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Graduação sanduíche estimula sonho de mestrado no exterior

Estudante da Engenharia Civil retorna do Canadá para concluir o curso e espera por pós-graduação nos EUA


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Foto: Cedida Graduação sanduíche estimula sonho de mestrado no exterior
Gonçalves ao receber o certificado de inglês
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Visita ao parque de Jasper, em Banff
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Em dia de neve na University of Sudbury


Satisfeito com os resultados obtidos em um ano e meio de estudos no Canadá, Samuel Alencar Gonçalves se sente estimulado em retornar ao exterior, assim que se formar engenheiro civil na Unoeste. Sonha em fazer mestrado nos Estados Unidos, desde que consiga nova bolsa do programa federal Ciência sem Fronteiras, concedida pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Na University of Sudbury, na Província de Ontário, no Canadá, fez seis meses de inglês e nos dois semestres seguintes cursou nove disciplinas pelo modelo de graduação sanduíche.

Agora, de volta à Unoeste faz o 6º termo do curso de Engenharia Civil. Trouxe em sua bagagem cultural conhecimento acadêmico e ricas experiências de vida, incluindo viagens a Vancouver, Toronto, Ottawa e Montreal, incluindo, na volta, passagem pelos Estados Unidos. Viveu bons momentos, mas teve que exercitar a superação de estar longe da família. A situação mais crítica foi aprender a enfrentar o frio de até 40 graus abaixo de zero. Conhecer a neve foi bonito no começo, mas depois a torcida era para chegar o verão.

A lição que ficou do frio intenso foi aproveitar o melhor de cada estação. No inverno, patinou no lago congelado. No verão, viajou 90 km de bicicleta. Saiu de manhã, chegou à noite. Acampou na região dos lagos, durante cinco dias. Levou até comida. A aventura foi na companhia de um de cinco amigos brasileiros, com os quais fez outras viagens, preferindo a locação de carros, por ser mais em conta que passagens de ônibus, de trem e de avião. Bicicleta foi o veículo mais utilizado no verão, para ir ao mercado e fazer trilha na universidade.

Gonçalves comprou a bicicleta e ao final de sua estadia no Canadá a vendeu para outro estudante. Morou na universidade que tem vários prédios para estudantes. Num primeiro momento dividiu o apartamento com seis canadenses, ocupando quarto duplo. Depois foi morar com outros quatro brasileiros, todos estudantes de engenharia na Universidade Federal do ABC, de São Paulo. Todavia, manteve convívio com estudantes de outras nacionalidades, especialmente os canadenses, por conta de aprimorar a língua inglesa.

Para ambientar os estrangeiros, a universidade promove atividades entre moradores dos prédios. São competições como jogos e gincanas. Conforme o estudante da Unoeste, os canadenses são fechados, mas na sua seriedade conseguem ser educados e receptivos. Mesmo vivendo num país multicultural, cultivam a própria cultura. “Nesse aspecto, a lição que tive foi aprender a aceitar diferentes opiniões, até por conta de diferentes crenças”, conta e revela que em grande parte do tempo, em que permaneceu no Canadá, trocou o traje esportivo – calça jeans, camiseta e tênis – por casacos e botas de inverno.

Além das disciplinas, esteve envolvido num estágio de pesquisa durante o verão do ano passado. Auxiliou o professor de métodos e elementos em seu experimento sobre mecânica das rochas, do qual recebia problemas e buscava soluções, utilizando um software específico. “Gostei muito dessa área e pretendo me aprofundar nisso. É algo relacionado com mecânica dos solos. Tem a ver com escavações para túneis de metrôs, estradas e afins”, comenta para dizer que valeu a pena as experiências, pelas quais passou a ter uma visão diferente de mundo.

O entendimento de Gonçalves é de que, diante da vivência internacional, será possível abrir as portas para outras oportunidades como essa que recebeu do governo brasileiro, na qual teve o apoio da Unoeste por intermédio da Assessoria de Relações Interinstitucionais, pela qual responde o Dr. Antonio Fluminhan Júnior, com quem esteve durante o processo de homologação e seleção do programa de intercâmbio; manteve contato via internet durante o tempo em que permaneceu no Canadá; e, assim que retornou à Unoeste, voltou a se encontrar para avaliar os resultados dos estudos na University of Sudbury.

Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

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