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Higienização das mãos gera impacto na assistência à saúde

Ação do curso de Biomedicina reforça a cuidado profissional e atende usuários do SUS na prevenção e redução de infecções


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Foto: Homéro Ferreira Higienização das mãos gera impacto na assistência à saúde
Atendimento a profissional que atua na área da saúde, no AME

Lavar as mãos corretamente faz parte de cuidados dos profissionais de saúde, mas não se restringe somente a eles. É uma precaução de todas as pessoas e pode reduzir em 40% os riscos de doenças como diarreias, gripes e conjuntivites.

O percentual consta em dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). O assunto é tão relevante que foi instituído em 2008 o Dia Mundial de Higienização das Mãos, que no dia 5 de maio de 2026 atingiu a maioridade: 18 anos.

Os cursos de graduação em Biomedicina da Unoeste, presencial e semipresencial, adotaram a causa através do projeto de extensão “Educação em Saúde Itinerante: o uso de Inteligência Artificial e dinâmicas visuais na higienização das mãos”.

São frequentes as ações que envolvem alunos e têm a frente o professor Michael Gabarron Costa. Na terça-feira (5), à tarde, estiveram no Ambulatório Médico de Especializadas (AME) de Presidente Prudente.

O atendimento foi direcionado aos profissionais de saúde do ambulatório e aberto aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) em espera de atendimento na recepção. Chamou a atenção o robô criado pelo professor.

Equipamento que orienta como lavar as mãos seguindo seis passos preconizados pela OMS: primeiro lavar/esfregar as palmas; depois o dorso; na sequência, entre os dedos; o dorso dos dedos; os polegares; e por fim, lavar as pontas dos dedos.

Foto: Homéro Ferreira Aplicação de guache para ver como a pessoa espalha na palma da mão
Aplicação de guache para ver como a pessoa espalha na palma da mão

Antes e depois 

Procedimentos que são precedidos da aplicação de guache na palma das mãos, para ver se a pessoa realmente espalha no todo. Segue a ação com o robô e depois tem a prova visual das áreas que ficaram limpas ou não.

Mediante aplicação de gel fluoresceína, que o professor trata como “gel mágico”, a pessoa enfia as mãos em uma caixa escura, com uma lente por cima. As partes que brilham estão limpas e as que não brilham estão com impurezas.

O projeto de extensão está relacionado com as infecções relacionadas à assistência à saúde (Iras) que têm afetado o sistema de saúde e constituem ameaça em potencial para pacientes que recebem os mais diferentes cuidados, inclusive os de emergências de saúde pública.

O professor Michael anuncia que a programação de maio terá ações nas próximas três terças-feiras, sempre das 14h às 16h: dia 12 no Hospital Regional (HR), dia 19 no Hospital Estadual e dia 26 na Rede de Reabilitação Lucy Montoro.

A programação de maio é reforçada em outubro e durante o ano o projeto de educação em saúde itinerante atende escolas e unidades de saúde; e já esteve no programa municipal comunitário Sua Vida Melhor Ainda, no jardim Cambuci.

O robô é uma invenção de Michael que é formado em radiologia e automação industrial, especialista em educação e diagnóstico por imagem. O invento ocorreu no Instituto Federal, em Epitácio, com aperfeiçoamento no mestrado profissional em Marília.

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Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

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