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Pesquisas com biomoléculas abrem portas nos Estados Unidos

Estudantes de Agronomia fazem intercâmbio e pesquisadora faz pós-doutorado na Universidade de Tecnologia do Texas 


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Foto: Cedida Pesquisas com biomoléculas abrem portas nos Estados Unidos
Diogo Totti, Dr. Adriana Moro e Luís Lourenção na Texas Tech

Em intercâmbio com a Universidade de Tecnologia do Texas, sediada em Lubbock, conhecimentos produzidos sobre biomoléculas no Centro de Estudo em Ecofisiologia Vegetal do Oeste Paulista (Cevop) são levados aos Estados Unidos.

Os estudantes do curso de Agronomia Diogo Totti Silva e Luís Fernando de Paiva Lourenção, ficaram quatro meses na universidade norte-americana, acompanhados da orientadora Dra. Adriana Lima Moro que lá permanece fazendo pós-doutorado.

A experiência foi possibilitada com Bolsa Estágio de Pesquisa no Exterior (Bepe), conquistas junto à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) que nesta semana emitiu parecer de aprovação dos relatórios.

Condição que atesta os bons resultados obtidos na grande parceria da Unoeste com a Texas Tech (como é mais conhecida), com o excelente desempenho dos estudantes inseridos em projetos de iniciação científica, desenvolvidos no Cevop.

Diogo e Luís estão no 7º de oito termos do curso e desde o 2º atuam no centro de estudo, localizado no campus 2 da Unoeste em Presidente Prudente. Durante esse tempo realizaram pesquisas na área de ecofisiologia, bioquímica e nutrição de plantas.

Construção do caminho

Diante do que, conforme a Dra. Adriana, foi construído o caminho para aproveitar a oportunidade de levar os conhecimentos sobre biomoléculas, produzidos no Cevop, para os Estados Unidos.

Durante a estada na Texas Tech, os estudantes acompanharam desde a instalação até a colheita do experimento em campo, podendo aprender novas técnicas, assim como aprimorar o inglês, construindo pilares sólidos na formação acadêmica

“Terem participado de grupo de pesquisa no Cevop foi o pilar da construção dessa experiência científica internacional”, conta a orientadora para dizer que Diogo e Luís foram e são muito elogiados pelo time de pesquisadores da Texas Tech.

Condição que confere ao curso de Agronomia da Unoeste a formação acadêmica de excelência, de acordo com a Dra. Adriana ao dizer que a pesquisa ainda está andamento e que permanecerá até o mês de maio lá, para realização da última etapa.

O título de pesquisa é o seguinte: “Fenotipagem automatizada de estruturas reprodutivas na soja e o uso de melatonina: aplicação de aprendizado de máquina na detecção do aborto floral sob estresse ambiental”.

No Cevop, a pesquisa de Diogo é “Sinergismo de melatonina e níquel na germinação e plantas de soja submetidas a alta temperatura” e a de Luís é “Associação de melatonina e níquel em condição ambiental na fisiologia e produtividade de soja”.

Foto: Homéro Ferreira Diogo e Luís viram intercâmbio nos EUA como oportunidade única
Diogo e Luís viram intercâmbio nos EUA como oportunidade única

Grande oportunidade

Ambos alimentavam o sonho de intercâmbio de estudos no exterior e classificam como oportunidade única as experiências de terem vivenciado o desenvolvimento de robô com Inteligência Artificial (IA) para contagem de flor e vagem no campo de soja.

Contam que tiveram a oportunidade de participarem de ações em outros projetos de culturas do algodão e de sorgo. Também falaram do envolvimento de outras universidades, as de Oregon, Missouri e Tennessee

Para Diogo, no 2º semestre do ano passado, foi um período de crescimento e desenvolvimento pessoal. Para Luís, foi mais que enriquecer o currículo: grande ganho na formação profissional, conhecimento cultural e aprofundamento na língua inglesa

Natural de Echaporã (SP), onde mora sua família e que fica a 41 km de Marília onde fez o ensino médio no colégio Esquema Único, Diogo escolheu estudar na Unoeste por ser uma instituição avaliada em alto nível, incluindo o curso de Agronomia.

Sua mãe Carla é médica veterinária e o avô Leomar é fazendeiro, do que Diogo entende a sua vocação para a agronomia. Tem ainda o fato de que a mãe e o pai Sérgio têm um sítio.

Escolha pela Unoeste

Luís nasceu em Assis e foi criado em Quatá, onde fez o ensino médio no colégio Alpha/Anglo e lá vive a sua família. Sua mãe Ivone Cristina de Paiva Lourenção é engenheira agrônoma e deu aulas na Unoeste em meados dos anos 1990.

Seu pai Fernando é funcionário do Banco do Brasil. A família mora em Quatá e ele trabalha na agência de João Ramalho. O irmão Luís Felipe é ingressante do curso de Engenharia Mecânica, na Unoeste.

Aprovado em três universidades públicas, duas do Paraná, capital e interior, e uma da região oeste paulista, Luís escolheu a Unoeste pela qualidade do ensino que oferece e a ampla estrutura que tem.

Foi na Feira de Profissões, quando estava no ensino médio, que conheceu o campus 2 e se encantou ao ponto de bater o pé com os pais e trocar as opções de estudar em universidade pública para ingressar em instituição particular.

Três pesos positivos

Sobre o intercâmbio destacam o peso positivo da professora doutora Adriana em suas jornadas acadêmicas, o peso do Cevop como espaço de construção de novos conhecimentos e o peso da Unoeste pelo ensino de excelência, com ótimos professores.

Citam também a gratidão ao diretor da Faculdade de Ciências Agrárias e coordenador do curso de Agronomia, professor doutor Carlos Sérgio Tiritan; e à Fapesp pela oportunidade das bolsas com intercâmbio nos Estados Unidos.

Diogo já havia estado a passeio nos Estados Unidos, em Las Vegas, Los Angeles e Chicago. Luís lá esteve pela primeira vez e até as experiências de viagens internacionais tinham sido na Argentina, Uruguai e Paraguai.

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Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

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