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“Clonagem e transgenia” é tema de mesa redonda

Atividade fez parte do XV Encontro Anual de Pesquisa Institucional e Iniciação Científica, evento integrado ao Enepe 2010


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Foto: Assessoria de Imprensa/Unoeste “Clonagem e transgenia” é tema de mesa redonda
Marcelo Nogueira (Unesp), José Antônio Visintin (USP), Caliê Castilho e Vamilton Santarém, da Unoeste
Foto: Assessoria de Imprensa/Unoeste “Clonagem e transgenia” é tema de mesa redonda
Visintin: “Trazer o aluno para dentro dos laboratórios e integrá-lo à pesquisa é fundamental para começar a formar um indivíduo diferenciado
Foto: Assessoria de Imprensa/Unoeste “Clonagem e transgenia” é tema de mesa redonda
Nogueira: “É essencial que os estudantes comecem a pensar se a clonagem e a transgenia têm impacto negativo, positivo ou neutro na biodiversidade”


Entre as mesas redondas desenvolvidas na quarta-feira (20) no XV Enapi (Encontro Anual de Pesquisa Institucional e Iniciação Científica) estava “Clonagem e transgenia: impacto sobre a biodiversidade animal e vegetal”. A atividade contou com a presença dos docentes da Unoeste Dra. Caliê Castilho, como mediadora, Dr. Nelson Barbosa Machado Neto, como debatedor e dos professores convidados Dr. José Antônio Visintin, da Universidade de São Paulo (USP) e Dr. Marcelo Nogueira, da Unesp de Assis, também como debatedores.

De acordo com Visintin, o tema em questão é importante para o desenvolvimento do país em termos tecnológicos. “Muitas pessoas acreditam que essas biotecnologias são assuntos extremamente complexos. Precisamos desmitificar essa imagem da população. Principalmente para os acadêmicos da área este conhecimento é importante para conscientizá-los sobre a aplicação correta na produção animal”.

Sobre o Enepe, o professor salientou que unir Ensino, Pesquisa e Extensão em um evento específico é fundamental para a formação do estudante. “Trazer o aluno para dentro dos laboratórios e integrá-lo à pesquisa é fundamental. A partir daí que começa a ser formado um indivíduo diferenciado, pois ele não é apenas receptor de informações, passa a ser pensador e questionador”.

Para Nogueira é essencial que os estudantes comecem a pensar se a clonagem e a transgenia têm impacto negativo, positivo ou neutro na biodiversidade. “É interessante este tipo de conversa para os acadêmicos da área, pois refletem sobre a parte mais filosófica, conceitual e ética do assunto. Temos o papel de mostrar a técnica, eles que vão julgar se acham boa ou ruim e vão perceber que o uso dela vai ser adequado para cada sociedade ou país”, concluiu.

Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

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