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Intercâmbio é experiência que transforma visão de mundo

Constatação é do estudante de Engenharia Civil da Unoeste que está no Canadá pelo Ciência sem Fronteiras


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Foto: Cedida Intercâmbio é experiência que transforma visão de mundo
Samuel e a identificação da universidade
Foto: Cedida Intercâmbio é experiência que transforma visão de mundo
Samuel num dos passeios pelo Canadá
Foto: Cedida Intercâmbio é experiência que transforma visão de mundo
Prédio da Laurentian University


“Já se passaram mais de três meses desde que cheguei no Canadá. Claro que esse tempo ainda não foi o suficiente para descobrir todas as maravilhas deste incrível país, mas já foi o bastante para perceber o quanto uma experiência internacional pode transformar nossa visão de mundo”, diz o estudante de Engenharia Civil da Unoeste, Samuel Alencar Gonçalves ao escrever ao assessor de Relações Interinstitucionais, doutor Antonio Fluminhan Júnior.

“As minhas primeiras semanas aqui no hemisfério norte foram completamente diferentes do que imaginava. Cheguei até ir a praia jogar futevôlei, debaixo de um sol que só esperava no Brasil. Depois, a neve veio engrossando e comecei a sentir o Canadá literalmente na pele”, conta o missivista dos tempos modernos, por meio eletrônico. Está em Sudbury, a maior cidade do norte da província de Ontario.

Diz que é uma região de lagos, muito linda. “Perfeita para boas fotos”, pontua. Durante alguns feriados teve a oportunidade de conhecer outras cidades do Canadá, como Montreal, Ottawa e Cataratas do Niágara. Planeja passar o Natal e o Ano Novo em Vancouver. “Valorizo muito essas viagens, pois cada novo lugar que conheço, sinto um crescimento cultural indescritível”, revela.

“Uma das coisas que coloca um toque especial num intercâmbio são as amizades, especialmente no Canadá, país tão multicultural e acolhedor. Já tive a oportunidade de conhecer pessoas dos quatro cantos do mundo. Isso não é importante somente pela aquisição de novos contatos, mas sim pela diversidade cultural, na qual você aprende a conviver”, relata.

O estudante da Unoeste diz que no começo parecia meio estranho estar entre chineses, árabes, sul-africanos, europeus, canadenses e pessoas de outras nacionalidades, mas se descobre rapidamente que se tem muito o que aprender uns com os outros. Conta que neste primeiro semestre de sua estadia no Canadá estuda somente inglês, de acordo com o estabelecido pelo programa do governo brasileiro.

No próximo semestre cursará cinco matérias da engenharia. Pretende explorar o máximo do que a Laurentian University tem de melhor que é a área de mineração, reconhecida mundialmente. Durante as férias de verão participará de programa de estágio, ainda não definido.

No momento também está empenhado num curso de francês, já que muitos na universidade em que está sabem esse idioma e o inglês. Depois de tudo isso, ainda poderá ficar no país por mais um semestre, para cursar outras disciplinas. “Uma oportunidade única que o governo brasileiro está me proporcionando”, avalia.

A universidade canadense tem boa estrutura. Oferece moradia dentro do campus, facilitando muito a vida dos intercambiários. Um ponto forte é o incentivo às atividades físicas, através da academia, piscina, pistas de corrida, quadras de tênis, basquete, squash e campos de futebol, entre outros. No auxílio à adaptação, os estrangeiros contam com o setor internacional.

“Enfim, em meio a tantas novidades, me encontro em enorme crescimento profissional e pessoal. Saudade do Brasil? Todos os dias. Mas tenho pessoas muito importantes me dando forças para continuar e superar os desafios que ainda estão por vir. Sou muito grato a toda minha família, minha namorada e amigos que estão me dando muita força. E se Deus me trouxe até aqui é por que acredito que tudo posso Naquele que fortalece”, afirma.

Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

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