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Ex-alunos da Gastronomia se destacam no Brasil e no mundo

Assadora que está presente nos principais festivais de churrasco do país e chefs de cozinha fazendo sucesso na Europa


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Foto: Gabriela Oliveira Ex-alunos da Gastronomia se destacam no Brasil e no mundo
Júlia Carvalho escolheu trabalhar com carnes e se tornou assadora de respeito, mostrando que churrasco também é coisa de mulher

Engana-se quem pensa que churrasqueira é só para homens. Júlia Marina Balizardo Carvalho, 28, comprova o contrário. Ela é assadora profissional, presente em grandes eventos da área como chef de estação que leva o seu nome. Gustavo Orlandi, 20, e Amarielton Francesquini, 21, também são destaques na cozinha, mas não em qualquer cozinha... Eles estão simplesmente em restaurantes na Europa! Esses três chefs são alguns dos exemplos de egressos da Gastronomia Unoeste que se sobressaem no Brasil e no mundo.

Júlia concluiu o curso há um ano, mas durante a graduação realizou estágios para verificar em qual área mais se identificava. Estagiou no Bourbon Atibaia, em restaurantes em Presidente Prudente, mas foi no último ano dos estudos que descobriu uma paixão: as carnes. Após uma aula especial sobre carnes de qualidade com o chef Roberto Barcellos, oferecida pela pós-graduação Unoeste, em que alunos da Gastronomia também foram convidados a participar, ela percebeu que era isso mesmo que queria. Desde então, Júlia começou a buscar mais conhecimento sobre o assunto e passou a se dedicar totalmente à área. Assim continuou depois de formada, acompanhando grandes nomes, como o próprio Barcellos e outros renomados chefs que conheceu no meio, como Paula Labaki, Daniel Lee e Reinaldo Lee.

A assadora conta que no começo foi difícil, “pois é um mundo masculino, mulher é minoria. Mas ao mesmo tempo fui percebendo o quanto somos respeitadas e é muito tranquilo trabalhar com homens, não existe preconceito, eles ajudam, ouvem e não existe essa de um querer saber mais que o outro. Sinto orgulho de ser assadora e de ter conseguido respeito e credibilidade neste universo tão masculino”, relata. Hoje, Júlia participa de vários eventos particulares e festivais de churrasco pelo Brasil como chef de estação com o seu nome, inclusive no último fim de semana participou do Beef Tour, realizado no Aeropark em Regente Feijó (SP).

“Para mim é uma honra trabalhar no Beef Tour, ao lado da minha cidade. Ano passado participei como voluntária. É muito legal ver meus amigos e familiares provando o que faço. É uma realização gigantesca”, revela a assadora, que ainda adianta o que lhe espera para 2019. “Fui convidada para trabalhar numa steakhouse em São Paulo, prevista para ser inaugurada em janeiro. Então, no começo do ano estarei na cozinha da BBQ Farm, do chef Jorge Boratto. Um projeto muito bacana, que estou muito feliz em participar”, revela.

Na Europa
Amarielton Francesquini, 21, e Gustavo Orlandi, 20, também foram em busca de seus sonhos, mas em outro continente. Eles estão em Portugal. Formado na turma de 2016, Francesquini está há 9 meses no restaurante Trindade. Começou como auxiliar de cozinha e em pouco tempo foi promovido a primeiro cozinheiro. Orlandi concluiu a graduação há 1 ano, mas também já possui um vasto currículo, inclusive no exterior. Atualmente trabalha no Instituto Superior de Tecnologias Avançadas (ISCTE), onde é responsável pelo mise en place, termo francês que na gastronomia significa “colocar em ordem”; também atua na execução dos pratos e ajuda nos eventos particulares realizados naquela instituição, como jantares e coffee break para a diretoria.

Apesar da pouca idade, esses jovens já acumulam grandes experiências na área. Francesquini, por exemplo, começou trabalhando numa lanchonete, quando tinha aproximadamente 14 anos. Depois prestou serviços para um restaurante, até decidir que era mesmo a profissão que queria seguir. Logo nos primeiros meses do curso conseguiu emprego no restaurante prudentino Navio, e lá aprendeu a trabalhar com mariscos, frutos do mar e peixes. “Foi incrível, sou muito grato por essa oportunidade. Depois recebi uma proposta, inclusive com indicação dos professores da Unoeste, para assumir um restaurante em Dracena, onde passei por experiências inovadoras, como montagem de cardápios e elaboração de pratos”.

Sobre se aventurar na Europa, o gastrólogo conta que queria colocar em prova tudo que aprendeu. “A cozinha europeia me interessou bastante durante a universidade, e os professores me incentivaram a seguir em frente. A experiência em Portugal está sendo incrível! O curso nos dá uma ótima base e na prática vamos aperfeiçoando. Percebo que tudo o que aprendemos é utilizado, então vou sempre lembrando os ensinamentos dos professores... Aqui fui me destacando, em pouco tempo consegui um cargo com mais responsabilidade”, relata.

Orlandi também começou no ramo bem jovem, quando ajudava sua mãe em casa fazendo bolos e doces para casamentos e aniversários. Durante a graduação também fez serviços de personal chef junto com um amigo de turma. Ele afirma que a Europa era um desejo antigo que ganhou força durante a graduação.
“Quando cheguei a Portugal, tive o prazer de estagiar em um restaurante russo, o Stanislav. Foi um grande desafio, pois o proprietário, o chef e os ajudantes eram todos russos, a salvação era que uma cozinheira falava inglês. Foi uma experiência única, jamais imaginei trabalhar em um ambiente com diversidades de ingredientes, costumes e sabores. Depois trabalhei em um restaurante japonês especializado em Lamen, o Koppu, onde aprendi a criar sabores exóticos, técnicas e execuções. Para nós, chefs de cozinha, não tem preço aprender novas técnicas, conhecer ingredientes nativos de países diferentes”.

Viver na Europa, segundo Orlandi, não é só glamour, tem suas dificuldades como em qualquer lugar, mas ele afirma que existem diferenças expressivas, como na educação e segurança. Na área da gastronomia, ele aponta que às vezes encontra dificuldades por conta dos nomes dos insumos que são diferentes. “Aí me lembro das aulas de cozinha criativa com o professor Fábio Almeida, em que tínhamos que nos virar com o que tínhamos em mãos”, recorda com carinho.
O egresso afirma que recebeu uma excelente base na graduação. “Sempre me lembro das aulas e das dicas dos chefs. Além disso, o curso nos ensina a lidar com outras pessoas que não têm os mesmos costumes que você, mas um precisa do outro dentro de uma cozinha, não existem inimizades. E tudo isso a Gastronomia nos mostra com clareza, nos preparando para o mercado de trabalho, seja no Brasil ou no exterior”.
 
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O curso de Gastronomia da Unoeste é uma das opções do VestVerão, que está com inscrições abertas.

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Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

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