Mães que inspiram: entre desafios, fé e superação
Colaboradoras compartilham desafios, conquistas e o amor que guia suas trajetórias dentro e fora da universidade
Ser mãe é, muitas vezes, viver entre desafios diários e conquistas silenciosas. É encontrar força onde parecia não existir e transformar a rotina em um exercício constante de amor. Na Unoeste, histórias de colaboradoras mostram como a maternidade atravessa vidas, molda trajetórias e inspira futuras gerações. Entre corredores, salas de aula e espaços do campus, duas mulheres representam diferentes realidades, mas compartilham o mesmo sentimento: o de que ser mãe é a maior transformação que já viveram.
Fé, trabalho e o amor multiplicado por três
Há 12 anos na Unoeste, a auxiliar de limpeza Elaine Ferreira Farias carrega uma história marcada pela fé. A maternidade chegou de forma inesperada... e em dose tripla. “Antes mesmo de saber que estava grávida, eu tive um sonho. Jesus dizia que aquela seria a minha vitória. Depois descobri que estava grávida de trigêmeas. Foi um susto, junto com felicidade e medo, mas acima de tudo uma bênção”, conta.
Vanessa, Vitória e Verônica, hoje com 15 anos, chegaram trazendo uma nova rotina e muitos desafios. “Quando olhei para elas pela primeira vez, pensei: elas dependem de mim. E prometi que estaria ali todos os dias, amando cada uma”.
Conciliar o cuidado com três filhas e o trabalho nunca foi simples. Elaine, que é esposa de outro colaborador da Unoeste, o vigilante Júlio Farias, começou na universidade quando as meninas ainda eram pequenas, equilibrando turnos, creche e o apoio da família. “Era muito desafiador, mas a gente vai aprendendo. Hoje eu digo que aprendo mais com elas do que ensino”, destaca. A maternidade, segundo ela, redefiniu sua vida. “Depois dos filhos, você faz tudo por eles. Você se fortalece por eles e tudo se transforma”, acrescenta.
Trabalhando dentro de uma universidade, ela alimenta um sonho: ver as filhas ocupando aquele mesmo espaço como estudantes. “Eu olho os jovens aqui e as vejo no futuro. Elas são muito dedicadas, eu sei que vão conseguir”, pontua.
O acolhimento institucional também fez diferença nessa trajetória. “Eu e meu esposo trabalhamos aqui. A Unoeste é como uma família. Sempre fomos muito bem acolhidos”, fala Elaine.
O amor que ecoa em palavras
“Minha mãe é uma mulher maravilhosa, trabalhadora e guerreira. Ela fez tudo por nós desde sempre. Se eu pudesse escolher, escolheria ela mil vezes”, afirma Vanessa. “Meus pais são nossos maiores exemplos. Eles sempre deram o máximo por nós”, completa Vitória. “Você é a pessoa mais importante da minha vida. Obrigada por tudo. Eu te amo”, diz Verônica.
Maternidade, carreira e recomeços
“Meu filho mais novo tinha apenas 50 dias quando passei pelo divórcio. Foi um período muito difícil. Em vários momentos, achei que não daria conta”, relembra.
Com o tempo, a força apareceu. “Depois a gente percebe que tudo vai se ajeitando. A força vem”, menciona. Conciliar a maternidade com a carreira acadêmica exige equilíbrio constante. “Sou apaixonada pelo que faço, mas também sou completamente dedicada aos meus filhos. Às vezes alguns ‘pratinhos’ caem, mas sigo colocando amor em tudo”, destaca.
Ela salienta que o apoio da instituição foi fundamental nesse processo. “Tive muito acolhimento aqui na Unoeste. Isso fez toda a diferença para continuar o meu servir”, diz. Ao olhar para a própria trajetória, Érika reconhece o impacto na formação dos filhos. “Minha filha mais velha já é médica, a do meio está focada no vestibular, e o caçula está começando a descobrir o mundo. Cada um no seu tempo, mas acredito que o exemplo influencia nisso”.
Para ela, a maternidade é um processo contínuo de aprendizado. “Aprendo todos os dias com meus filhos. Eles nos tornam mais humanos, mais pacientes. É um exercício constante”.
E deixa uma mensagem para outras mães: “Acolham-se. Vocês estão fazendo o melhor que podem. Não desistam dos seus sonhos”.
O reconhecimento também vem de dentro de casa. As filhas destacam a admiração pela mãe:
“Quando a gente olha para a nossa mãe, vemos uma mulher muito dedicada, que passou por muitas situações. A maternidade faz parte de tudo o que ela é”, afirma Gabriela.
“Ela nunca faz nada pela metade. Se entrega por inteiro, e isso é algo que admiramos muito”, fala Manuela.
“Mãe, nós te amamos muito. Obrigada por tudo o que você faz por nós. Você nos inspira todos os dias”, complementa Gabriela, que motiva o pequeno Miguel a também mandar um: “Te amo, mamãe”.
Uma homenagem que vai além da data
Dentro da Unoeste, essas trajetórias também refletem o compromisso institucional com o acolhimento, o desenvolvimento humano e o respeito às histórias que constroem a universidade. Neste Dia das Mães, mais do que uma celebração, fica o reconhecimento a mulheres que, todos os dias, transformam suas realidades, e a de quem está ao seu redor, por meio do cuidado, da dedicação e do amor.
Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste