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Especialização em produção de sementes recebe inscrições

Com o crescimento e força da produção de grãos no Brasil, essa área absorve grande demanda profissional


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Foto: Cedida Especialização em produção de sementes recebe inscrições
A engenheira agrônoma Sandy Cristófano enaltece a qualidade da especialização

 

A Especialização em Produção e Tecnologia de Sementes está com inscrições abertas on-line e junto à secretaria da pós-graduação lato sensu da Unoeste, com aulas previstas para começarem no dia 23 deste mês. O curso é novo, foi implantado no segundo semestre de 2019 e ficou com as matrículas suspensas no segundo semestre de 2020 por causa da pandemia do coronavírus. A primeira turma irá finalizar em agosto e faz parte dela a engenheira agrônoma Sandy Breschi Segato Cristófano, que revela ter ampliado seus conhecimentos que são aplicados em sua área de trabalho.

Natural de Emilianópolis e moradora de Alfredo Marcondes (SP), Sandy é egressa do curso de Agronomia da Unoeste, na turma de 2014. Conta que escolheu fazer a especialização em busca da atualização e para obter aprofundamento sobre sementes, no sentido de juntar os novos conhecimentos com sua experiência profissional; na condição de responsável técnica do Laspre, o laboratório de análise de sementes que é focado em forrageiras e pertence à empresa Semenseed  Sementes Insumos e Rações, mais conhecida como Sementes Presidente.

Sandy afirma que a Especialização em Produção e Tecnologia de Sementes tem contribuído para que se mantenha atualizada sobre os procedimentos e tem proporcionado enriquecimento profissional mediante a troca de informações e práticas acadêmicas; inclusive ao ponto de agregar valor à sua atividade profissional e esclarecer dúvidas do dia a dia. Diz ainda que as disciplinas são pertinentes e interessantes, ministradas por professores excelentes.

Estrutura do curso 

Na condição de uma das responsáveis pelo curso, a professora doutora Ceci Castilho Custório conta que essa especialização foi pensada para dar suporte aos profissionais que atuam na cadeia de produção de sementes; setor que é a base da produção vegetal, sendo que por meio das sementes ocorrem as conquistas em termos de melhoramento de plantas, atingindo o público-alvo, ou seja: o agricultor. O curso foi estruturado para atender todos os aspectos da produção de sementes, desde a instalação de campos até aspectos relacionados à comercialização, passando por colheita, secagem, beneficiamento e controle de qualidade nos laboratórios de análise.  

“Assim, o público-alvo é bastante diversificado, podendo atender ao interesse dos diversos profissionais que atuam na área, tais como: engenheiros agrônomos, engenheiros florestais, biólogos, zootecnistas e profissionais afins que tenham atuação na área como, por exemplo, tecnólogos em produção agropecuária, agricultura, floresta e agronegócio. Com o crescimento e pujança da produção de grãos no Brasil e do agronegócio como um todo, a área está demandando muitos profissionais para atuação como responsáveis técnicos pela produção ou controle de qualidade, administração e comercialização”, pontua.

A Dra. Ceci comenta que esse é um setor que não retraiu com a pandemia e que, seguindo a forte demanda por alimentos no mundo, a perspectiva é que continue crescendo e atraindo investimentos das empresas produtoras. “As produções de sementes de gramíneas forrageiras vêm experimentando particular desempenho devido à diversificação do uso dessas plantas que antes eram restritas a formação e reforma de pastagens e agora encontram crescente uso como plantas destinadas a cobertura do solo”, afirma.

Time experiente 

Coberturas realizadas em sistemas de plantio direto como Integração Lavoura – Pecuária (ILP) ou Integração Lavoura – Pecuária – Floresta (ILPF), que atualmente ocupam o terceiro lugar em valores de produção no Brasil, atrás dos dois carros chefes do setor que são as sementes de soja e milho; conforme Ceci que tem larga experiência na área, atuando academicamente há mais de 20 anos no ensino e pesquisa, membro do comitê de sementes forrageiras da Associação Brasileira dos Tecnologistas de Sementes (Abrates) e com pós-doutoramento em bancos de sementes pelo Millennium Seed Bank do Kew Gardens, na Inglaterra.

Sua parceira na responsabilidade de conduzir a especialização é Fabiana Lima Abrantes, doutora na área pela Unesp, no campus da Ilha Solteira/SP, e já foi responsável técnica por produção de sementes de soja e atua na Unoeste com ensino e pesquisa desde 2014, quando iniciou seu pós-doutoramento nessa mesma instituição. No corpo docente estão especialistas renomados na área como são os professores doutores da própria Unoeste, Tiago Aranda Catuchi e Nelson Barbosa Machado Neto. 

Como convidados estão os consultores doutores José Ricardo Bagateli e Evaldo Cervieri Filho; os professores pesquisadores da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP)  José Otávio Machado Menten e  Francisco Guilhien Gomes Junior, a auditora e  consultora Dra. Evelyn Koch, a responsável técnica por laboratório de análise de sementes Melise Batista de Oliveira Tostes e Sandra Regina Dias Ferreira, da  Associação Nacional de Produtores de Sementes de Gramíneas e Leguminosas Forrageiras (Anprosem).

Serviço – Inscrições no site da Unoeste, neste link.

Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

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