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Professor da Unoeste avalia pesquisa de plano internacional

Engenharia genética Brasil/Japão desenvolve genes de tolerância à seca para algumas culturas agrícolas


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Foto: João Paulo Barbosa Professor da Unoeste avalia pesquisa de plano internacional
Vieira: profissional renomado em genética e biologia molecular de plantas


Comitiva de pesquisadores brasileiros e japoneses avaliarão, em outubro deste ano, os resultados alcançados em pesquisa de introdução do gene Dreb (sigla em inglês para Proteína de Resposta à Desidratação Celular) voltada a desenvolver variedades transgênicas de culturas agrícolas resistentes à seca. O trabalho conjunto, iniciado em 1999, envolve a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e cinco instituições do Japão. Entre os convidados para compor a banca avaliadora está o professor do Programa de Mestrado e Doutorado em Agronomia da Unoeste, o pós-doutor Luiz Gonzaga Esteves Vieira, profissional de renome em engenharia genética.

Vieira estará no Centro Nacional de Pesquisa de Soja sediado em Lodrina/Pr, de 1º a 4 de outubro, como avaliador – por parte do Brasil – dos estudos sobre desenvolvimento da tecnologia da engenharia genética de culturas agrícolas com tolerância a estresses para evitar a degradação ambiental no mundo. Estudos iniciados há mais de dez anos com a utilização da biologia molecular para a produção de genes de resistência à estiagem para a soja, mas que passou a abranger outras culturas, a exemplo do algodão, do feijão, do eucalipto e da cana-de-açúcar.

Pelo lado japonês os envolvidos são: Japan International Research Center for Agricultural Sciences (Jircas), Japan International Cooperation Agency (Jica), Japan Agency of Science and Techonology (JST), University of Tokyo e a organização de pesquisa Riken. Para o vice coordenador do Mestrado, doutor Carlos Sérgio Tiritan, o convite formulado ao seu colega Vieira resulta do fato de ser uma referência no assunto, configura-se como orgulho para o programa do qual faz parte e mantém o elevado prestígio da Unoeste.

Vieira é graduado engenheiro agrônomo pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), mestre e doutor pela Oregon State of University e pós-doutorado na University of Guelph, no Canadá. Por 36 anos trabalhou no Instituto Agronômico do Paraná (Iapar). Num grupo de cientistas brasileiros, é um dos responsáveis pelo Projeto Genoma Café, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), amparado pelo Consórcio Pesquisa Café e pela Embrapa. Projeto que desvendou 30 mil genes do café, proporcionando a criação de plantas transgênicas resistentes à seca.

Desde o ano passado na Unoeste, Vieira – conhecido nacionalmente como Santista, por ser natural de Santos e torcer pelo clube de futebol homônimo – anuncia um projeto de pesquisa sobre as gramíneas tropicais para pastagem, especialmente a brachiaria que tem Presidente Prudente um dos principais polos do Brasil de produção e comercialização de sementes. A proposta é criar uma planta mais eficiente na absorção e aproveitamento de nutrientes do solo, resultando em melhor qualidade para a nutrição do gado.

Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

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