outras. Os artigos aqui apresentados são oriundos dos trabalhos de conclusão de curso do I curso de especialização em Educação das Relações Etnicorraciais e História e Cultura Africana e Afro Brasileira, promovido pelo Núcleo de Estudos Afro Brasileiros da Universidade Federal de Uberlândia, curso esse financiado pelo Edital UNIAFRO2008, MEC/SECAD/FNDE, com as parcerias da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e do Instituto de Química.

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imagem Este documento deve constituir-se em subsídio à elaboração de projetos e propostas curriculares a serem desenvolvidos por organizações governamentais e não-governamentais, adaptados às realidades locais e necessidades específicas. Diante das necessidades apontadas pelo quadro das condições de trabalho dos educadores, este Ministério entende a conquista da autonomia pedagógica como uma meta a ser atingida e, portanto, atua sob a convicção de que o trajeto dessa conquista exige o zelo do esforço coletivo. Assim, este trabalho representa para o MEC a possibilidade de colocar à disposição das secretaria estaduais e municipais de educa- ção e dos professores de educação de jovens e adultos um importante instrumento de apoio, com a qualidade de referencial que lhe é conferida pelo notório saber de seus autores. Secretaria de Educação Fundamental Ministério da Educação e do Desporto

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imagem A Secretaria de Educação Básica zela pela educação infantil, pelo ensino fundamental e pelo ensino médio. A educação básica é o caminho para assegurar a todos os brasileiros a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhes os meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores. Atualmente, os documentos que norteiam a educação básica são a Lei nº 9.394, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica e o Plano Nacional de Educação, aprovado pelo Congresso Nacional em 26 de junho de 2014. Outros documentos fundamentais são a Constituição da República Federativa do Brasil e o Estatuto da Criança e do Adolescente

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imagem Este governo, ao reafirmar a urgência da construção de uma escola inclusiva, cidadã, solidá ria e de qualidade social para todas as crianças, adolescentes e jovens brasileiros, assume, cada vez mais, o compromisso com a implementação de políticas indutoras de transformações significativas na estrutura da escola, na reorganização dos tempos e dos espaços escolares, nas formas de ensinar, aprender, avaliar, organizar e desenvolver o currículo, e trabalhar com o conhecimento, respeitando as singularidades do desenvolvimento humano. O Ministério da Educação vem envidando efetivos esforços na ampliação do ensino fundamental para nove anos de duração, considerando a crescente universalização dessa etapa de ensino de oito anos de duração e, ainda, a necessidade de o Brasil aumentar o número de anos do ensino obrigatório. Essa relevância é constatada, também, ao se analisar a legislação educacional brasileira: a Lei no 4.024/1961 estabeleceu quatro anos de escolaridade obrigatória; com o Acordo de Punta Del Este e Santiago, de 1970, estendeu-se para seis anos o tempo do ensino obrigatório; a Lei no 5.692/1971 determinou a extensão da obrigatoriedade para oito anos; já a Lei no 9.394/ 1996 sinalizou para um ensino obrigatório de nove anos de duração, a iniciar-se aos seis anos de idade, o que, por sua vez, tornou-se meta da educação nacional pela Lei no 10.172/2001, que aprovou o Plano Nacional de Educação. Finalmente, em 6 de fevereiro de 2006, a Lei no 11.274, institui o ensino fundamental de nove anos de duração com a inclusão das crianças de seis anos de idade. Com a aprovação da Lei no 11.274/2006, mais crianças serão incluídas no sistema educacional brasileiro, especialmente aquelas pertencentes aos setores populares, uma vez que as crianças de seis anos de idade das classes média e alta já se encontram, majoritariamente, incorporadas ao sistema de ensino – na pré-escola ou na primeira série do ensino fundamental. A importância dessa decisão política relaciona-se, também, ao fato de recentes pesquisas mostrarem que 81,7% das crianças de seis anos estão na escola, sendo que 38,9% freqüentam a educação infantil, 13,6% pertencem às classes de alfabetização e 29,6% estão no ensino fundamental (IBGE, Censo Demográfico 2000). Outro fator importante para a inclusão das crianças de seis anos na instituição escolar deve-se aos resultados de estudos demonstrarem que, quando as crianças ingressam na instituição escolar antes dos sete anos de idade, apresentam, em sua maioria, resultados superiores em relação àquelas que ingressam somente aos sete anos. A exemplo desses estudos, podemos citar o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb) 2003. Tal sistema demonstra que crianças com histórico de experiência na pré-escola obtiveram maiores médias de proficiência em leitura: vinte pontos a mais nos resultados dos testes de leitura. Para que o ensino fundamental de nove anos seja assumido como direito público subjetivo e, portanto, objeto de recenseamento e chamada escolar pública (LDB 9.394/1996 Art. 5º), é fundamental, nesse momento de sua implantação, considerar a organização federativa e o regime de colaboração entre os sistemas de ensino estaduais, municipais e do Distrito Federal. Deve-se observar, também, o que estabelece a Resolução CNE/CEB no 3/2005, de 3 de agosto de 2005, que fixa, como condição para a matrícula de crianças de seis anos de idade no ensino fundamental, que essas, obrigatoriamente, tenham seis anos completos ou a completar no início do ano letivo em curso. Ressalte-se que o ingresso da criança de seis anos no ensino fundamental não pode constituir uma medida meramente administrativa. É preciso atenção ao processo de desenvolvimento e aprendizagem das crianças, o que implica conhecimento e respeito às suas características etárias, sociais, psicológicas, e cognitivas. Nesse sentido, o Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB) e do Departamento de Políticas da Educação Infantil e do Ensino Fundamental (DPE), buscando fortalecer um processo de debate com professores e gestores sobre a infância na educação básica, elaborou este documento, cujos focos são o desenvolvimento e a aprendizagem das crianças de seis anos de idade ingressantes no ensino fundamental de nove anos, sem perder de vista a abrangência da infância de seis a dez anos de idade nessa etapa de ensino. Finalmente, informamos que este documento compõe-se de nove capítulos: A infância e sua singularidade; A infância na escola e na vida: uma relação fundamental; O brincar como um modo de ser e estar no mundo; As diversas expressões e o desenvolvimento da criança na escola; As crianças de seis anos e as áreas do conhecimento; Letramento e alfabetização: pensando a prática pedagógica; A organização do trabalho pedagógico: alfabetização e letramento como eixos organizadores; Avaliação e aprendizagem na escola: a prática pedagógica como eixo da reflexão; e Modalidades organizativas do trabalho pedagógico: uma possibilidade.

