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Área: Fotografia



imagem A apropriação de imagens é o centro de Aprox. 50.300.000. O livro é feito a partir de buscas de imagens no Google usando o termo “migrant crisis” (o título do livro é número de imagens encontradas) e a posterior seleção, tratamento e edição da cobertura fotográfica sobre o tema disponível na internet. Abreu criou uma narrativa visual sobre a crise migratória que envolve países da África, Oriente Médio e Europa, algo ambicioso ao tratar um assunto de alta complexidade econômica, social e política. A ideia de recortar as fotografias na procura do gesto mais significativo (ou seu punctum, como definido por Roland Barthes) ajuda a destacar a dramaticidade dos momentos capturados. Junte-se a isso a decisão de não exibir os rostos dos migrantes (apenas detalhes de seus corpos) e mostrar o das autoridades europeias, e o livro toma uma posição política sobre qual lado defender nesta crise mundial. Esse sentido é reforçado nos textos escritos por Ana Luisa Lima e pelo fotógrafo, comentando como a mídia lida com o assunto em um momento de grande profusão de imagens e discursos inflamados. Apesar de bem editado e da qualidade da produção gráfica, o resultado final parece abrandar mais do que realçar a sensação de sufocamento e tensão das imagens, talvez pelo uso do papel leve e pelo contraste suave do preto e branco no tratamento final das imagens.

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imagem Os Cadernos Técnicos vêm atender à necessidade de divulgar trabalhos de brasileiros e estrangeiros, diante da crescente demanda de informações neste setor,o que revela o interesse de profissionais que zelam pela manutenção dos acervos fotográficos,de importância indiscutível no mundo contemporâneo.

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imagem O presente livro reúne seis textos escritos sob diversos pretextos, assumindo várias formas e manifestando distintos propósitos. Em comum encontramos a relação entre o cinema e as tecnologias digitais que tem marcado os últimos anos da sétima arte. Não se procurou ir de encontro aos cânones e hierarquias estabelecidos na produção e na criação cinematográfica, mas antes olhar obras e métodos que usualmente não são eleitos na academia como objetos de estudo relevantes. Assim, encontramos aqui reflexões que discutem o cinema para lá das obras de sucesso público ou aclamação crítica, de euforia mediática ou devoção cinéfila. Tivemos em especial atenção a proliferação do do-it-yourself, as implicações estéticas do Youtube, as virtudes hermenêuticas do making-of, as mutações do cinema de animação, as imbricações entre a tecnologia e as imagens e a propensão do cinema para figurar os seus futuros prováveis.

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imagem As Jornadas Cinema em Português estão enquadradas na linha de investigação do Labcom – Laboratório de Comunicação On-Line – dedicada ao estudo do cinema e visam promover o encontro regular de estudiosos e investigadores do cinema que é feito em Portugal e no espaço da chamada lusofonia.

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imagem "Os artigos apresentados neste volume da coleção “Desafios Contemporâneos” têm como objetivo refletir sobre os problemas atuais que marcam o diálogo com o campo acadêmico e científico da Comunicação. Os 18 artigos reunidos aqui contemplam a área de Comunicação e envolvem diferentes linhas de pesquisa. A iniciativa teve como fim expor não apenas as discussões gerais sobre o campo, mas também a experiência singular e atuante dos pesquisadores da Unesp dedicados ao estudo da Comunicação. Três eixos nortearam a organização dos artigos. O primeiro, “Múltiplas formas de linguagem e produção de sentido”, reúne textos que investigam o campo da produção, da circulação e do funcionamento e das estruturas da linguagem nas diversas mídias e nas suas tipologias textuais. “Políticas e estratégias da Comunicação” trata dos processos e fluxos de comunicação no mundo atual e sua relação com a política na sociedade. Já o terceiro eixo, “Relações socioculturais e suas manifestações na esfera da indústria cultural e das mídias digitais”, analisa as dimensões dos processos, da difusão e da recepção dos produtos midiáticos em sua relação sociocultural. Entre os temas abordados estão a comparação entre as linguagens jornalística e publicitária, a censura judicial à liberdade de imprensa, o desafio teórico-metodológico na aplicação da antropologia interpretativa ao campo da comunicação, conjunturas e desafios da educação superior em comunicação no Brasil, a focalização da vida operária no cinema de Leon Hirszman pelo filme Eles não usam black-tie, entre outros."

