CAMPUS:
0800 771 5533
Área do Egresso Aprender Unoeste
Você está em: Notícias

Biomedicina é ciência, tecnologia e novas oportunidades

Área de biomedicina estética vem transformando o setor, expandindo a atuação do profissional e movimentando a economia


email facebook twitter whatsapp Linkedin

Foto: Cedida Biomedicina é ciência, tecnologia e novas oportunidades
Fábio: “O biomédico formado na Unoeste tem formação técnica e científica sólida para atuar com responsabilidade”

Nos últimos anos, a biomedicina estética consolidou-se como uma das áreas mais promissoras dentro da saúde e do bem-estar. Impulsionada pelos avanços científicos, novas tecnologias e pela crescente busca por procedimentos minimamente invasivos, essa especialidade vem ampliando seu espaço no mercado e atraindo cada vez mais profissionais da área biomédica.

Por trás dos resultados estéticos que ganham destaque nas clínicas e redes sociais, existe uma base sólida de conhecimento científico, formação técnica e responsabilidade profissional. Esse cenário revela como a biomedicina, tradicionalmente associada a laboratórios e pesquisa científica, também desempenha papel importante na interface entre ciência, saúde e estética.

A trajetória do biomédico Fábio Macarini, formado pela Universidade do Oeste Paulista (Unoeste) e fundador da Sora Dermocosméticos, ilustra bem como a formação científica pode abrir caminhos para diferentes áreas de atuação dentro da Biomedicina.

Da microbiologia à estética

Antes de ingressar na Biomedicina, Fábio iniciou sua trajetória acadêmica em outro campo, a Gastronomia. Foi durante essa experiência que surgiu o interesse pela ciência.

“Me encantei pela microbiologia, em aulas ministradas pela professora doutora Daniela Moris. Faltando apenas seis meses para concluir a graduação, percebi que minha verdadeira vocação estava na ciência e decidi migrar para a Biomedicina”. 

Entre congressos, palestras e eventos científicos, surgiram dúvidas comuns a muitos estudantes: qual caminho seguir dentro de uma profissão com tantas possibilidades?

A atuação em biomedicina estética exige muito mais do que habilidade técnica. O profissional precisa dominar uma ampla base científica para compreender como o organismo reage aos procedimentos.

Entre os conhecimentos essenciais estão:

- Anatomia humana 

- Fisiologia 

- Bioquímica 

- Farmacologia 

- Imunologia 

- Biossegurança 

Segundo Fábio, a formação biomédica oferece diferenciais importantes para o trabalho com procedimentos injetáveis.

“Além da base em anatomia e fisiologia, o biomédico tem experiência com punções, manejo de perfurocortantes e aplicação de injetáveis. No estágio em diagnóstico por imagem, por exemplo, desenvolvemos habilidades de anamnese, atendimento ao paciente e administração de contrastes”. 

Formação científica e prática desde os primeiros anos

A base acadêmica desempenha papel fundamental na formação de biomédicos preparados para os desafios da profissão.

De acordo com a professora Dra. Daniela Moris, docente da área de microbiologia da Unoeste, a universidade busca integrar ensino, prática laboratorial e pesquisa científica desde o início da graduação.

“A iniciação científica faz parte da formação do aluno desde os primeiros anos do curso. Os estudantes participam de projetos de pesquisa, apresentam trabalhos em congressos e têm a oportunidade de publicar resultados em revistas científicas”.

Além disso, o curso oferece habilitações em Análises Clínicas e Imaginologia, ampliando as possibilidades de atuação profissional.

A formação prática também é um dos pilares do curso. Os estudantes têm acesso a diferentes espaços voltados ao treinamento e simulação de procedimentos, como o Laboratório de Habilidades e Simulação, a Sala Betha e o LabMit, ambientes que utilizam tecnologias educacionais avançadas para aproximar os alunos da realidade profissional.

Foto: Cedida Thais: “A biomedicina é apaixonante. As áreas de atuação nos proporcionam várias possibilidades”
Thais: “A biomedicina é apaixonante. As áreas de atuação nos proporcionam várias possibilidades”

Mercado em expansão e os desafios da biomedicina estética

A biomedicina estética tem ganhado destaque dentro da profissão, acompanhando a crescente demanda por procedimentos minimamente invasivos e tratamentos voltados à qualidade de vida e autoestima.

Para a biomédica e ex-aluna da Unoeste, Thais Soares, da TS Clinic, a paixão pela estética veio antes mesmo da graduação em Biomedicina e o encontro com a profissão foi imediato.

“Ao decorrer da graduação vi que estava exatamente onde precisava estar, a biomedicina é apaixonante. As áreas de atuação nos proporcionam várias possibilidades, e a estética sempre foi minha paixão”. 

A escolha pela Unoeste foi decisiva para sua formação. Após iniciar os estudos em Londrina, ela buscava uma graduação mais completa. 

“Vi que a Unoeste sempre foi conceituada e oferecia o curso integral. Além da carga horária, a especialização em imagem me atraiu bastante”, destaca. Segundo Thais, a base sólida em anatomia e a estrutura com laboratórios e tecnologia fizeram diferença na sua atuação como biomédica estética.

Com quase 10 anos de experiência em biomedicina estética, Thais acompanhou o crescimento da harmonização facial e dos procedimentos injetáveis. “A era da harmonização está só começando. Temos muitos frutos para colher, e a autenticidade é o que diferencia no mercado”, ressalta, reforçando a importância da qualificação profissional.

Além da prática clínica, ela também destaca o desafio de empreender na área. “Não somos só biomédicos, somos empreendedores e gestores”, afirma. Como conselho, deixa uma mensagem direta. “Façam o que amam, tenham um propósito. Nada é impossível, viva o seu impossível”.

O futuro da Biomedicina: ciência, tecnologia e inovação

Embora a estética seja uma das áreas em crescimento, a Biomedicina possui um campo de atuação muito mais amplo.

Segundo a Dra. Daniela, a profissão vem ganhando destaque com os avanços da biotecnologia, genética e biologia molecular.

Um exemplo foi o papel de biomédicos durante a pandemia de Covid-19, atuando no sequenciamento do vírus SARS-CoV-2, no desenvolvimento de testes diagnósticos e em pesquisas relacionadas a vacinas e terapias.

Além disso, pesquisadores brasileiros também têm contribuído para avanços científicos em áreas como Alzheimer, Parkinson, genética e nanotecnologia aplicada à saúde.

Com o avanço da inteligência artificial, da medicina personalizada e da biotecnologia, o papel do biomédico tende a se tornar ainda mais estratégico na interface entre ciência, tecnologia e inovação em saúde.

Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

Alguma mensagem