Saúde Visual atende mais de 32 mil alunos do ensino público
Nos últimos 16 anos foram detectados 2,8 mil (8,6%) que precisaram usar óculos disponibilizados gratuitamente
Longevo e com excelente resultado de melhoria do aprendizado ao passar a usar óculos e enxergar direito, projeto Saúde Visual do Escolar fechou o seu 16º ano em 2025 com atendimento para 32.709 alunos do ensino público estadual em Presidente Prudente.
Desde 2010, foram encaminhados para consultas (após testes de acuidade) 6.045 alunos e 2.835 passaram a usar óculos, o que representa respectivamente 18,4% e 8,6% do total de atendimentos dos serviços levados às escolas.
O balanço é disponibilizado pelo Banco de Olhos Maria Sesti Barbosa, da Santa Casa, juntamente com os dados do ano passado: 1.581 alunos atendidos, 457 encaminhados para consultas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e 290 precisando usar óculos.
Iniciativa e parceiros
O projeto é de iniciativa do Lions Clube Centenário, com as parcerias da Santa Casa – via banco de olhos – e da Unoeste, através da Faculdade de Medicina de Presidente Prudente (Famepp).
Tem ainda o envolvimento da Diretoria Regional de Ensino, vinculada à Secretaria de Estado da Educação com 27 escolas públicas na cidade, e da Pró-reitoria de Extensão e Ação Comunitária (Proext).
O Saúde Visual do Escolar contempla alunos ingressantes no segundo ciclo do ensino fundamental, o que atualmente ocorre no 6º ano. No 1º ano do primeiro ciclo, na condição de ingressantes, têm esse tipo de atendimento pela saúde municipal.
Estudantes de Medicina
Os testes são aplicados por estudantes de Medicina, acompanhados e orientados por professores vinculados ao Programa de Aproximação Progressiva à Prática (Papp). Verificada alguma dificuldade em enxergar, é feito o encaminhamento para consultas.
Os óculos são ofertados gratuitamente pelo Lions Clube Centenário, com o encaminhamento feito pelo banco de olhos presidido por Irineu Sesti Filho e que conta com a atuação da assistente social Fátima Rota.
As consultas são feitas com os médicos oftalmologistas Edson Rikio Fudo, Gabriel Couto Senra, Lenine Botigelli e Alícia Fudo. Em casos de tratamento, os atendimentos são em consultórios particulares. Também gratuitamente.
Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste