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Docentes da Unoeste orientam população de Pacaembu em live

Dr. Ricardo Beneti e a Dra. Larissa Sapucaia Esteves falaram sobre a Covid-19 e sanaram dúvidas da população na última sexta-feira (29)


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Foto: João Paulo Barbosa Docentes da Unoeste orientam população de Pacaembu em live
Live está disponível no Facebook da Prefeitura Municipal de Pacaembu

Com pouco mais de dois meses de lançamento, o Telessaúde, projeto implementado pela Unoeste, em parceria com a Prefeitura de Presidente Prudente, já ofereceu um total de 1.535 atendimentos, sendo 921 ligações via telefone e 614 contatos pelo Whatsapp. Com o sucesso do serviço, que é totalmente gratuito e conta com uma equipe formada por docentes e estudantes dos cursos de Medicina e Enfermagem da universidade, a Prefeitura de Pacaembu convidou dois dos professores responsáveis para ministrarem uma live sobre os esclarecimentos em relação à Covid-19. O Dr. Ricardo Beneti e a Dra. Larissa Sapucaia Esteves, em quase uma hora de transmissão, falaram sobre a doença, o cenário regional e tiraram dúvidas da população na tarde da última sexta-feira (29).

De acordo com Beneti, que através de uma primeira pergunta foi levantada a questão da retomada econômica da região de Presidente Prudente a partir desta segunda-feira (1º), mesmo que alguns setores como o comércio, por exemplo, voltem a abrir, isso não quer dizer que a população está livre do problema, pelo contrário, esta é somente uma retomada responsável em se tratando da economia. “O risco da doença se disseminar ainda mais é real e é possível que esta retomada aumente sim o número de casos. Temos a esperança e a expectativa que haja um monitoramento efetivo e caso seja preciso dar um passo para trás, que ele seja decretado pelo governo do estado de maneira responsável e bem esclarecida para a população”, explica.

Sobre a doença em si, o médico salienta que é essencial que a pessoa infectada observe a evolução ou uma possível piora até o quarto ou quinto dia. “Se houver um processo gripal agudo e em três dias de evolução os sintomas cederam, não há motivo para preocupação. É necessário sim fazer o distanciamento social para que o vírus não seja disseminado, porém, não é preciso fazer grandes manobras. Se ocorrerem sintomas como a febre alta, mesmo com o uso de antitérmicos, falta de ar com piora evolutiva, dificuldade e dor para respirar, aí é essencial que a pessoa procure o serviço de saúde para o atendimento mais precoce possível”, conta.

A professora Larissa complementa a fala de Beneti ao salientar que após 14 dias com a doença, acredita-se que o indivíduo já não transmita mais o vírus para outras pessoas. “Depois disso é vida normal, por isso a recomendação de isolamento por 14 ou 15 dias, porque é o período que a doença pode ser transmitida e como sabemos, é um vírus de altíssimo poder de transmissão”, fala.

Sobre os testes rápidos, a professora explica que o governo já liberou e os municípios estão com este material disponível. Porém, é necessário seguir um protocolo detalhado, inclusive em relação a quem pode ser testado neste primeiro momento. “A princípio o protocolo do Ministério da Saúde diz que devem ser testados os profissionais da saúde, do sistema de segurança, como presídios, além das pessoas acima dos 60 anos de idade com sintomas da doença. Este teste é agendado, pois é preciso ser feito em um dia determinado, ou seja, a partir do oitavo dia do início dos sintomas”, explica.

Por fim, os professores deixaram recomendações sobre como e quando procurar uma unidade de saúde e salientaram a importância de projetos como o Telessaúde, por exemplo, que oferece serviço gratuito de atendimento à população sobre a Covid-19 através dos telefones (18) 3229-1290 ou (18) 99639-2713 e pelo e-mail duvidascovid19@unoeste.br .

A live pode ser conferida na íntegra no Facebook da Prefeitura Municipal de Pacamebú.

Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

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