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Colaboradoras participam de treinamento de defesa pessoal

Atividade integra programação especial do Outubro Rosa; Unoeste reforça a importância do cuidado, da prevenção e da segurança das mulheres


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Foto: Ector Geravsoni Treinamento de Defesa Pessoal Feminina realizado no campus 1 da Unoeste
Treinamento de Defesa Pessoal Feminina realizado no campus 1 da Unoeste

O mês de outubro é marcado mundialmente pelo Outubro Rosa, movimento de conscientização sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. Na Unoeste, a programação dedicada ao tema também amplia o olhar para o cuidado com as mulheres em diferentes aspectos do cotidiano.

Como parte das ações, o Departamento de Segurança, em parceria com o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT), promoveu um treinamento de Defesa Pessoal Feminina voltado às colaboradoras da universidade.

A atividade apresentou técnicas e orientações que podem contribuir para que as participantes estejam mais preparadas para lidar com diferentes situações de risco. O treinamento abordou estratégias de proteção e segurança que podem ser utilizadas em ambientes diversos, como casa, rua, trabalho e espaços públicos.

A proposta é proporcionar conhecimento prático e ampliar a percepção das participantes sobre atitudes que podem ajudar na prevenção de situações de violência ou ameaça. Mais do que ensinar técnicas de defesa, a atividade busca fortalecer a confiança e a autonomia das mulheres diante de circunstâncias adversas.

Defesa pessoal também é autoconfiança

Responsável por ministrar o treinamento, a colaboradora e professora Maria Almeida, de 42 anos, pratica artes marciais desde os 16 anos. Faixa-preta de judô e praticante de jiu-jitsu, ela atua no Departamento de Segurança da Unoeste como controladora de acesso.

Para ela, o conhecimento sobre defesa pessoal pode contribuir não apenas para situações de risco, mas também para aspectos emocionais e comportamentais.

“A defesa pessoal ajuda na questão do autocontrole, da autoconfiança e também da autoestima. Isso abrange muito a nossa vida como mulher, porque, diante de tantas circunstâncias e agressões, a mulher pode se paralisar e ficar vulnerável”, explica Maria.

Foto: Ector Gervasoni Os instrutores: Leandro Almeida, Ana Laura Almeida e Maria Almeida
Os instrutores: Leandro Almeida, Ana Laura Almeida e Maria Almeida

Segundo a professora, o contato com técnicas básicas de defesa pode ainda estimular a busca por atividades físicas e artes marciais.

“Qualquer pessoa, desde a criança até a pessoa mais velha, pode ter acesso a uma situação básica de defesa pessoal. Isso é levado para a vida e pode despertar o interesse em buscar uma academia e praticar uma arte marcial”, acrescenta.

Durante a atividade na universidade, Maria conta que as colaboradoras participaram de forma descontraída e demonstraram interesse em aprender.

“Foi muito bacana. As meninas ficaram superdescontraídas. Algumas ficaram com medo porque não tinham tido contato com a luta, mas tentamos aplicar tudo de uma forma descontraída para que elas pudessem entender que são capazes de executar essas técnicas, mesmo sem conhecer uma arte marcial”, relata.

A participação surpreendeu até mesmo a instrutora. “Elas colaboraram, participaram, se envolveram e saíram daqui empolgadas. Algumas, no final, até relataram que a atividade despertou o interesse em buscar uma luta para defesa pessoal”, completa.

Conhecimento que pode fazer diferença

Entre as participantes esteve a colaboradora Eliane Magali Pereira Assumpção, que trabalha no Laboratório de Fisiologia. Para ela, aprender técnicas de defesa pessoal é uma forma de estar mais preparada para situações inesperadas.

“É muito importante participar para a mulher aprender a se defender, porque a gente não sabe. A qualquer momento, na rua ou mesmo em casa, pode aparecer um agressor”, afirma. 

Eliane também avalia positivamente a experiência e acredita que o conhecimento deveria ser ampliado entre as mulheres. “Foi muito bom. É válido que todas as mulheres tenham esse domínio e aprendam essas técnicas. Foi uma aula muito bem aproveitada”, destaca.

A colaboradora Lilian Medeiros Seleri, que atua no departamento de Marketing, também participou da atividade e destaca a sensação de confiança proporcionada pelo treinamento.

“Achei muito importante. Me senti empoderada. Não era uma ação que eu estava esperando, então foi uma surpresa muito boa”, conta.

Para Lilian, a iniciativa amplia a abordagem tradicional do Outubro Rosa ao olhar para diferentes dimensões da vida das mulheres. “Além do Outubro Rosa, que a Unoeste já trabalha muito bem, tivemos uma atenção a mais para outro aspecto sobre ser mulher. Acho muito importante”, afirma.

Outubro Rosa também é prevenção

Criado para ampliar a conscientização sobre o câncer de mama, o Outubro Rosa reforça a importância de que as mulheres estejam atentas à própria saúde e tenham acesso a informações confiáveis sobre prevenção, diagnóstico e tratamento.

De acordo com o Ministério da Saúde, o câncer de mama é o tipo de câncer mais incidente entre as mulheres no Brasil, depois do câncer de pele não melanoma. A identificação da doença em estágios iniciais aumenta as possibilidades de tratamento e favorece melhores resultados.

Além da atenção aos sinais do próprio corpo, o acompanhamento de saúde e a realização dos exames indicados pelos profissionais são importantes para a prevenção e o diagnóstico precoce.

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Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

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