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imagem Delineando os caminhos de uma etnografia da educação, este livro provoca os leitores a refletir sobre os processos de escolarização numa sociedade marcada pelo profundo desconhecimento dos mecanismos que cotidianamente se empregam para perpetuar a desigualdade social. O livro, fruto de uma aprimorada aplicação do conceito de etnografia em pesquisas educacionais, reúne trabalhos que desenham os conceitos e usos da etnografia como uma paradigma teórico-epistemológico nas pesquisas qualitativas.

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imagem A obra apresenta elementos capazes de instigar a reflexão sobre a mídia social Facebook nos mais diversos contextos e situações, envolvendo os usos que as pessoas fazem dessa mídia; os temas que surgem e como esses se configuram enquanto objeto de estudo num ambiente de diálogo; os potenciais sociotécni­cos e educacionais da rede, enquanto espaços de subjetivação, sociabilidade e diferença; bem como os usos do Facebook no ensino superior e na formação continuada de professores.

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imagem En este estudio, que se organiza en dos partes, se definirán algunos fundamentos inéditos o poco frecuentes para la educación. Para ello se cuestionará la formación y la educación radicalmente y se ofrecerán alternativas. Se utiliza un enfoque pedagógico construido por el autor, adjetivado como 'radical e inclusivo'. Desde este enfoque se ha mirado lo mismo de otro modo, como consecuencia de lo cual se han observado asuntos diferentes. Por ejemplo, que la noción que de ordinario de la educación se tiene es llamativamente incompleta, insuficiente y contradictoria, o que la historia de la innovación educativa ha desarrollado una educación deficitaria en Occidente desde su raíz.