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imagem O plano inicial era ter um livro impresso, de verdade, desses que vendem na livraria. A editora que me convidou para produzi-lo estava responsável por esta parte. Infelizmente, tivemos algumas discordâncias sobre pontos do livro e não foi possível chegarmos a um acordo. Por isso, preferi distribuí-lo de graça. E, no fim das contas, essa pendenga toda se mostrou positiva. Foi graças a ela que criei a força necessária para colocar este livro no mundo dentro de um contexto coerente com as minhas próprias demandas. Como pagamento, quero que você faça da sua fotografia uma forma de reconhecer o mundo. Que a sua fotografia vá além das suas necessidades de crescimento e felicidade pessoais, e seja uma ferramenta de mudança sustentável. Não é possível mudar tudo, mas podemos mudar a comunidade que nos cerca e preparar o terreno para quem vem depois.

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imagem O fotógrafo e colecionador Joaquim Paiva usa um conjunto de fotografias e autorretratos feitas por ele nos anos 70 para homenagear artistas que fotografavam suas próprias performances. As imagens de Farsa Truque Ilusões mostram o então diplomata em poses e brincadeiras, interagindo com colegas e amigos em festas, nos escritórios de embaixadas e em cidades como Brasília e Ottawa. A descontração das fotos no início do livro, sem nenhum texto para guiar o leitor, é seguida por imagens encenadas, com sacos de lixo coloridos ao vento, máscaras improvisadas, palavras pintadas e objetos cotidianos como bananas, óculos, manequins, capa de disco etc. O bom humor vira ironia em uma foto com a frase mal-escrita: “A propia obra deve depor contra o seu artista. O propio arstista deve depor sobre sua obra. Ioachim Flusser”, uma provocação ao cultuado filósofo da imagem Vilém Flusser. Na parte final de Farsa Truque Ilusões são apresentadas reproduções de fotos, slides, cartões-postais e documentos da época, como se, ao mostrar as fotos originais publicadas no começo do livro, o artista revelasse o truque por trás da edição do novo trabalho. No livro, a auto-apropriação de suas imagens de performances voluntárias e involuntárias parece funcionar como uma série de pequenas farsas que o tempo guardou e que o artista agora revela ao público em forma de homenagem ao que, no curto texto que fecha o fotolivro, ele chama de “FotoAção, FotoLinguagem”.

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imagem Neste livro abre-se a uma diversidade de acepções que o conceito de espaço abriga nos objetos e cenários literários contemporâneos. O próprio texto como um espaço espacializante, na sua textualidade como corpo ou na visualidade da escrita, configura um espaço de linguagem. O contexto cultural e histórico envolve referências e dados situados em determinados momentos que articulam um espaço de relações com o texto literário. O espaço da institucionalização, com as representações de poder, o espaço social, o espaço como paisagem, nas configurações natural, regional, física e psicológica, e o espaço do mito com suas imagens e sentidos simbólicos, são outras formas de mobilização do conceito. O espaço pictórico, quer como elemento componente da pintura ou como a própria linguagem na composição da escritura, que se vale de técnicas plásticas, também é contemplado, assim como esse tipo de diálogo abriga outros meios e linguagens, como o cinema, a propaganda, a fotografia, nas relações entre as artes. Há também a possibilidade de se rever o objeto literário, em termos de espacialidade, sob essa perspectiva múltipla do olhar contemporâneo. Ou seja, no lugar daquele sentido restrito de categoria estrutural, o conceito incorpora uma visão ampla e metafórica, dentro da qual o próprio texto faz emergir uma concepção e função da espacialidade por meio de suas estratégias de construção. Diante de tantas possibilidades de leitura do conceito, o presente livro reúne textos que abordam aspectos da simbolização espacial em obras literárias que implicam um olhar contemporâneo para essas figurações.

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imagem Folksonomia : Um sistema de classificação derivado da prática e método de criar e gerenciar colaborativamente tags para anotar e categorizar conteúdo; Essa prática também é conhecida como tagging colaborativo, classificação social, indexação social e marcação social. Coined por Thomas Vander Wal, é um portmanteau do folk e taxonomy. Folkscanomy : Uma coleção de livros e textos derivados dos esforços dos voluntários para tornar a informação tão amplamente disponível quanto possível. Como os metadados relacionados a esses livros digitalizados são muitas vezes feitos fora da biblioteca ou das indústrias de catalogação, encontrar material pode ser mais difícil. A coleção Folkscanomy tenta adicionar uma camada de classificação para facilitar a navegação.

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imagem Neste guia, o autor Joel Santos fala de forma detalhada sobre todos os aspectos que um fotógrafo deve conhecer para ser um bom profissional. Ele discorre sobre luz, exposição, composição da foto, como conhecer e usar bem o equipamento, escolha do cenário para a foto e muito mais.

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imagem Lancamos nosso gerenciador de download desktop, o Box.

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imagem Serra da Ermida 357, da fotógrafa Daniela de Moraes, foi publicado no final de 2016 e propõe a visita a um tempo não muito distante: o Brasil do Plano Collor, em 1990. Apesar de reproduzir algumas imagens de manchetes de jornais da época, a artista não se valeu da fotorreportagem para abordar o assunto. Moraes criou uma narrativa visual em três partes para contar a história trágica do “avô do seu filho”, que se suicidou em um loteamento chamado Serra da Ermida, em Jundiaí, SP, logo após as medidas de confisco das contas bancárias serem promulgadas pelo recém-empossado presidente Fernando Collor. Na primeira parte, fotos mais recentes apenas sugerem a localização do lote e o caminho para chegar até lá. Na parte seguinte, a fotógrafa apresenta um álbum de retratos do protagonista da história, da infância até a idade adulta, com manipulações e interferências da artista. E, no final, são mostradas reproduções de jornais da época noticiando o plano econômico. O projeto gráfico e a escolha de diferentes tipos de papel e formatos para cada bloco que compõe a narrativa merecem destaque. Apesar da boa ideia de se apropriar de imagens da época e de um tema que está na memória do brasileiro, com diferentes registros e impactos, o livro peca por não fazer uma ponte mais clara entre a experiência pessoal e o panorama político. A sutileza das imagens e as poucas chaves de leitura dadas ao leitor dificultam o entendimento da história.

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imagem Mariana Tassinari apropria-se de uma coleção de antigos slides de viagens do seu avô. Fotografias de paisagens e registros urbanos da Europa do final dos anos 60 são a base para produzir recortes e sobreposições, construindo imagens que evocam memórias e ao mesmo tempo criam novos cenários a partir da imaginação. Sobretempo é o resultado desse diálogo em tempos diferentes, dos registros despretensiosos do avô, movidos pela curiosidade do turista, que ganham novo significado com as interferências da neta artista. Em obras como esta, uma pergunta se coloca: será que essa intenção tão pessoal interessa a um público amplo? No caso de Sobretempo, as cores esmaecidas, as fotomontagens elaboradas (algumas evidentes e bruscas, outras suaves e sutis) e o bom ritmo da edição dão qualidade ao livro.

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imagem O melhor de Técnicas de Iluminação Fotográfica e Imagens para Fotógrafos Digitais. OBS: A BIBLIOTECA POSSUI ESSE LIVRO NA VERSÃO IMPRESSA.

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imagem Manual de utilização Adobe Ligthrrom

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