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Alunos e professores são estimulados ao empreendedorismo

Intepp sedia quatro palestras com empreendedora inserida no contexto internacional dos negócios


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Foto: João Paulo Barbosa Alunos e professores são estimulados ao empreendedorismo
Participantes da primeira de quatro palestras, na Intepp

Os negócios sociais estão entre as vertentes do empreendedorismo com maior aceitação no mundo e têm encontrado relevância no Brasil, país repleto de comunidades com problemas que requerem detectar as reais causas, analisar as consequências e influência na vida das pessoas, como ocorrem nas áreas de educação, saúde e ambiental, dentre outras. Tais negócios têm motivado a criação de empresas com a missão única de solucionar um problema social, sendo autossustentável financeiramente e até em condições de gerar superávits.

O empreendedorismo social consiste num misto de segundo e terceiro setores, respectivamente, representados pelo setor produtivo mantido pela iniciativa privada e pelas organizações sem fins lucrativos como são as Organizações Não Governamentais (ONGs). Numericamente, os negócios sociais formam o setor 2,5 que é a metade da soma do 2 e do 3. “O setor 2,5 reúne o que há de melhor nos outros dois, com as empresas que geram superávit e as organizações que atuam na busca de solução para problemas sociais”, diz Adiane Mitidiero.

Inserida no contexto internacional do empreendedorismo, Adiane se apresenta como advogada por formação, empreendedora por vocação e palestrante por paixão; ela é consultora especializada em internacionalização de negócios e mobilidade de pessoas que nesta terça (14) e quarta-feira (15) faz quatro palestras para professores e alunos de graduação e pós-graduação da Unoeste, visando sensibilizar atividades empreendedoras em geral, em todas as áreas do conhecimento.

Foto: João Paulo Barbosa Adiane orienta alunos e professores sobre negócios sociais
Adiane orienta alunos e professores sobre negócios sociais
As palestras são sediadas na Incubadora Tecnológica de Presidente Prudente (Intepp), cujo gerente Luís Horácio Ramos Isique comenta que a iniciativa é do pró-reitor acadêmico, Dr. José Eduardo Creste, e surgiu ao receber a visita de Adiane que viveu oito anos no exterior, parte deles para estudar na Univeristé de Rouen, na França, onde obteve o título de Mestre em Direito Internacional e Europeu. As palestras são de curta duração devido ao enfoque objetivo. A primeira ocorreu na manhã de hoje, das 11h30 às 12h.

A segunda e a terceira ficaram programadas para a noite, com inícios às 19h30 e 20h30. A quarta será às 16h de amanhã. Conforme Adiane, o negócio social dá para ganhar dinheiro e a estimativa de experts é a de que este setor deve movimentar mais de 1 trilhão de dólares até 2020. “Além do que, tem muitas pessoas interessadas em investir no negócio social, como aqueles que já praticam filantropia. No negócio social o dinheiro não tem que ser doado todos os anos ele é investido uma única vez, pois o negócio tem que se auto-sustentar.”, disse na palestra da manhã.

A criação do negócio social depende basicamente em detectar o problema; criar a empresa para resolvê-lo ; além de buscar relações em rede de contatos (networking). Criar situações mensuráveis do impacto causado pelo problema exige imersão no meio em que acontece, e no Brasil existe referência como é o caso da Moradigna, empreiteira com serviços de custos baixos que atua em comunidades carentes. A palestrante também citou a Saladorama, Hevp e Outdoor Social.

Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

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