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imagem O livro “Gestão Educacional nos Municípios: entraves e perspectivas", de Maria Couto Cunha foi lançado no dia 18 de junho no Museu Geológico da Bahia. A obra analisa políticas públicas, implantadas na área educacional, nas últimas décadas, principalmente no que se refere à descentralização do ensino. As análises evidenciaram a gênese destas políticas, as forças que engendraram suas formulações, as implantações das mesmas e, em alguns casos, investigaram os impactos produzidos. O foco dos textos reside no desdobramento destas políticas nos governos municipais, registrando uma pesquisa sobre violência escolar e outra sobre a formação de diretores de escolas estaduais.

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imagem Os cadernos “Jogos na Alfabetização Matemática” e “Jogos - Encartes” apresentam alguns jogos que têm como objetivo auxiliar no trabalho com a Alfabetização Matemática. De acordo com nossos pressupostos, compreendemos que o jogo em sala de aula não pode ser visto como um mero passatempo. Por esse motivo, com vistas a auxiliar o trabalho pedagógico e ampliar as potencialidades do uso de jogos no desenvolvimento dos conceitos matemáticos, uma série de considerações são necessárias, em particular as que tratam do papel do professor. Apresentaremos algumas dessas considerações nas seções seguintes. Este caderno está dividido em duas partes. Na primeira apresentaremos algumas possibilidades e sugestões para o uso dos jogos na Alfabetização Matemática e, na segunda, descreveremos alguns jogos especialmente selecionados para o ciclo de alfabetização.

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imagem A formação do leitor, o contexto da leitura e a produção literária para crianças e jovens no Brasil são as questões centrais desta coletânea, que oferece vasta matéria para reflexão sobre o assunto. O livro reúne artigos de pesquisadores do Grupo de Trabalho (GT) de Literatura Infantil e Leitura da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Letras e Lingüística (Anpoll), criada em 1984 para representar a área junto às agências de fomento e aos fóruns responsáveis pelas políticas de pesquisa e pós-graduação no país. Obs: necessita de cadastro gratuito para acessar o livro.

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imagem A coletânea de textos deste livro analisa os desafios e as possibilidades de uma educação que transcenda os muros da sala de aula e se abra para as linguagens e práticas do mundo. No novo cenário que vai se delineando para a educação do século XXI, o contexto de ensino e aprendizagem de línguas já vem mostrando os efeitos da "Idade Mídia" em que vivemos, sinalizando, também, o importante papel que as novas ferramentas de natureza tecnológica vêm desempenhando na definição de novas posturas e modalidades pedagógicas. Tais aspectos são discutidos por pesquisadores de renomadas instituições de ensino superior, nacionais e internacionais, que propõem três eixos centrais de reflexão: linguagem, educação e virtualidade. Partindo de suas experiências didáticas e reflexões teóricas, os autores colocam em pauta assuntos de relevância para a compreensão das novas demandas que refletem diretamente em áreas como a formação inicial e continuada de professores, o trabalho docente na sala de aula presencial e virtual, o design de materiais didáticos e a forma como os novos meios e práticas incidem no funcionamento da linguagem e no surgimento de novos gêneros discursivos.

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imagem Este livro reúne experiências e reflexões de académicos e não académicos sobre as potencialidades dos media para envolver e capacitar comunidades. Ao longo destas páginas, encontram-se textos que documentam propostas educativas e cívicas em torno dos media ou refletem sobre as capacidades dos media para trabalhar no seio das comunidades, incluindo as esferas da infância/juventude e/ou dos adultos e seniores.

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imagem Este livro é publicado pelo Programa de Publicações da Pró-Reitoria de Extensão Universitária da Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho" (UNESP). Obs: Necessita de cadastro gratuito para acessar o livro.

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imagem Os Parâmetros Curriculares Nacionais constituem um referencial de qualidade para a educação no Ensino Fundamental em todo o País. Sua função é orientar e garantir a coerência dos investimentos no sistema educacional, socializando discussões, pesquisas e recomendações, subsidiando a participação de técnicos e professores brasileiros, principalmente daqueles que se encontram mais isolados, com menor contato com a produção pedagógica atual.

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imagem O Ensino Médio no Brasil está mudando. A consolidação do Estado democrático, as novas tecnologias e as mudanças na produção de bens, serviços e conhecimentos exigem que a escola possibilite aos alunos integrarem-se ao mundo contemporâneo nas dimensões fundamentais da cidadania e do trabalho. Partindo de princípios definidos na LDB, o Ministério da Educação, num trabalho conjunto com educadores de todo o País, chegou a um novo perfil para o currículo, apoiado em competências básicas para a inserção de nossos jovens na vida adulta. Tínhamos um ensino descontextualizado, compartimentalizado e baseado no acúmulo de informações. Ao contrário disso, buscamos dar significado ao conhecimento escolar, mediante a contextualização; evitar a compartimentalização, mediante a interdisciplinaridade; e incentivar o raciocínio e a capacidade de aprender. Estes Parâmetros cumprem o duplo papel de difundir os princípios da reforma curricular e orientar o professor, na busca de novas abordagens e metodologias. Ao distribuí-los, temos a certeza de contar com a capacidade de nossos mestres e com o seu empenho no aperfeiçoamento da prática educativa. Por isso, entendemos sua construção como um processo contínuo: não só desejamos que influenciem positivamente a prática do professor, como esperamos poder, com base nessa prática e no processo de aprendizagem dos alunos, revê-los e aperfeiçoá-los.

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imagem O Ensino Médio no Brasil está mudando. A consolidação do Estado democrático, as novas tecnologias e as mudanças na produção de bens, serviços e conhecimentos exigem que a escola possibilite aos alunos integrarem-se ao mundo contemporâneo nas dimensões fundamentais da cidadania e do trabalho. Partindo de princípios definidos na LDB, o Ministério da Educação, num trabalho conjunto com educadores de todo o País, chegou a um novo perfil para o currículo, apoiado em competências básicas para a inserção de nossos jovens na vida adulta. Tínhamos um ensino descontextualizado, compartimentalizado e baseado no acúmulo de informações. Ao contrário disso, buscamos dar significado ao conhecimento escolar, mediante a contextualização; evitar a compartimentalização, mediante a interdisciplinaridade; e incentivar o raciocínio e a capacidade de aprender. Estes Parâmetros cumprem o duplo papel de difundir os princípios da reforma curricular e orientar o professor, na busca de novas abordagens e metodologias. Ao distribuí-los, temos a certeza de contar com a capacidade de nossos mestres e com o seu empenho no aperfeiçoamento da prática educativa. Por isso, entendemos sua construção como um processo contínuo: não só desejamos que influenciem positivamente a prática do professor, como esperamos poder, com base nessa prática e no processo de aprendizagem dos alunos, revê-los e aperfeiçoá-los.

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imagem A coletânea tem como eixo central a Educação Escolar e este tema conduz e confere unidade às reflexões, abordado a partir de diferentes perspectivas. A preocupação que perpassa todos os textos pode ser expressa na seguinte pergunta: como enfrentar os problemas vividos pela escola, num momento em que a ela se atribui uma gama enorme de responsabilidades? Cada autor, circunscrito à sua temática de pesquisa, nos instiga a pensar essa questão. O que move cada um é o desejo de que a escola acolha aqueles que lá chegam e que se responsabilize por eles, mas sem perder de vista o quanto é complexa e delicada essa atividade de inserção dos novos neste mundo. Talvez, a ideia de responsabilidade seja mesmo a que melhor defina os propósitos gerais desta coletânea, a qual se manifesta no compromisso político com a educação de crianças e de adolescentes, portanto, no compromisso com o mundo em que vivemos. A resposta a essa pergunta poderá ter como parâmetro os textos aqui presentes que estão assim organizados: na primeira parte da coletânea, os autores lidam com aspectos relacionados às Políticas Públicas e Educação; na segunda abordam a Formação de Professores; na terceira parte, focam Valores e Educação e, na quarta parte, voltam-se para as Práticas Educativas. Concluímos, destacando que esta coletânea explicita o quanto é complexa a tarefa de investigar a educação escolar, pois ela comporta uma série de nuances que precisa ser analisada por diferentes saberes que são complementares.

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imagem O Plano Nacional de Educação (PNE), Lei nº 13.005/2014, é um instrumento de planejamento do nosso Estado democrático de direito que orienta a execução e o aprimoramento de políticas públicas do setor. Neste novo texto, fruto de amplos debates entre diversos atores sociais e o poder público, estão definidos os objetivos e metas para o ensino em todos os níveis – infantil, básico e superior – a serem executados nos próximos dez anos.

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imagem Na primeira unidade desta formação, nos propomos a discutir os modos de organização escolar sob a égide não só das orientações legais, mas, principalmente, do movimento que o cotidiano escolar faz ao organizar os saberes e habilidades necessários para a vida na sociedade. Nesse sentido, não poderíamos deixar de discutir e aprofundar temáticas que consideramos relevantes, tais como: currículo, ciclo, avaliação, educação do campo, educação inclusiva e diversidade linguística. Ao longo dos textos, tais temáticas serão retomadas e aprofundadas com o objetivo não só de refletir sobre os conhecimentos escolares presentes no(s) currículo(s) para o ciclo de alfabetização, mas também de problematizar ações didáticas dos professores que potencializam a relevância de se pensar em direitos de aprendizagem, diversidade e inclusão no cotidiano escolar.

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imagem Ao fim de mais um ano de trabalho com o PNAIC, o último caderno de formação busca apresentar uma visão em perspectiva do percurso ao mesmo tempo em que aponta para a necessidade de prosseguirmos nos estudos e esforços para alcançarmos o nosso objetivo de ter como resultado do trabalho o letramento de todas as crianças nos três primeiros anos de escolaridade. Cabe a esse caderno a tarefa de sistematizar o que foi realizado e também a de apontar novos horizontes. Com vistas a atingir esses dois objetivos, iniciamos por refletir sobre a integração dos saberes nos processos de alfabetização das crianças e a difícil tarefa de avaliar dentro dessa perspectiva. Seguimos com dois textos que retomam e enfatizam princípios fundamentais do PNAIC. E finalizamos com dois textos que apontam para futuros planejamentos, bem como ressaltam o que aprendemos nesses três anos de PNAIC.

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imagem O direito de ser criança, com as suas múltiplas maneiras de ser e de viver a infância, caminha, muitas vezes, em uma direção contrária a outro direito que todos os meninos e meninas têm: o de estar alfabetizado(a) até os oito anos de idade. Entendemos por alfabetização não somente a compreensão do sistema de escrita alfabética e o domínio das correspondências entre grafemas e fonemas, mas também as capacidades de ler e produzir textos de diferentes gêneros textuais, relativos aos diferentes componentes curriculares, com autonomia. Neste caderno, defendemos a não incompatibilidade entre ser criança e ingressar no mundo da cultura escrita, que, desde cedo, interessa à criança e compõe o seu universo social e cultural.

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imagem A discussão sobre interdisciplinaridade não é nova. Além disso, no discurso de muitos professores, também é incorporado o uso do termo quando falam sobre sua prática. Mas, será que quando falamos de interdisciplinaridade estamos entendendo o conceito da mesma forma? Falar sobre interdisciplinaridade parece ser mais simples do que incorporar o conceito nas práticas de sala de aula. Considerar o todo das áreas de conhecimento sem buscar a fragmentação excessiva e, por outro lado, aprofundar esse conhecimento em suas especificidades tem sido uma tarefa complexa para o professor. Isso exige dele a saída de sua zona de conforto na tentativa de articular as áreas de ensino, o que não é tarefa fácil para quem, em sua grande maioria, viveu sua escolarização em contato com a fragmentação do conhecimento. Quando pensamos no Ciclo de Alfabetização entendemos a necessidade da realização de um trabalho interdisciplinar que favoreça o processo de alfabetizar letrando.

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imagem Pensar a organização do trabalho pedagógico no processo educativo e, em especial, na alfabetização requer entendimento e articulação de diferentes aspectos, tais como: (i) o que entendemos por ensinar e aprender; (ii) que concepções de ensino e de aprendizagem norteiam nossas práticas e a organização das atividades escolares; (iii) que sujeitos queremos formar; (iv) que recursos didáticos podem favorecer a compreensão de determinados conceitos escolares e a apropriação dos conhecimentos pelos estudantes; (v) que livros didáticos e demais materiais de apoio podem ser utilizados e de que modos podem ser utilizados; (vi) qual a intencionalidade pedagógica presente na seleção de cada um dos recursos disponíveis, dentre tantos outros aspectos.

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imagem O ensino da Língua Portuguesa, ao longo da história da Educação brasileira, tem passado por muitas mudanças, que abrangem desde a definição dos objetos de ensino até os modos de ensinar. Em relação à alfabetização, as transformações têm sido realizadas em meio a embates frequentes sobre o que é alfabetizar e quais são as melhores estratégias para garantir a alfabetização das crianças. Abordagens sintéticas, que privilegiam o treino motor e perceptual, disputam espaço com abordagens mais enunciativas, que privilegiam a reflexão e a inserção do aprendiz nas práticas sociais em que a escrita se faz presente. No âmbito do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (doravante PNAIC), adota-se a abordagem da alfabetização na perspectiva do letramento, na qual se busca favorecer situações propícias de aprendizagem do funcionamento do sistema de escrita alfabética, de modo articulado e simultâneo às aprendizagens relativas aos usos sociais da escrita e da oralidade. Além desse pressuposto, defende-se que a alfabetização é o processo em que as crianças aprendem não somente a ler e a escrever, mas também a falar e a escutar em diferentes contextos sociais, e que a leitura, a escrita, a fala e a escuta representam meios de apropriação de conhecimentos relevantes para a vida.

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imagem Por que ensinar Arte no ciclo de alfabetização? O que ensinar? Como ensinar? Neste Caderno refletiremos sobre essas questões na tentativa de destacar algumas respostas na direção das possibilidades do trabalho escolar com Artes Visuais, Dança, Música e Teatro de uma maneira contextualizada e interdisciplinar, sem perder de vista as especificidades que cada linguagem artística possui. Os textos problematizam diferentes modos de organização do Ensino da Arte no ciclo de alfabetização, destacando aspectos conceituais, históricos e metodológicos. Também enfrentam o desafio da sistematização de conhecimentos específicos de cada linguagem artística, além de destacar a preocupação com a nossa formação estética/cultural enquanto professores. Afinal de contas, sem conhecimentos sobre Arte, como poderíamos problematizar a Arte nos processos de ensino e aprendizagem das crianças?

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imagem No Caderno de Apresentação do ano de 2014 foi elencado, como um dos princípios fundamentais do trabalho com a Educação Matemática no Ciclo de Alfabetização, o foco nas práticas sociais. Levando-se em consideração que o público-alvo do Ciclo de Alfabetização é a criança de 6 a 8 anos, é importante ressaltar que as brincadeiras e os jogos são as práticas sociais de maior interesse e que possuem, também por esse motivo, um grande potencial para a sala de aula. Soma-se a isso o fato de que não devemos esquecer que a finalidade última do ciclo é a alfabetização na perspectiva do letramento, e que, por isso, as obras literárias infantis sempre devem se fazer presentes. Neste Caderno teremos como foco a retomada dos conceitos fundamentais discutidos nos Cadernos de Formação em 2013 e 2014. A Matemática, além de propiciar uma forma de compreensão da realidade, também pode ser a base para o desenvolvimento de alguns aspectos dos conhecimentos em outros campos do saber; e essa é a proposta da organização deste Caderno, encaminhando ações didáticas que integram diferentes áreas de conhecimento por meio do ensino de conceitos matemáticos.

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imagem Este Caderno apresenta discussões teóricas, sugestões de práticas e relatos de experiências que, no conjunto, têm como objetivo oferecer aos professores possibilidades de trabalhar conteúdos ligados às Ciências da Natureza, considerando diferentes contextos da Alfabetização Científica. Para isso, problematizamos: os significados de Alfabetização Científica; a prática de professores no ensino de Ciências Naturais no Ciclo de Alfabetização; a caracterização do “fazer Ciência”, seu percurso histórico e sua importância nos diferentes espaços de educação; a experimentação como forma de conhecer e fazer Ciência; as relações entre Ciência, Tecnologia e Sociedade; as diferentes linguagens na Alfabetização Científica. Nesse trabalho, é fundamental manter a referência ao uso de atividades contextualizadas à realidade dos alunos, ao uso e à criação de atividades lúdicas, ao uso de recursos tecnológicos, bem como à discussão sobre diferentes linguagens que trazem elementos do mundo das Ciências para a sala de aula.

