Pós em cannabis medicinal é prevista para fevereiro de 2027
Neurocirurgião funcional entende que será um novo capítulo na história deste segmento com o curso indo da semente ao paciente
Pós-graduação em Cannabis Medicinal está prevista em ser ofertada pela Unoeste a partir de fevereiro do ano que vem; cuja matriz é formulada com o diferencial de vir a ser a 1ª do mundo com abordagem da semente ao paciente. Assunto tratado na tarde de quinta-feira (8) desta semana durante encontro de parcerias estratégicas com especialistas no assunto, realizado no campus 2 da universidade em Presidente Prudente.
A professora farmacêutica Margarete Kishi e o médico neurocirurgião funcional Pedro Antonio Pierro Neto foram recebidos pelo pró-reitor de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão, Dr. Adilson Eduardo Guelfi, juntamente com os coordenadores da Pós lato sensu Dr. Heliard Rodrigues do Santos (geral) e Luís Cláudio Ribelato (comercial); e o coordenador do curso de Farmácia, Dr. Luís Nascimento Ortega.
Pesquisa e inovação
A recente instalação do Centro de Pesquisa e Inovação em Terapias Naturais Avançadas para a Saúde (Cepit) é parte da proposta de produção de novos conhecimentos científicos, no qual o ensino será associado à pesquisa. Conforme o Dr. Adilson, no encontro foi reafirmado o compromisso da Unoeste em ser um polo de inovação em cannabis medicinal para Presidente Prudente e toda a região.
“A parceria deve trazer soluções reais que irão promover saúde, impacto terapêutico e social, além de futuros conhecimentos alinhados com às fronteiras da medicina e do cuidado com o paciente. Certamente foi um encontro que representa a semente de novas parcerias estratégicas para servir à sociedade por meio da ciência”, disse o pró-reitor sobre a continuidade de tratativas.
Os visitantes que palestraram na 13ª Farmoeste, contribuindo para inserir conhecimento sobre cannabis medicinal para estudantes e profissionais da área da saúde, dentro da proposta de ir da semente ao paciente, proporcionando entendimentos sobre todas as etapas, desde o cultivo da planta, passando pelos métodos de extração de diferentes canabinoides e suas composições, até o ambulatório com os pacientes.
Para o Dr. Pedro, o entendimento da parceria com a Unoeste é de ser algo disruptivo, que caminha para a construção de um novo capítulo da história da cannabis medicinal no Brasil. Tratamento complementar ou integrativo que conheceu ao descobrir melhora em criança paciente com epilepsia, por iniciativa dos pais. O que soube somente quando de internação para tratamento de pneumonia. Então, passou a estudar a abordagem terapêutica.
A farmacêutica clínica Margarete Kishi é coordenadora do Núcleo de Pesquisa e Ensino do Projeto de Plantas Medicinais, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, onde atua como professora na pós-graduação. Dentre outras atuações é também coordenadora do Comitê de Cannabis Medicinal do Conselho Regional de Farmácia (CRF-SP) e diretora farmacêutica da Associação Panamericana de Medicina Canabinoide.
Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste