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Biomedicina semipresencial amplia caminhos profissionais


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Foto: Arquivo Pessoal Maísa participa da cerimônia dos melhores alunos do termo de Biomedicina, em frente à mesa decorada com balões e microscópios
Maísa participa da cerimônia de reconhecimento dos melhores alunos do termo de Biomedicina, em momento que valoriza sua trajetória acadêmica

A possibilidade de organizar os estudos de acordo com a rotina é um dos atrativos da Faculdade de Biomedicina semipresencial. Mas, para quem escolhe essa modalidade, flexibilidade não significa facilidade. A estudante Maísa Roza, conhece esse desafio na prática: casada e mãe de dois filhos, ela está no 7º semestre da graduação e precisa conciliar família, estudos e estágio.

“Para estudar a distância tem que querer muito. É bem difícil conciliar vida pessoal e estudos. Fica bem puxado”, comenta.

Maísa começou a graduação na Unoeste depois de conhecer a instituição por meio de um professor, quando ainda fazia curso Técnico em Radiologia. A escolha pela curso também representa uma continuidade na sua formação na área da saúde.

Ao chegar à etapa prática da graduação, entretanto, a percepção sobre a faculdade ganha outra dimensão. “Está sendo bem corrido, mas estou amando, é como se eu me encontrasse”, conta a estudante sobre o estágio em Análises Clínicas. Atualmente, ela está no setor de Bioquímica e, na sequência, passará pelo de Microbiologia.

Semipresencial aproxima teoria e prática

A experiência de Maísa ajuda a mostrar uma característica importante da modalidade: embora parte da formação utilize recursos digitais, a graduação também envolve momentos presenciais, laboratórios e estágios.

Para a coordenadora do curso, professora Daniela Moris, essa integração é fundamental na formação de profissionais da saúde. “Não é possível formar um bom profissional da saúde sem uma formação prática consistente, infraestrutura adequada, professores qualificados e acompanhamento acadêmico próximo”, explica.

Segundo a coordenadora, a proposta da universidade é justamente integrar os diferentes formatos de aprendizagem. “Mesmo quando falamos de modalidades que utilizam recursos digitais, o estudante encontra uma formação que valoriza a integração entre teoria e prática, com atividades presenciais, laboratórios e contato com professores”.

Esse contato com a prática aparece de forma concreta na trajetória de Maísa. O estágio atual em Análises Clínicas é realizado em um laboratório privado, em Guarujá. Antes disso, ela já passou pelo estágio de Imagenologia, realizado em uma clínica radiológica também na cidade.

A estudante também destaca a estrutura encontrada na instituição. “No meu ponto de vista a Unoeste tem excelentes professores, além de ser uma das universidades com os laboratórios mais completos”, afirma. 

Maísa também relata que já coleciona bons momentos ao longo da graduação: participou da cerimônia do jaleco e foi premiada três vezes como uma das melhores alunas do seu termo.

Formação prepara para diferentes áreas

A variedade de possibilidades profissionais é outro aspecto da graduação. De acordo com a coordenadora, o estudante não precisa entrar na faculdade de Biomedicina sabendo exatamente qual área pretende seguir.

“Eu costumo dizer aos estudantes que não é necessário saber exatamente qual biomédico deseja ser. A graduação também é um período de descoberta”, afirma.

Durante o curso, o aluno constrói uma base que passa por disciplinas como Anatomia, Fisiologia, Bioquímica, Microbiologia, Imunologia, Genética Patologia, Hematologia, Parasitologia e Biologia Molecular. Esses conhecimentos são posteriormente relacionados às disciplinas profissionalizantes, aulas práticas, projetos de extensão, pesquisa e estágios.

Na Unoeste, a formação também contempla as habilitações em Análises Clínicas e Imagenologia. A professora ressalta, porém, que essas não representam os únicos caminhos possíveis para quem conclui a graduação.

Entre as áreas de atuação estão Análises Clínicas, Imagenologia, Banco de Sangue e Hemoterapia, Biologia Molecular, Microbiologia, Saúde Pública, Pesquisa Clínica e Biomedicina Estética. Também existem campos ligados à tecnologia e inovação em saúde.

“Esse é um dos aspectos mais interessantes da Biomedicina: muitas vezes o aluno entra pensando em uma área e, durante as experiências proporcionadas pelo curso, descobre uma possibilidade profissional que nem conhecia”, explica.

Da graduação à atuação profissional

A trajetória de Tatiana Brito mostra como essa formação pode se desdobrar após a graduação. Formada em 2024 no curso semipresencial, ela já trabalhava com estética quando decidiu cursar Biomedicina para ampliar sua formação e possibilidades de atuação.

Durante a graduação, Tatiana também participou da vida acadêmica e chegou a presidir o Diretório Acadêmico e a Atlética. Segundo seu relato, foi ainda a melhor aluna da graduação de sua turma, com a maior nota entre os campi de Presidente Prudente e Jaú.

Foto: Arquivo pessoal Formada em Biomedicina, Tatiana Brito encontrou na universidade novas possibilidades profissionais e passou a integrar o corpo docente do curso
Formada em Biomedicina, Tatiana Brito encontrou na universidade novas possibilidades profissionais e passou a integrar o corpo docente do curso

Depois de formada, a relação com a universidade continuou. Tatiana atua no laboratório da Unoeste e dá aulas na pós-graduação em Saúde Estética da instituição. Paralelamente, trabalha com procedimentos em seu consultório, incluindo harmonização facial e corporal, tratamento de cicatrizes e manchas e reconstrução de aréolas.

Biomedicina encontra espaço na região

Na Baixada Santista, a rede de hospitais, clínicas, laboratórios e centros diagnósticos amplia as possibilidades para os profissionais da área. 

“Estamos inseridos em uma região populosa e que possui uma importante rede de serviços de saúde. Existem possibilidades principalmente nas áreas de Análises Clínicas, Diagnóstico Laboratorial, Imagenologia, Biomedicina Estética, Saúde Pública, Banco de Sangue e Biologia Molecular”.

A região também oferece oportunidades em Saúde Ambiental, Análises de Água e Alimentos e Vigilância em Saúde. “O mercado está se tornando cada vez mais diversificado”, salienta a professora.

Modalidade semipresencial

De acordo com a docente, o curso de Biomedicina da Unoeste apresenta excelente desempenho nos processos avaliativos do MEC, além de, no ensino a distância (EAD) alcançar resultados que o colocaram em posição de destaque nacional nas avaliações oficiais. 

“Isso nos dá muita segurança para dizer ao estudante, que existe um projeto pedagógico sólido por trás da modalidade”, conclui.

Para quem busca uma Faculdade de Biomedicina e precisa conciliar a graduação com outras responsabilidades, a modalidade semipresencial combina recursos digitais com momentos presenciais e experiências práticas. A proposta permite que o estudante desenvolva conhecimentos, sem abrir mão do que há de melhor em uma formação.

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Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

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