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CNPq aumenta oferecimento de bolsas de iniciação científica

No total são 33 bolsas, sendo 23 são do Ministério da Ciência por concessão e 10 em contrapartida da Unoeste 


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Foto: Cedida CNPq aumenta oferecimento de bolsas de iniciação científica
Dra. Catarina Covolo Scarabottolo: rica trajetória e história a partir da iniciação científica na Unoeste

A Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação da Unoeste anuncia o aumento de oferecimento de bolsas de iniciação científica pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), órgão do Ministério do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações. O número maior de bolsas é para o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic), que saltou de 12 para 14 e tem ainda outras três de contrapartida adicional pela Unoeste, chegando a 17. Essa contrapartida decorre da própria demanda que tem sido de quatro interessados por cada bolsa.

Pelo Pibic-EM (Ensino Médio) foram mantidas oito bolsas e são ainda outras seis pela universidade, totalizando 14. Pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Pibit) foi sustentada a cota única e outra de contrapartida; portanto: duas.  No total são 33 bolsas, cujos candidatos já foram selecionados. Os pedidos das bolsas ocorreram na segunda metade do primeiro semestre, seguindo a seleção dos candidatos e a inserção dos bolsistas na Plataforma Carlos Chagas, cujo prazo foi finalizado agora em setembro. 

As informações são do pró-reitor Dr. Adilson Eduardo Guelfi e do coordenador da Coordenadoria de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (CPDI). Dr. Jair Garcia Junior. A Unoeste recebeu a primeira cota do Pibic em 2011, com dez bolsas. No ano seguinte subiu para 12 e agora foi para 14. A universidade também aumentou as bolsas adicionais, de três em 2020 para quatro em 2021 e seis em 2022 para alunos do ensino médio; incluindo ainda três do Pibic e uma do Pibit. A contrapartida também é considerada pelo CNPq entre os critérios para distribuição das bolsas para as instituições brasileiras de ensino superior.

Conselho e motivação 

Dentre belas trajetórias e histórias a partir da iniciação científica está a da Dra. Catarina Covolo Scarabottolo. Ela conta que no curso de bacharelado em Educação Física da Unoeste teve o seu primeiro momento de contato com a pesquisa, e que a partir daí pôde realizar o mestrado e doutorado. “A possibilidade do desenvolvimento da iniciação científica com a bolsa CNPq foi essencial para que o projeto de pesquisa pudesse ser realizado. Com a bolsa pude me dedicar no aprofundamento dos estudos relacionados à pesquisa e ao desenvolvimento do projeto de iniciação científica”, comenta.

Natural de Presidente Prudente e estudante do ensino médio no Colégio Paulicéia, em São Paulo, a Dra. Catarina diz que sua produção durante a iniciação científica foi a publicação de artigo científico, participação em congressos com apresentação de trabalhos e participação em disciplinas voltadas para o aprimoramento de escrita, leitura e desenvolvimento de pesquisa; tendo sido orientada pelos professores Dr. Jair Rodrigues Garcia Júnior e Dr. Marcelo José Alves, incluindo a colaboração de diversos professores, especialmente do Dr. Diego Giulliano Destro Christofaro. 

“Aconselho para que todos os alunos que tenham oportunidade que façam iniciação científica. A participação no desenvolvimento de uma iniciação científica permitirá que tenham o primeiro contato com métodos de pesquisas científicas, possibilitando o aprofundamento de conhecimento em um determinado tema e posteriormente contribuindo com a sociedade por meio dos resultados encontrados”, afirma, acrescentando que escolheu a Unoeste pela estrutura que oferece, pelo corpo docente, pela possibilidade de desenvolvimento de pesquisa e por ser uma universidade que prepara os alunos para o mercado de trabalho.

Segurança e eficiência 

O motivo da escolha pelo bacharelado em Educação Física decorreu ter sido bailarina clássica durante boa parte da sua vida. “Um dos principais motivos foi para aprofundar conhecimentos, especialmente fisiológicos, anatômicos e biomecânicos sobre o corpo humano durante a prática de atividade física e de exercícios físicos. Com o objetivo de que no futuro pudesse atuar como professora de maneira segura e eficiente nas diversas vertentes que a Educação Física possibilita”, comenta Dra. Catarina que fez mestrado em Ciências da Motricidade e o doutorado em Ciências do Movimento.

Os estudos da pós-graduação stricto sensu foram na Unesp. “Tanto o Programa de Pós-Graduação em Ciências da Motricidade quanto o programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento são interunidades, o que significa que englobam os campi de Presidente Prudente, Rio Claro e Bauru. Durante o mestrado cursei algumas disciplinas no campus de Rio Claro, no entanto desenvolvi minhas pesquisas de mestrado e doutorado na Unesp de Presidente Prudente”, completa a doutora que iniciou sua relação com a pesquisa na graduação e atualmente atua como instrutora de Yoga e como professora/coreógrafa de balé clássico. 

Para o Pibic foram selecionados projetos envolvendo alunos dos cursos de Agronomia, Medicina Veterinária, Odontologia, Direito, Engenharia Civil e Medicina de Presidente Prudente e Jaú. Os dois projetos Pibit são do curso de Agronomia.  Para o Pibic-EM os cursos de Agronomia, Medicina, Ciências Biológicas, Medicina Veterinária, Direito, Pedagogia a distância, Nutrição e Pedagogia presencial; com o envolvimento de alunos de escolas  particulares e públicas de Presidente Prudente, Iepê e Indiana.

Saiba mais 

A lista de classificados e seus respectivos orientadores pode ser acessada clicando neste link.

Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

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