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04/11/2016

Unoeste representa Brasil em pesquisa que envolve 5 países

Bairro Morada do Sol é o escolhido para receber ações que incluem educação, saúde e profissionalização

Foto: João Paulo Barbosa Unoeste representa Brasil em pesquisa que envolve 5 países
Reunião na Pró-reitoria de Pesquisa: Camélia, Linda, Pessoa e Guelfi
Foto: João Paulo Barbosa Unoeste representa Brasil em pesquisa que envolve 5 países
Linda Liebenberg durante sua fala na reunião com o Dr. Guelfi
Foto: João Paulo Barbosa Unoeste representa Brasil em pesquisa que envolve 5 países
Alex Pessoa, Adilson Guelfi, Linda Liebenberg e Camélia Murgo

Identificar as atuações de instituições formais e não formais em locais que precisam de políticas públicas e ações não-governamentais para promover o desenvolvimento socioeconômico, incluindo educação, saúde e profissionalização. São situações que constam de projeto de pesquisa colaborativa envolvendo pesquisadores de cinco países, incluindo o Brasil que tem como instituição a Unoeste. Os demais são o Canadá, Nova Zelândia, Coréia e África do Sul. Significativos passos foram dados no decorrer desta semana, com a estada em Presidente Prudente da pesquisadora canadense Linda Liebenberg, que desenvolveu ações na graduação e pós-graduação da universidade e fez visitas institucionais, incluindo a Casa da Sopa São Francisco de Assis, entidade pioneira em levar assistência aos moradores do bairro Morada do Sol, visto como local ideal para ser aplicada a pesquisa e para receber os benefícios decorrentes da mesma.
 
Após quatro dias de intensas atividades, na manhã desta sexta-feira (4), antes de iniciar a viagem de retorno, Linda esteve reunida com o pró-reitor de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão, Dr. Adilson Eduardo Guelfi, na companhia de seus anfitriões que foram os professores do mestrado em Educação e do curso de Psicologia, Alex Sandro Gomes Pessoa e Camélia Santina Murgo, também coordenadora do mestrado. Guelfi disse que o envolvimento de pesquisadores da Unoeste em projeto de pesquisa colaborativa internacional é mais um passo importante do processo de internacionalização da universidade. Para ele, a escolha do Morada do Sol consiste numa excelente opção, pela oportunidade de proporcionar contribuições aos moradores e pelo fato de a Unoeste já desenvolver algumas ações pontuais, como o projeto de esterilização de cães e gatos, para reduzir os problemas causados por animais de rua.
 
Pessoa classifica a semana como muito produtiva, incluindo a prospecção de informações para elaborar o projeto de pesquisa, o que servirá como o ponto de partida na captação de recursos junto a agências de fomento do Canadá e dos Estados Unidos. “Ela trouxe significativa contribuição aos professores e alunos do mestrado, com novas ideias sobre metodologias de pesquisa, como a de coleta de dados que contemplam desenhos metodológicos englobando métodos qualitativos e quantitativos”, disse Camélia. No entendimento de Linda, as ações com estudantes e pesquisadores da Unoeste foram extremamente positivas. “Muitas coisas maravilhosas estão sendo planejadas de forma colaborativa. As pessoas foram muito generosas em dedicar parte do trabalho delas. Muitas etapas estão por vir. Estamos desenvolvendo três projetos de pesquisa e encaminhando muitas publicações que ainda não sabemos quantificar, pois são muitas ideias”, comentou a pesquisadora canadense.
 
Conforme Pessoa, entre os projetos em colaboração tem um que resulta de extensão sobre condutas autoavaliativas para ajudar crianças a identificar formas de violência nos contextos intrafamiliar e comunitário, nos quais estão envolvidos seis alunos do curso de Psicologia. Linda também manteve encontro com o Grupo de Pesquisa com População em Situação de Vulnerabilidade Social (GPPVS) e falou, em duas ocasiões, para estudantes da Faculdade de Medicina de Presidente Prudente (Famepp/Unoeste). Pela primeira vez no Brasil, numa breve avaliação disse que a Unoeste disponibiliza excelentes equipamentos e desenvolve pesquisa de qualidade, como ocorre no país. Por admirar bastante as metodologias aplicadas pelos pesquisadores brasileiros e a maneira como usam as teorias, sua intenção é aprender a língua portuguesa para ler mais trabalhos científicos produzidos no Brasil.

Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste


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