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imagem É objetivo deste material, subsidiar práticas pedagógicas com a intenção de garantir que a criança possa: I. Situar acontecimentos históricos e geográficos, localizando-os em diversos espaços e tempos. II. Relacionar sociedade e natureza reconhecendo suas interações e procedimentos na organização dos espaços, presentes tanto no cotidiano quanto em outros contextos históricos e geográficos. III. Identificar as relações sociais no grupo de convívio e/ou comunitário, na própria localidade, região e país. Identificar também outras manifestações estabelecidas em diferentes tempos e espaços. IV. Conhecer e respeitar os modos de vida (crenças, alimentação, vestuário, fala e etc.) de grupos diversos, em diferentes tempos e espaços. V. Apropriar-se de métodos de pesquisa e de produção de textos das Ciências Humanas, aprendendo a observar, analisar, ler e interpretar diferentes paisagens, registros escritos, iconográficos e sonoros. VI. Elaborar explicações sobre os conhecimentos históricos e geográficos utilizando a diversidade de linguagens e meios disponíveis de documentação e registro. Assim, neste Caderno os textos têm o objetivo de sustentar uma discussão interdisciplinar, sinalizando para possibilidades de interações/articulações existentes na área das Ciências Humanas, com vistas a contribuir com o processo de letramento dos alunos do Ciclo de Alfabetização.

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imagem O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa – PNAIC – é uma ação inédita do Ministério da Educação que conta com a participação articulada do Governo Federal e dos governos estaduais e municipais, dispostos a mobilizar todos os seus esforços e recursos, na valorização dos professores e escolas, no apoio pedagógico com materiais didáticos de alta qualidade para todas as crianças e na implementação dos sistemas adequados de avaliação, gestão e monitoramento.

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imagem O Caderno Gestão Escolar no Ciclo de Alfabetização tem um formato similar aos demais que compõem o material utilizado pelos orientadores de estudos e cursistas, em seus encontros de estudos, com as seções Aprofundando o tema, Compartilhando e Para aprender mais. No entanto, os leitores para quem os textos se dirigem incluem, além de professores alfabetizadores, os diretores de escolas, os coordenadores pedagógicos, as equipes técnicas das Secretarias de Educação e os gestores municipais. Assim, os objetivos deste Caderno são: • argumentar que o eixo da mobilização e da gestão é central para a efetivação do PNAIC, o que implica a participação efetiva de gestores municipais e escolares na implantação do Programa; • refletir sobre a legislação, as instruções normativas, a organização e o funcionamento das políticas educacionais que dizem respeito à formação dos professores dos anos iniciais; • demonstrar que existem diversas mediações que se materializam no cotidiano das escolas e dos sistemas educacionais que interferem diretamente na organização do trabalho pedagógico e na realização dos objetivos do PNAIC; • refletir sobre mudanças na esfera local que são provocadas pela adesão ao PNAIC e por iniciativas de gestores comprometidos com este Programa; • apresentar alguns relatos de educadores envolvidos no PNAIC e mostrar como percebem a gestão local do PNAIC.

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imagem Desse modo, pensar, debater e questionar as políticas educacionais e o discurso sobre a qualidade da educação (discurso tão forte no contexto brasileiro, a partir dos anos de 1980) faz-se necessário para iniciarmos a mudança de direção da educação brasileira. É nessa perspectiva que esse livro, ao discutir questões relacionadas à política, gestão e qualidade da educação, propõe-se a analisar os entraves e as possibilidades da política e da gestão educacional para a efetivação de uma gestão democrática da educação. A elaboração desse livro foi influenciada pelas discussões construídas durante o II Seminário do Grupo de Pesquisa em Política e Gestão da Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio em parceria com I Seminário do Parfor (Plataforma Freire), cujo tema central foi Política educacional, qualidade da educação e gestão democrática.

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imagem Este livro é publicado pelo Programa de Publicações da Pró-Reitoria de Extensão Universitária da Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho" (UNESP). Obs: Necessita de cadastro gratuito para acessar o livro.

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imagem com satisfação que entregamos às nossas escolas, por meio das secretarias estaduais e municipais de educação, o material do projeto PARÂMETROS EM AÇÃO, que tem como propósito apoiar e incentivar o desenvolvimento profissional de professores e especialistas em educação, de forma articulada com a implementação dos Parâmetros Curriculares Nacionais, dos Referenciais Curriculares Nacionais para a Educação Infantil e para a Educação Indígena e da Proposta Curricular para a Educação de Jovens e Adultos.

