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Setor de Tecnologia é um dos que mais crescem

Realidade do mercado: sobram vagas e faltam perfis qualificados para a alta demanda


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Foto: Cedida Setor de Tecnologia é um dos que mais crescem
Matheus Rocha já reúne grandes experiências, dentre elas a participação no Web Summit, maior evento de inovação do mundo

 

A área da tecnologia está entre as que mais crescem nos últimos anos. Em 2020, por exemplo, uma pesquisa do LinkdIn Brasil mostrou que das 15 profissões emergentes, oito tinham relação direta com o setor. E essa previsão se mantém neste ano e certamente nos próximos. Também é fato que existem mais vagas do que profissionais qualificados. Por isso, para quem pretende seguir carreira, é fundamental buscar formação de excelência. Neste quesito, a Unoeste tem uma das melhores faculdades de informática do país, com oferta de cursos superiores e de pós-graduação. 

Para se ter ideia, a demanda por profissionais da tecnologia é tanta, que os salários podem ultrapassar a casa dos R$ 20 mil. Ainda, estudos do MGI (McKinsey Global Institute) apontam que o grande crescimento da demanda por competências tecnológicas deverá persistir até 2030. Considerando os bons indicadores socioeconômicos e de infraestrutura.

Cenário positivo 

A Intepp (Incubadora Tecnológica de Presidente Prudente) é credenciada à Rede Paulista de Incubadoras de Empresas Tecnológicas e à Fundação Inova na Rede Paulista de Centros de Inovação Tecnológica. Na área empresarial tem a PoloIN (Associação das Empresas Produtoras de Software do Oeste Paulista). No âmbito da formação superior são 33 anos da Faculdade de Informática (Fipp/Unoeste).

Diante de tais circunstâncias, empresas buscam profissionais com formação superior. No mercado a oferta de emprego é maior que a mão de obra disponível e faltam perfis qualificados. O gestor de TI e Inovação da Security Segurança e Serviços, Glauco Ruiz, afirma que a formação em nível superior é fundamental e que as empresas ressentem a escassez e até mesmo a falta de qualidade técnica e de bons perfis pessoais.

Formação superior e experiências

O sócio-proprietário e diretor de operações da E Gestora – Sistemas e Soluções, Marco Aurélio Panizza Damato, entende a graduação bem feita como o alicerce da carreira e pré-requisito para atender a demanda.  Afirma existir déficit de profissionais e comenta que, por mais que essa defasagem seja grande, as empresas não abrem mão de ter profissionais com conhecimento, competência, habilidades e atitude.

Formado em 2019 em Ciência da Computação pela Fipp, Matheus Rocha ingressou no mercado antes de concluir o curso, como idealizador da startup Raiseup Solutions, junto à Intepp. Também atua como head of data & analytics nas empresas Eventials e V-Lab Health. Para ele, o maior ganho universitário foi aprender a estudar para atuar numa área que tem novas tendências todos os dias.

Matheus comenta que, embora formado há pouco tempo, tem participado de diversas experiências profissionais, realizando projetos em empresas como Natura, Ateris e Santander, dentre outras mais de 20 na área de Data Science. Durante a faculdade, sua primeira experiência no mercado foi o estágio na Fifteen Hundred. No fim de 2019 esteve na Web Summit, o maior evento de inovação e tecnologia do mundo, realizado em Lisboa, Portugal. 

Henrique Ramos Ricci concluiu Ciência da Computação no fim de 2020 e já foi contratado como desenvolvedor júnior na Cobmais, após estágio como Jovem Aprendiz. Neste curto período de formado, oportunidades não faltaram e, hoje, é instrutor de tecnologia na Trybe. Assegura que a qualidade do ensino superior, aliada à infraestrutura, abriu as portas no mercado de trabalho, mesmo antes de concluir o curso na Fipp, local de formação de todos os personagens desta reportagem. 

Foto: Cedida Henrique Ramos conquistou emprego na área antes mesmo de concluir o curso superior
Henrique Ramos conquistou emprego na área antes mesmo de concluir o curso superior

Diversas tecnologias

Glauco atua no mercado e é professor na Fipp. Em alerta ao modismo de que o jovem com formação nessa área não deve pensar em ser empregado, diz que isso faz parecer que ter emprego é demérito, quando verdadeiramente não é.

Ao dizer que muitas empresas declinaram de captar talentos em salas de descompressão, com mesas de bilhar e videogames disponíveis, afirma que o profissional para este setor precisa estar apto em trabalhar com diversas tecnologias, já que tudo muda muito rápido. Outra necessidade é a de conhecer processos e funcionamento de negócios, pois as empresas buscam pessoas que saibam resolver os seus problemas e apresentar alternativas melhores do que as que são comumente utilizadas.

Qualidade

Marco Aurélio tem vivência além da E Gestora, como consultor em gestão da VCom Tecnologia, diretor de operações regionais da Deal Techonologies, vice-presidente adjunto de YI do Banco de Investimento Credit Suisse e analista desenvolvedor no Banco de Tokyo Mitsubishi, BM&F Bovespa e Banco Santos, dentre outros.

No seu entendimento, a experiência é um diferencial, porém, também acredita que são enormes as chances de conquistar boas oportunidades quem for bem capacitado quanto às competências técnicas, possuir empatia, se relacionar bem em equipe, ter boa comunicação, ser flexível, resiliente e proativo. 

Formação de excelência 

A Fipp oferece os seguintes cursos presenciais: bacharelados em Ciência da Computação e Sistemas de Informação, além dos tecnólogos em Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Jogos Digitais. Já na modalidade EAD, a Unoeste também oferece os cursos de Gestão da TI, Engenharia de Software e Análise e Desenvolvimento de Sistemas.

Pós em Tecnologia e Informática

Para quem deseja se especializar na área, são oferecidos os cursos em Data Science, Desenvolvimento e Aplicações Web, Gestão da Tecnologia da Informação e Segurança da Informação. Conheça as possibilidades neste link.

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Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

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