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15/12/2017

Histórias bem-sucedidas de egressos estimulam recém-formados

São muitos os exemplos de ex-alunos das engenharias da Unoeste que conquistaram boas colocações no mercado de trabalho

Foto: Cedida Histórias bem-sucedidas de egressos estimulam recém-formados
Antes mesmo de concluir o curso de Engenharia de Produção, Vinicius Aguiar de Campos foi contratado pela Usina Cocal

A formatura é, sem dúvida, um dos momentos mais esperados do universitário. Porém, a alegria da conquista do tão sonhado diploma vem acompanhada das incertezas e angústias do recém-formado, surgindo o pensamento: o que farei agora? Conhecer pessoas que passaram por esses dilemas e que conseguiram alcançar seus objetivos profissionais pode ajudar a enfrentar o ‘medo’ e a ganhar forças para o pontapé inicial para uma carreira de sucesso. E a Unoeste tem muitas histórias de egressos que estão bem inseridos no mercado de trabalho, como, por exemplo, na área das engenharias.
 
É o caso do Vinicius Aguiar de Campos, 23 anos, que acabou de terminar o curso de Engenharia de Produção na Unoeste, mas que desde fevereiro deste ano foi contratado na Usina Cocal para atuar em sua área. “Concluir a graduação já empregado traz uma grande tranquilidade, pois a maior preocupação de um formando é o que irá acontecer após o curso. A Unoeste, sem dúvida, contribuiu para que isso fosse possível. A excelente estrutura da universidade juntamente com a alta qualificação e experiência dos professores influenciam diretamente no aprendizado dos alunos. Ver hoje na prática o que eu vi em sala de aula mostra que o ensino está bem direcionado com o mercado de trabalho”, afirma.
 
Durante a graduação, Campos se envolveu em projeto de extensão, foi membro do grupo de discentes da Associação Brasileira de Engenharia de Produção (Abepro) e do Núcleo Paulista de Estudantes de Engenharia de Produção (Nupeep), além de ter integrado a empresa júnior do curso – a Techné Soluções Empresariais. “Foram todos trabalhos voluntários onde obtive networking, experiência e ferramentas para gestão de pessoas. Atualmente, atuo na área de melhoria contínua da Cocal, onde tenho como atribuição desenvolver, juntamente com os gestores, projetos para aumentar a eficiência da empresa, diminuir custos e melhorar o ambiente de trabalho para os colaboradores. Minha experiência extracurricular foi um grande diferencial no processo seletivo e acredito ter pesado para a decisão sobre minha contratação. Fico feliz em ter estudado em uma universidade que apoia ações extracurriculares como a empresa júnior, projetos de extensão e iniciação científica”, relata.
Foto: Cedida Engenheira ambiental Lorrayne Mendes Marques Merchol é coordenadora de projetos no Consórcio Intermunicipal do Pontal do Paranapanema
Engenheira ambiental Lorrayne Mendes Marques Merchol é coordenadora de projetos no Consórcio Intermunicipal do Pontal do Paranapanema

Quem também está feliz com a carreira é a engenheira ambiental formada pela Unoeste, Lorrayne Mendes Marques Merchol, 26. É que recentemente ela assumiu o cargo de coordenadora de projetos no Consórcio Intermunicipal do Pontal do Paranapanema, que visa a implantação do aterro sanitário envolvendo os municípios de Pirapozinho, Tarabai, Narandiba, Sandovalina, Estrela do Norte e Álvares Machado. Nessa função, dentre outras atribuições, ela coordena as atividades desenvolvidas nos projetos executados pelo consórcio, assessora o presidente e a diretoria executiva na elaboração dos programas de trabalho. Nesse processo, Lorrayne conta que a graduação na Unoeste teve grande contribuição. “Os docentes com conhecimentos multidisciplinares enaltecem o curso e também ampliam a nossa visão. Eles sempre me ajudaram quando precisei”.
 
A engenheira ambiental lembra que seu trabalho de conclusão de curso esteve relacionado à geração de resíduos sólidos, o que a fez ampliar seus conhecimentos no assunto e adquirir experiência. Atualmente, ela conta que quer ver o aterro sanitário ativo o mais breve possível. “A partir disso, pretendo estudar possibilidades do que pode ser melhorado para que, juntamente com os responsáveis técnicos de cada município envolvido, possamos atingir bons resultados e ser exemplo para outras cidades que precisarão implantar o aterro”. Em sua função, também trabalha com projetos de educação ambiental aos munícipes, em diferentes linguagens, para que o propósito do aterro seja alcançado. Ela finaliza com uma dica aos recém-formados: “não desistam do que escolheram como profissão, pois o mundo precisa de profissionais que se preocupam com o futuro, afinal, é capaz quem pensa que é capaz!”.
 
Já Isabela Marega Rigolin Fuzeto, também formada em Engenharia Ambiental pela Unoeste, em 2010, optou por ensinar. Apesar de muito jovem, com 27 anos de idade, já adquiriu certa experiência na docência, pois assim que concluiu a graduação foi aprovada no concurso público de professor para a Escola Técnica (Etec), em 2011. No ano seguinte também começou a lecionar na Unoeste, no mesmo curso em que se formou. “Minha trajetória acadêmica foi marcada pela realização de iniciação cientifica, fiz um trabalho que analisava os teores/estoque de C em culturas distintas, tive o prazer de conhecer e trabalhar com o professor doutor Carlos Henrique dos Santos, que posteriormente foi meu orientador no mestrado em Agronomia - Produção Vegetal, também na Unoeste”. A dica que ela dá para quem está estudando é aproveitar as oportunidades oferecidas pela instituição referentes a pesquisas, “pois um bom currículo faz a diferença. Sou muito grata pelas oportunidades que tive na universidade, hoje estou colhendo os frutos de muita dedicação e trabalho”.

Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste


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