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imagem Finalidade Como uma ação inicial, a SEF/MEC oferece às secretarias de educação e escolas/grupos de escolas interessados em implementar os Referenciais Curriculares a realização, em parceria, da atividade PARÂMETROS EM AÇÃO. Essa atividade foi planejada para ser realizada em um contexto de formação de profissionais de educação, propiciando o estabelecimento de vínculos com as práticas locais e tendo como finalidades: • Apresentar alternativas de estudo dos Referenciais Curriculares a grupos de professores e a especialistas em educação, de modo que possam servir de instrumentos para o desenvolvimento profissional desses educadores. • Analisar as Diretrizes Curriculares Nacionais (Educação Infantil e Ensino Fundamental) elaboradas pelo Conselho Nacional de Educação, norteadoras do trabalho das escolas.1 • Contribuir para o debate e a reflexão sobre o papel da escola e do professor na perspectiva do desenvolvimento de uma prática de transformação da ação pedagógica. • Criar espaços de aprendizagem coletiva, incentivando a prática de encontros para estudar e trocar experiências e trabalho coletivo nas escolas. • Identificar as idéias nucleares presentes nos Referenciais Curriculares e fazer as adaptações locais necessárias, atendendo às demandas identificadas no âmbito do estado/município ou da própria escola. • Potencializar o uso de materiais produzidos pelo MEC. • Incentivar o uso da TV Escola como suporte para ações de formação de professores.

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imagem Finalidade. Como uma ação inicial, a SEF/MEC oferece às secretarias de educação e escolas/grupos de escolas interessados em implementar os Referenciais Curriculares a realização, em parceria, da atividade PARÂMETROS EM AÇÃO

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imagem A questão central deste livro é como a Psicanálise pode contribuir com a Educação no processo que vai da imaturidade à maturidade, construindo vínculos e diminuindo agravos. Sua fundamentação está no pensamento de Sigmund Freud como teoria, método terapêutico e de investigação do inconsciente, e principalmente nas idéias de Wilfred Bion sobre o vínculo entre pensamento e emoção. Obs: Necessita de cadastro gratuito para acessar o livro.

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imagem Todos los titulados universitarios deben tener unas habilidades probadas en una amplia gama de competencias clave, entre las que se encuentran la resolución de problemas, el pensamiento crítico, la autogestión, la comunicación y la colaboración.

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imagem Este livro é publicado pelo Programa de Publicações da Pró-Reitoria de Extensão Universitária da Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho" (UNESP). Obs: Necessita de cadastro gratuito para acessar o livro.

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imagem Tecnologias Digitais na Educação apresenta uma seleção de artigos que são resultado das monografias da primeira turma do curso de Especialização em Novas Tecnologias na Educação.

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imagem Pesquisar sobre os problemas de atenção no contexto escolar lança-nos a um grande desafio: compreender como as crianças e adolescentes estão sendo diagnósticados com Transtorno de Déficit e Atenção e Hiperatividade - TDAH; conhecer os encaminhamentos e as intervenções realizadas por médicos, professores psicólogos, fonoaudiólogos e demais especialistas fora e intramuros da escola.

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imagem Travessias de Cecíliase constituiu a partir de um texto polifônico e dialógico - em que muitas vozes fizeram emergir histórias - trazendo episódios sobre formação docente e educação matemática no âmbito de Rondônia, considerando o período de 1977 a 2012. Na perspectiva da Nova História Cultural, a pesquisa de doutorado ampliou-se, o que possibilitou a construção da tese, agora livro; em busca de uma compreensão sobre o enredo que se moveu entre dificuldades e oportunidades das personagens, bem como da Educação no estado de Rondônia.

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imagem A obra trata da importância da vivência diária na pesquisa acadêmica. Sua abordagem crítica é direta e mostra de forma prática a eficiência da pesquisa a partir das experiências vividas pelo pesquisador.

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imagem Este livro é publicado pelo Programa de Publicações da Pró-Reitoria de Extensão Universitária da Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho" (UNESP). Obs: Necessita de cadastro gratuito para acessar o livro.

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