Docentes de Medicina encontram-se para falar sobre Pesquisa
Tema tratado corresponde a um elemento essencial da universidade, junto ao Ensino e à Extensão
“As universidades obedecerão ao princípio de indissociabilidade entre Ensino, Pesquisa e Extensão”. Esta afirmação sobre a união das três esferas está prevista na Constituição Federal, é acompanhada pelo Ministério da Educação (MEC) e base para funcionamento de cursos da Unoeste. Na graduação em Medicina, o item Pesquisa vem sendo reforçado e, em vista disto, é o eixo da capacitação docente desenvolvida nesta semana.
De acordo com a professora Aline Buriola, que falou ao corpo docente nesta terça-feira (3), as diversas pesquisas realizadas pelos acadêmicos ao longo dos 12 termos coopera à firme construção profissional do médico, já que “quando o aluno se envolve com a pesquisa, desenvolve senso crítico e reflexivo mais apurado, porque começa a perceber a necessidade de um aprofundamento com relação àquilo que questiona” e, desta forma, busca soluções que transformem a realidade. Aline é uma das docentes que sempre transmitem aos estudantes a informação de que é importante fazer com que a pesquisa seja uma atividade rotineira.
Ainda no momento de articulação com os docentes, houve palestra da Dra. Ieda Benedetti, professora da Medicina e colaboradora do Núcleo Institucional de Desenvolvimento Pedagógico (Nidep). Segundo a psicóloga e doutora em Educação, pesquisar é necessário para o progresso das universidades e à difusão do conhecimento, “um elemento fundamental para o desenvolvimento de uma nação, pois sem a pesquisa não há tomada de decisões fundadas e não desenvolve, qualitativamente, saúde, educação, infraestrutura e aspectos éticos”.
Em continuidade à programação, na quarta (4) e na quinta (5) alguns professores do curso de Medicina apresentarão planos de ensino de disciplinas. Ontem (2), a primeira atividade foi uma palestra sobre pesquisa qualitativa, conduzida pela Dra. Isabel Cristina Belasco. Segundo ela, esta metodologia traz contribuições diretas para o processo de ensino/aprendizagem. “Na saúde, é algo relativamente novo, principalmente em medicina, que pode utilizá-la muito mais do que hoje”.
Coordenadora do curso de Medicina, Nilva Galli também participa da semana de qualificação e aponta que a importância de haver este momento “é que através da capacitação os professores serão multiplicadores do conhecimento entre os estudantes, pois o docente pesquisando, estimulará o estudante a fazer o mesmo” nas diversas modalidades de pesquisa.
Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste