Volta às aulas reforça por que vale a pena fazer Medicina
A volta às aulas da Medicina Unoeste Guarujá mostrou, na prática, por que vale a pena fazer Medicina para estudantes em diferentes fases da graduação. Na quarta-feira (5), o campus recebeu calouros, veteranos e familiares para a abertura do semestre.
A programação marcou a chegada da 15ª Turma de Medicina, com acolhimento, orientações acadêmicas e a tradicional Cerimônia do Jaleco. Também foi um momento de retomada para os alunos que já vivenciam a rotina do curso.
Entre sonhos de infância, recomeços profissionais, apoio da família e expectativas para o semestre, os depoimentos mostram que a escolha pela Medicina envolve dedicação e desejo de cuidar de pessoas.
Vale a pena fazer Medicina? Sonhos e recomeços ajudam a responder
Para muitos estudantes, a resposta começa antes da aprovação no vestibular. Em alguns casos, vem da infância. Em outros, surge depois de uma primeira formação ou de uma experiência que desperta o desejo de seguir na área da saúde.
Tainá Cristini de Assis Campos, estudante do 2º termo, conta que a Medicina esteve presente em sua vida desde criança. Acrescenta que a inspiração veio da mãe, que é enfermeira, e do contato com a rotina hospitalar ainda na infância.
“Teve um dia que ela me levou para passar com ela no hospital e eu vi os médicos. Tinha uma médica que chamava Tainá também. Ela era pediatra e veio brincar comigo. Eu falei: nossa, eu quero ser igual a ela. A partir daí, sempre foi Medicina a minha vida inteira”.
Sobre a escolha pela Unoeste, conta que pesquisou sobre várias faculdades, onde conheceu a universidade e descobriu que além de uma excelente infraestrutura está entre as melhores faculdades com Enamed. “Fui muito bem acolhida aqui e estou animada para esse próximo termo que se inicia”.
Para Larissa Moretti, estudante do 9º termo, a escolha pela Medicina veio depois de uma primeira formação. Bióloga e natural de Franca, no interior de São Paulo, ela decidiu mudar de trajetória após uma experiência em ambiente hospitalar.
“Quando fui fazer um trabalho em hospital, meu olho brilhou. Larguei minha profissão anterior e vim para a Medicina, que foi onde eu me encontrei”.
Mesmo longe da família, a acadêmica afirma que se adaptou à cidade e à universidade.
“Eu gosto muito de morar aqui em Guarujá. É um lugar muito bom de se viver, a Unoeste é excelente”.
Eduardo Lorhan Santos está no 2º termo e estuda Medicina ao lado da irmã Maria Eduarda. “É um sonho estar aqui! Mais do que aprender a cuidar e ajudar as pessoas, também tenho a chance de me tornar um profissional de excelência e um ser humano melhor”.
A jovem Maria Eduarda parafraseia uma fala de Elon Musk que diz que você não precisa tentar salvar o mundo, mas se você consegue ajudar pelo menos cinco pessoas que estão próximas de você, você já faz uma grande diferença. “E eu penso dessa forma. Sonhar com a Medicina e seguir uma carreira em que vou ajudar ao menos cinco pessoas. Para mim já será um grande começo”, conclui.
Recepção dos calouros de Medicina marca início da jornada
Os ingressantes da 15ª Turma de Medicina foram recepcionados pela coordenação do curso em uma programação preparada para acolher estudantes e familiares.
O momento também contou com a Cerimônia do Jaleco, organizada pelo Diretório Acadêmico Agripino de Oliveira Filho. A solenidade simbolizou o início da formação médica e o compromisso dos novos alunos com a ética, o cuidado e a responsabilidade profissional.
A mesa principal foi composta pela coordenadora do curso, Dra. Samira El Maerrawi Tebecherane Haddad, e pelos professores João Fernando Cesar Gonçalves do Nascimento, Adriana Machado e Paula Carpes Victório.
Também participou da cerimônia o Capitão Magalhães, comandante da 5ª Companhia do 21º Batalhão da Polícia Militar do Interior, responsável pelo policiamento de Guarujá.
A caloura Thácilla Aparecida de Oliveira, de Campos Gerais (MG), chegou acompanhada da mãe, Helena Vieira da Silva Oliveira, e da prima, Angela Maria da Silva.
Desde criança, Thácilla sonha em ser médica. Segundo a família, ainda na creche, as professoras já diziam que ela seguiria esse caminho. “Conheci a Unoeste no Tiktok e foi amor à primeira vista! Estou ansiosa e feliz por estar aqui dando os primeiros passos rumo à realização desse sonho”.
Laysa Dutra Onório também esteve no campus com os pais, Ana Claudia Dutra e João Luis Onório. “Sempre quis ser médica e escolhi a Unoeste, pois a minha irmã se formou no curso de Agronomia e tenho ótimas referências da instituição”.
A ingressante Ticiane Guilherme Brito participou da recepção acompanhada da família e do namorado. A relação com a Unoeste vem de casa: Tatiana Brito, sua mãe, é egressa da faculdade de Biomedicina, cursou especialização no campus Guarujá e hoje atua como colaboradora da universidade.
“Vale a pena fazer Medicina porque é uma oportunidade de ajudar pessoas e seguir uma trajetória que sempre fez parte da minha vida”, conclui a acadêmica.
Formação prática ajuda veteranos a confirmar a escolha
Ao longo da graduação, a vivência prática também ajuda os estudantes a entenderem por que vale a pena fazer Medicina.
João Vitor Eberhardt Benedicto, estudante do 12º termo, chegou ao curso depois de outras experiências acadêmicas e profissionais. “Eu sempre gostei da área médica, mas nunca me vi fazendo Medicina. Depois, coloquei na minha cabeça que eu ia passar, estudei e vim para a Unoeste”.
Já na reta final da graduação, ele destaca a importância da prática desde os primeiros períodos. “Tem faculdade que coloca o estágio só depois do terceiro ano. Aqui a gente coloca a mão na massa desde o primeiro. Isso, para mim, fez a diferença”.
Acolhimento segue na rotina acadêmica
A programação de acolhimento segue nos dias 6 e 7 de agosto com atividades voltadas à adaptação dos novos alunos à rotina universitária.
Entre os temas estão calendário semestral, horários de aula, plataforma Aprender, treinamento de PBL, laboratório de Anatomia, Biblioteca, PAPP, Suapp, espiritualidade e Núcleo de Pesquisa e Extensão.
Durante o intervalo da programação, o Sucesso do Aluno da Unoeste também preparou uma acolhida para estudantes e familiares, com pipoca, sorvete e algodão-doce.
A iniciativa criou um momento de convivência entre calouros, veteranos, familiares e equipe acadêmica, reforçando o cuidado da universidade com a integração dos estudantes desde os primeiros dias do semestre.
Ao unir acolhimento, prática, orientação acadêmica e presença das famílias, a volta às aulas reforça que a escolha pela Medicina envolve mais do que uma profissão. Para os novos e atuais estudantes da Unoeste Guarujá, é também uma jornada de aprendizado, responsabilidade e cuidado com o outro.
Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste