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05/01/2017

Entenda quando a radiação pode fazer mal

Mitos e verdades sobre este tipo de exposição tão comum no dia a dia das pessoas

Foto: Débora André Entenda quando a radiação pode fazer mal
Radiologia está diretamente relacionada à tecnologia

Comer alimentos preparados no micro-ondas ou ficar em frente ao aparelho quando está aquecendo algo, faz mal à saúde? E falar muito tempo no celular? Quem sabe assistir a tevê muito próximo do aparelho? O coordenador do curso de Radiologia, Vitor Bazzo, esclarece os mitos sobre a emissão de radiação no dia a dia.

Telefone celular, televisão, computador, micro-ondas, são comuns no dia a dia, mas o que muita gente não sabe é que estes aparelhos emitem radiação. O Vítor Hugo dos Santos, 19, é estudante do curso de Engenharia Ambiental da Unoeste. Com família em Primavera (SP), se mudou para estudar em Presidente Prudente. Ele mora em uma república com mais um estudante, e tem o hábito de assistir televisão 3 horas por dia, usa o micro-ondas duas vezes em média, e fica o dia todo no celular. “Nunca dei muita importância para essa questão de radiação, já vi algumas matérias, mas não tenho muito receio porque não sei bem o que causa”.

E essa desinformação é comum. Será que pode fazer algum mal à saúde? O coordenador do curso de Radiologia da Unoeste, Vitor José Bazzo, afirma que não. “Essas são radiações não ionizantes, por isso, não prejudicam a saúde mesmo que você fique próximo durante o uso. Inclusive não produzem contaminações radioativas nos alimentos”.

Esclarecimento que é complementado pela professora Marilda Moreira da Silva, coordenadora do curso de Nutrição da Unoeste, ao explicar que cientificamente não existe a comprovação de perdas nutricionais aos alimentos cozidos no micro-ondas. “Sabe-se que qualquer forma de cocção – cozinhar – modifica os nutrientes, mas novos estudos precisam ser feitos, já que até o momento não é possível afirmar que existam perdas”, explica.

Bem diferente, por exemplo, de quando falamos em exames radiográficos, tomográficos, mamografias e seus derivados, onde existe a necessidade de se proteger o paciente com aventais de chumbo. Isso porque quando as radiações X são ionizantes, podem afetar as células humanas. O calor emitido pela radiação é tão forte que pode queimar bem mais do que a exposição prolongada ao sol. “Algumas células são muitos sensíveis às radiações e podem sofrer danos quando expostas. Por isso, a preocupação é grande com a exposição de mulheres grávidas ou até de um paciente num consultório odontológico”, conta Bazzo.

Serviço – Radiologia é uma das opções de cursos da Unoeste para o Vestibular de Verão. As inscrições estão abertas.

Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste


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