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Profissional de vigilância preza por segurança universitária

Com a pandemia da Covid-19, vigilantes têm colaborado para garantir o isolamento e orientar o acesso aos serviços essenciais


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Foto: Vitor Reis Profissional de vigilância preza por segurança universitária
Fernando dos Santos atua como vigilante desde 2014 na Unoeste

Existem diversas profissões e categorias trabalhistas, todas com importante contribuição na sociedade. Mas com o cenário atual, algumas têm ganhado destaque e são consideradas essenciais mesmo em tempos de distanciamento social, como a do vigilante, por exemplo. É o profissional responsável por zelar pela guarda do patrimônio, pela preservação da segurança dos clientes, colaboradores e visitantes. E com a pandemia da Covid-19, o vigilante tem colaborado para garantir o isolamento e orientar o acesso aos serviços essenciais.

O vigilante está preparado, inclusive, para agir em situações de emergências, como: orientar, apoiar ou atuar em qualquer momento de risco.  Para o supervisor de segurança da Unoeste, o major Edson Aparecido Torchi Duro, fazer parte dessa categoria profissional é sinônimo de orgulho. “O vigilante é um cidadão consciente da sua importância na sociedade, na vida dos colaboradores e clientes da empresa em que trabalha”, diz.

Manter a ordem e a funcionalidade na convivência social estão entre os objetivos da função deste profissional, o que inclui todo um campo de atividades relacionadas com a segurança e o bem-estar coletivo. “Todos são profissionais preparados para atuar em sua área com excelência, praticam as medidas sanitárias para se protegerem e estão cientes de sua importância”, fala o supervisor. 

Foto: João Paulo Barbosa Major Torchi: “Estamos preparados para atuar em nossa área com excelência”
Major Torchi: “Estamos preparados para atuar em nossa área com excelência”

Na Unoeste

O Departamento de Vigilância Universitária têm 48 anos de trabalho efetivo, desde 1972. As mulheres integraram a equipe de vigilância a partir 2018, contribuindo nas frentes de trabalho da instituição. O setor tem viaturas e motos para a ronda nos campi, com equipamentos modernos e tecnológicos (tablets, bastão de ronda eletrônico, sistema de monitoramento por câmeras etc.), e uma nova base de vigilância no campus II.

Também conta com uma equipe que está em constante atualização, com membros que possuem formação técnica e superior. Treinamentos semanais de defesa pessoal e cursos para aumentar as técnicas de defesa e ataque. Conta ainda com uma equipe multidisciplinar integrada com o setor, com equipes operacionais da segurança, segurança do trabalho, brigadas de incêndio e primeiros socorros, além de parcerias ativas com a Polícia Militar e Corpo de Bombeiros.

 

História da profissão

O dia do vigilante é comemorado no Brasil em 20 de junho, data que faz referência à sanção da Lei 7.102, que regulariza a profissão. A primeira legislação em nosso país surgiu em 1969 com a instituição do Decreto Lei 1.034/69, que visava proteger patrimônios, pessoas e realizar transporte de valores.  E as primeiras atividades de segurança privada no mundo indicam o início das atividades da categoria no ano de 1850, nos Estados Unidos.

Hoje, os serviços de segurança privada somente podem ser feitos por empresas registradas no Ministério da Justiça, que são fiscalizadas pela Polícia Federal. Portanto, os profissionais devem possuir curso de formação de vigilante, certificado regular para o exercício da função e registro na carteira de trabalho por empresa autorizada, além de serem portadores da Carteira Nacional de Vigilante (CNV).

 

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Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

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