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Arquitetura proporciona viagem no tempo e história da cidade

Projeto leva escolares para conhecer vazio urbano formado por fábricas, galpões e pátios ferroviários


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Foto: João Paulo Barbosa Arquitetura proporciona viagem no tempo e história da cidade
Visita à linha férrea ao lado do antigo galpão da Fepasa

Mais de 40 alunos do ensino fundamental do Colégio Cristo Rei tiveram a oportunidade de conhecer construções históricas de Presidente Prudente na manhã desta terça-feira (14). Uma experiência que poderá ser levada para alunos de outras escolas da cidade, por iniciativa de projeto desenvolvido junto ao curso de Arquitetura e Urbanismo da Unoeste.

O percurso, que proporciona viagem no tempo e na história, é formado por um “vazio urbano esquecido” com fábricas, galpões e pátios ferroviários que deixaram de ter suas ocupações originais junto à linha férrea e o terreno que foi ocupado pela Casa de Saúde São Sebastião.

As obras são as da estação ferroviária, praça da Bandeira (shopping popular), Santuário Nossa Senhora Aparecida, antigo galpão da Fepasa e Centro Cultural Matarazzo. O projeto denominado Linha de Saberes ofereceu aos escolares o folder “História Viva”, com informações sobre os locais visitados.

Elaborado no Núcleo de Pesquisa e Extensão em Urbanismo, envolvendo os professores Yeda Ruiz Maria e Victor de Aguiar Martins, o projeto conta ainda com Jean Guilherme Oliveira, Tiago Bonfim Dias, João Marcos Lourenço Bulzan e Desireé da Costa Nunes Bosso. 

Para o professor de história do Colégio Cristo Rei, Carlos Roberto de Melo Almeida, foi uma experiência interessante por mostrar o passado da cidade que muitos alunos não conheciam por morar em bairros distantes e não frequentarem o local.

Outro aspecto significativo é de que no conteúdo escolar estão sendo estudadas questões como o papel das estradas de ferro. Os alunos acharam bastante proveitoso, pois até então tinham visto locais semelhantes apenas em fotos nos livros ou em filmes.

Oliveira, na condição de estudante de Arquitetura, disse que o projeto nasceu na disciplina de Urbanismo, ministrada por Martins e na qual os alunos fazem propostas de intervenções na área central da cidade para propor exploração de potencialidades, mediante sugestões. 

“Nós não quisemos modificar nada. A ideia foi exatamente não interferir na estrutura, mas nas relações, surgindo aí o percurso da história viva de Prudente”, disse Oliveira. Na avaliação do professor Martins, a atividade foi “muito interessante e bastante positiva”.

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Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

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