Internato em Medicina amplia vivência profissional
Internato consolida o aprendizado adquirido durante a graduação e fortalece a formação prática dos futuros médicos
Você sabia que o internato é uma das etapas mais importantes da graduação em Medicina? É nesse período que o estudante deixa de atuar em salas de aula e laboratórios da universidade para vivenciar a prática médica em ambientes de atendimento.
Obrigatório nos dois últimos anos do curso, o internato permite que o futuro profissional aplique os conhecimentos adquiridos ao longo da graduação. Durante esse período, os alunos atuam diretamente em unidades de saúde e hospitais sob supervisão de professores e médicos preceptores.
Com a maior rede de parcerias da região, o internato da Unoeste em Jaú oferece mais de 40 cenários de prática, incluindo:
- Atenção Primária, Secundária e Terciária;
- SAMU, pronto atendimentos e prontos-socorros;
- Santa Casa de Jaú;
- Hospital Amaral Carvalho, referência nacional em oncologia.
Internato x Residência: qual a diferença?
Embora ambos estejam relacionados à prática médica, internato e residência são etapas diferentes da formação.
O internato faz parte da graduação em Medicina e é obrigatório para a obtenção do diploma. Já a residência médica é uma formação de pós-graduação, opcional, voltada para a especialização em uma área específica.
Enquanto no internato o aluno continua em processo de formação geral, na residência o médico já atua como profissional formado, com responsabilidades maiores e carga horária mais intensa.
Vivência que transforma a formação
Para os estudantes, o internato representa um dos períodos mais marcantes da graduação em Medicina. Segundo Beatriz Mattosinho, aluna do 10° termo de Medicina que atualmente passa pelo internato, a experiência é o momento em que a medicina passa a ser vivida de forma mais real.
“A gente continua estudando, e passamos a cuidar de pessoas de verdade. Todos os dias aprendemos algo novo, temos contato direto com os pacientes e começamos a sentir, de fato, que estamos nos tornando médicos”, conta.
A rotina durante o internato é dinâmica e envolve diferentes atividades. Entre elas estão atendimentos ambulatoriais, acompanhamento de pacientes em enfermarias, plantões, discussões de casos e participação em procedimentos, sempre ao lado de equipes com acompanhamento profissional.
Entre os momentos que mais marcam, a estudante lembra das situações em que é possível perceber o impacto direto do cuidado com o paciente.
“Às vezes é um diagnóstico feito no momento certo, outras vezes é ver o paciente melhorando depois de dias de acompanhamento. Até um simples “obrigado” já faz muita diferença”, comenta.
Rede de parceria contribui para o desenvolvimento da prática
A Santa Casa de Jaú é um dos hospitais em que os alunos de Medicina atuam durante o internato. Atualmente, os estudantes atuam em áreas como Urgência e Emergência, Cirurgia, Pediatria, Clínica Médica e Ginecologia e Obstetrícia, passando também por diferentes especialidades dentro desses setores.
Para a gerente administrativa da Santa Casa, Scila Andrea Pascoalotte Carretero, a presença dos alunos contribui de forma significativa para a rotina do hospital.
“Eles auxiliam bastante no dia a dia, desde a coleta de dados dos pacientes, preenchimento de prontuários e acompanhamento de exames até o apoio em procedimentos, sempre com supervisão. Isso ajuda a dar mais agilidade aos atendimentos e permite que a equipe foque nos casos mais complexos”, explica.
Scila também ressalta que essa parceria se reflete na própria composição da equipe da Santa Casa.
“Hoje temos cerca de dez profissionais formados pela Unoeste atuando em regime de plantão aqui no hospital, além de quatro médicos que realizam residência na instituição”.
Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste