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Histórias de sucesso se entrelaçam com a Engenharia Civil

Com quase 40 anos de fundação, graduação celebra o êxito dos seus egressos que atuam no Brasil e no exterior


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Foto: Cedida Histórias de sucesso se entrelaçam com a Engenharia Civil
Paulo Cesar Pereira é egresso da 1ª turma da graduação; atua em uma obra da Shell Pennsylvania Chemicals nos EUA

Há quase quatro décadas, o curso de Engenharia Civil já transformou a vida de centenas de pessoas. Nesses 38 anos de fundação, a graduação contribuiu com o sucesso profissional dos seus egressos, que apesar de trilharem caminhos diferentes têm algo em comum: estudaram na Unoeste. Conheça a história dos engenheiros Paulo Cesar Pereira, Rodolfo Marchesi, Nádia de Souza Bastos e Nayara Silva Lopes.
 
Egresso da primeira turma do curso, concluído em 1984, Paulo Cesar Pereira, 67, nasceu em Santo Anastácio (SP) e, hoje mora nos Estados Unidos, na cidade de Monaca, Estado da Pensilvânia. Lá, ele trabalha como engenheiro assistente na empresa Fugro Land. “Tenho muito orgulho de fazer parte da história da Unoeste. Lembro com muito carinho como tudo começou. Antes de fazer Civil, cursei Estudos Sociais, ainda quando era no Colégio Cristo Rei e também Pedagogia. Depois comecei a fazer Engenharia, já era casado e minha rotina era estudar e lecionar na própria instituição”, lembra.
 
Pereira expõe que a formação recebida na universidade lhe abriu as portas para o mercado americano, principalmente, na área de engenharia geotécnica, setor que trabalha há 19 anos. “Toda a bagagem adquirida na graduação foi enriquecedora e primordial para o meu sucesso profissional. Foi por conta dessa formação também que conheci vários países, culturas e outros idiomas”.
 
Saltando de 1984, para 1999, temos a história do ex-aluno Rodolfo Marchesi, 42, que atua como diretor de operações na Allonda Ambiental, em Barueri (SP). “Resolvi fazer Engenharia Civil, porque me fascinava a ideia de construir casas, edifícios, pontes e viadutos. Ficava imaginando como os projetos saiam do papel para a prática”, lembra.
 
Nascido em Regente Feijó (SP), conta que todos os dias pegava o ônibus escolar da prefeitura para estudar em Prudente. “Durante meu tempo de faculdade sempre procurei estagiar, já a partir do segundo ano. Fazia estágio não remunerado, pois entendia que o interesse era meu de aprender”. Recorda ainda que, nesse período de faculdade, trabalhava como palhaço animador de festa infantil para ganhar algum dinheiro, já que o curso era integral e não dava condições de trabalho formal.
 
Depois que se formou, Marchesi trabalhou em várias cidades como Álvares Machado (SP), Brasília (DF) e Goiânia (GO). “Nessa última cidade, atuei em uma empresa de construção de prédios residenciais que tinha projetos na região de Campinas e fui transferido pra lá. Fiquei nesta empresa por quatro anos trabalhando na construção de alguns projetos em Americana, Piracicaba, Campinas e São Paulo”.
 
O egresso relata que, nessa época, recebeu a proposta de uma construtora brasileira para trabalhar nos Emirados Árabes e foi com a sua esposa, Carolina, que também é engenheira civil formada na Unoeste para Dubai e Abu Dhabi. “Minha esposa trabalhava na ampliação da pista do aeroporto de Abu Dhabi e eu na equipe de propostas e orçamento para conquistar outros projetos naquele país. Um ano depois, pela mesma empresa, recebi o convite para trabalhar na construção de um Terminal Portuário em Djibouti, um país pequeno no nordeste da África, vizinho da Somália e Etiópia. Trabalhei lá por um ano, onde aprendi muito sobre novas culturas e línguas, além dos desafios de levantar uma obra com mais de 12 nacionalidades distintas. De lá, recebi outro convite para trabalhar na Líbia, em 2009. Neste país seguiam os desafios de novos costumes, idiomas e comunicação, porém, dessa vez para construção do Terceiro Anel Viário de Trípoli”.
 
Entre os anos de 2010 e 2013, Marchesi, a esposa e os filhos ficaram no Brasil e, depois, trabalharam em outros países como a Venezuela e o Equador. “Retornei novamente ao meu país em 2015, quando comecei a trabalhar na empresa que estou hoje. Essa organização é referência no segmento de soluções ambientais”. O ex-aluno declara ainda “foi pautado na minha formação que galguei meu crescimento profissional, o que deu base a minha carreira. Por meio do conhecimento que obtive no curso, aliado a muita dedicação, segui meu caminho na engenharia. Hoje, faço MBA em gestão empresarial para me atualizar, pois percebi que não podemos parar de estudar e aprender, já que as coisas mudam rapidamente”.
 
O empoderamento feminino também é destaque no curso de Engenharia Civil da Unoeste, além da egressa Carol que é a esposa de Marchesi, as ex-alunas Nádia de Souza Bastos, 28, e Nayara Silva Lopes, 27, são exemplos de que a área também é das mulheres.
 
Foto: Cedida Estudo constante: Nádia se formou em 2014 e atua como engenheira na Sabesp
Estudo constante: Nádia se formou em 2014 e atua como engenheira na Sabesp

Nádia conta que fez também Engenharia Ambiental na universidade. “Terminei Ambiental em 2011 e ingressei no início de 2012 em Civil”. Ela descreve que, juntamente com a graduação, fez o curso técnico em agrimensura pela Etec. “No momento estou concluindo uma especialização em gestão ambiental sustentável”, relata.
 
Após terminar Civil em 2014, ela revela que a inserção no mercado foi imediata. “Desde o segundo termo realizava estágios e, depois que me formei, fui contratada como engenheira do Hospital Regional do Câncer e, em 2016, comecei a atuar na Sabesp”. Nádia pontua ainda que “toda a minha trajetória escolar foi fundamental para adquirir maturidade profissional”.
 
A história de Nayara também tem algumas coincidências com a da Nádia, já que ela também se formou antes em Engenharia Ambiental na Unoeste. Diz que além da facilidade e paixão pela área de exatas, sempre teve vontade em fazer Civil por ficar impressionada com a construção de pontes e outras grandes obras.

"Me formei em Civil em 2015”. Atualmente, ela trabalha na construtora Hidroplan, que é da sua família. “Apesar desse vínculo, nunca tive mordomia de filha do dono. Aqui na empresa, sou tratada como uma profissional igual aos demais”.
 
Nayara descreve que já teve a oportunidade de ser responsável pelas áreas de planejamento e qualidades das obras e, com o passar do tempo, também começou a auxiliar em campo. “No meio do ano de 2017, fui promovida a engenheira, onde passei a gerenciar uma obra sozinha, que teve duração de quase um ano. Foi uma experiência incrível e muito enriquecedora”. Ela explica que a empresa que trabalha participa do processo de licitações de outras obras. “Atualmente, estamos com um contrato com a empresa Fibria na cidade de Três Lagoas (MS), onde gerencio um projeto com duração prevista de dois anos para a manutenção civil dessa fábrica”.
 
A ex-aluna pontua que o curso de Engenharia Civil da Unoeste trouxe toda a base necessária para a sua atuação. “Por meio das atividades teóricas e práticas assimilei todos os conceitos do segmento que utilizo no meu dia a dia. Aprendi um pouco de tudo e de todas as áreas que a civil envolve”. Acrescenta que o aprendizado adquirido na vida real resgata as vivências no curso.
 
É a sua vez
Faça como esses ex-alunos e aproveite toda a infraestrutura e qualidade de ensino da Unoeste para construir a sua formação profissional. O VestVerão acontece no dia 20 de janeiro. As inscrições ficam abertas até o dia 16 desse mês e podem ser feitas no site da universidade. Mais informações no edital do processo seletivo. Gosta da área de engenharia? A Unoeste tem várias opções: Engenharia Ambiental e Sanitária, Engenharia Civil, Engenharia de Produção, Engenharia Elétrica e Engenharia Mecânica.

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Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

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