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Coordenação da pós em ortodontia anuncia processo seletivo

Especialização oferece 12 vagas para nova turma e a seleção está programada para ocorrer em 7 de março


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Foto: João Paulo Barbosa Coordenação da pós em ortodontia anuncia processo seletivo
Rotta: Especialização em Ortodontia da Unoeste é referência nacional


Estão abertas as inscrições do processo seletivo da especialização em Ortodontia, mantido há 22 anos pela Unoeste junto à Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação. São ofertadas 12 vagas. A seleção será feita no começo de março. O curso é voltado à formação de especialistas nesta área, com capacidade para tratar seus pacientes com segurança no diagnóstico e no plano terapêutico, baseados nos princípios da Ciência Bioprogressiva de Ricketts. Mesmo antes do anúncio da formação de nova turma, entre os interessados houve a manifestação de um profissional do Piauí, da capital Teresina.

É o que conta o professor Luiz Orbolato Rotta, enquanto colaborador da coordenação, exercida por Masato Nobuyasu, na divulgação do curso com duração de três anos e carga de 2,5 mil horas. Diz que essa especialização está cada vez mais presente no dia a dia dos profissionais da odontologia, na medida em que a ortodontia deixou de estar apenas voltada a corrigir a má formação das arcadas dentárias, com os dentes alinhados e nivelados, para resolver problemas de apneia e ronco, dores musculares na cabeça e no pescoço ou no corpo todo e até de perda auditiva.

Existem também os que buscam os serviços por motivos estéticos, por um sorrir mais bonito. Porém, Rotta comenta que há uma distorção de pensamento para aqueles entendedores da ortodontia como funilaria de fachada. Explica que o conceito é inverso, que a preocupação primeira é restabelecer a função e aí ocorre a harmonia, então a estética aparece com a beleza da parte facial. Diz ainda que a ortodontia é uma especialidade abrangente, que requer preparo diante de um mercado exigente, em que o paciente chega ao consultório bem informado.

A especialização em Ortodontia na Unoeste, ao longo de mais de duas décadas se fez referência nacional. O piauiense interessado no processo seletivo para a nova turma já possui formação em nível de pós, conforme revela Rotta no sentido de reafirmar o bom conceito do curso que segue a revolucionária linha de pesquisa do indiano Robert Murray Ricketts, formado nos Estados Unidos e que criou a ciência bioprogressiva no começo dos anos 1960 e com ela conduziu sua prática profissional por muitos anos, praticamente até 2003 quando morreu com 83 anos de idade.

A Introdução à Ciência de Ricketts dá início ao programa teórico do curso que oferece ainda: Etiologia da má-oclusão, Anatomia e Interpretação Cefalométrica, Crescimento e desenvolvimento crânio-facial, Análise da Proporção divina, Análise da Idade Óssea, Os 10 princípios da Ciência Bioprogressiva, Princípios da oclusão funcional, Fundamentos da ortopedia funcional dos maxilares, Premissas básicas, Análise dinâmica das arcadas dentárias, Visualização dos objetivos do tratamento (VTO), Visualização do crescimento a longo prazo (VTG), Mecânica Ortodôntica na Bioprogressiva de Ricketts, Mini-implantes e Aparelhos estéticos e placas alimentadoras.

Do programa prático laboratorial constam traçados cafalométricos, construção de VTO, construção de VTG, arcos contínuos e seccionados e construção de aparelhos ortopédicos. Para o atendimento clínico são diversos casos por aluno. O corpo docente, além de Masato Nobuyasu e Luiz Orbolato Rotta, conta com Décio Hissanaga, Hércules Tadeu de Moraes, Lilian Cristina Pilan Mendonça, Márcio Antonio de Figueiredo Moysés Shigueo Yokoyama, Paula Rotoli Gregolin e Rubens Gregolin.

Serviço – Amplas informações e inscrições eletrônicas no site.

Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

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