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Estudo avalia formação de professores em duas perspectivas

Trabalhar educação moral e relações de gênero sem postura crítica e reflexiva é correr risco de neutralidade


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Foto: João Paulo Barbosa Estudo avalia formação de professores em duas perspectivas
Rosimeire Masuda entre a orientadora Dra. Carmen Lúcia e a avaliadora Dra. Raimunda Gebran

Na linha de formação e ação do profissional docente e práticas educativas, pesquisa desenvolvida junto ao Programa de Mestrado em Educação da Unoeste analisou como é a preparação do estudante de licenciatura em História para trabalhar, quando estiver no exercício da profissão, com educação moral e relações de gênero. O resultado encontrado foi que as abordagens nessas duas perspectivas requer postura crítica e reflexiva, sem o que há o risco de sua ação ser neutra e neutralizada.

A autora do estudo, a professora de história Rosimeire Carvalho dos Santos Masuda, procedeu a análise a partir de amplo embasamento teórico e metodológico, culminando nas entrevistas com dez estudantes de instituição de ensino superior privada, localizada em cidade do interior paulista. Na fundamentação foram utilizados autores da psicologia da moralidade na perspectiva da teoria cognitivo evolutiva e aporte teórico de estudos de gênero.

No estudo foi levado em consideração que as relações sociais de gênero são decorrentes de um longo processo sociocultural e perpassam por um conjunto de valores, normas e padrões manifestados no cotidiano pela desigualdade, preconceito, discriminação e violência. São situações que requerem um olhar crítico e reflexivo, daí a produção da pesquisa voltada para contribuir com isso, de acordo com a autora que fez a defesa de sua dissertação nesta quinta-feira (30).

Também foram analisados o Projeto Pedagógico do Curso (PPC) e planos de ensino. Os dados obtidos e os conteúdos das entrevistas foram trabalhados em categorias e subcategorias, tais como concepção de gênero; relações de gênero; gênero; gênero e formação; e educação moral e relações de gênero. A principal conclusão foi exatamente a de que se o professor não estiver preparado para uma postura crítica e reflexiva, sua prática corre o risco de ser neutra e neutralizada, tanto na escola quanto na sociedade.

A orientação do estudo foi da Dra. Carmen Lúcia Dias. A banca examinadora foi composta pela Dra. Raimunda Abou Gebran e pelo Dr. Jorge Luís Mazzeo Mariano, convidado junto ao campus Pantanal da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS), de onde fez a avaliação por videoconferência. Rosimeire foi aprovada para receber o título de mestre em Educação.

Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

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