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Direito contempla diferentes trajetórias profissionais

Professor da Unoeste explica como a formação contribui para diferentes carreiras e dá dicas para quem pretende se preparar para concursos públicos


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Foto: Cedida Luis Henrique Ramos Alves, do curso de Direito da Unoeste, em foto institucional
Luis Henrique Alves explica como a formação pode contribuir para a carreira

Escolher o curso de Direito significa entrar em contato com diferentes áreas do conhecimento e, ao longo da graduação, construir uma base que pode ser direcionada para diversos caminhos profissionais. A formação jurídica pode levar à advocacia, mas também abrir possibilidades em carreiras públicas, no setor privado e em outras áreas relacionadas ao Direito.

Mais do que conhecer diferentes campos de atuação, o estudante desenvolve durante a graduação conhecimentos que podem acompanhar sua trajetória profissional. Para quem pretende seguir carreira pública, por exemplo, essa base também pode ser aproveitada na preparação para concursos públicos para Direito.

Segundo o professor do curso de Direito da Unoeste, Luis Henrique Ramos Alves, a graduação tem papel importante nesse processo. “Ela desempenha papel fundamental na preparação para essas provas, especialmente quando o estudante busca alinhar sua formação acadêmica às exigências dos diferentes concursos e das respectivas bancas examinadoras”, pontua.

E acrescenta: “Além de proporcionar o contato sistemático com os principais conteúdos jurídicos, a graduação contribui para a consolidação da doutrina básica que servirá de fundamento para a construção dos conceitos e conhecimentos necessários ao longo da preparação”.

Direito chega a Jaú com nova proposta de formação

Esse cenário ganha uma nova opção com a chegada do curso de Direito da Unoeste de Jaú. A formação presencial foi autorizada pelo Ministério da Educação (MEC) com conceito 5, nota máxima na avaliação. O bacharelado será oferecido no período noturno, com 100 vagas anuais e duração de cinco anos.

O curso contempla 3.905 horas distribuídas em 10 semestres, além de 200 horas de atividades complementares e 300 horas de estágio supervisionado. A estrutura também prevê integração entre teoria e prática e metodologias ativas ao longo da formação.

Entre os componentes curriculares estão conteúdos tradicionais da formação jurídica e disciplinas voltadas às transformações da profissão, como Direito Digital e Cibernético e Empreendedorismo e Inovação. O curso também conta com um Núcleo de Práticas Jurídicas (NPJ), com atividades reais e simuladas e práticas de negociação, mediação, conciliação e arbitragem.

A proposta contempla ainda competências como interpretação, argumentação, comunicação, análise crítica e resolução de conflitos, associadas à formação ética e humanística.

Da formação à atuação profissional

Ao longo da graduação, o estudante aprende o que o Direito estuda e inicia o contato com áreas distintas antes de escolher um caminho específico. As diferentes matérias da formação ajudam a construir uma base que pode ser direcionada posteriormente de acordo com os interesses profissionais de cada aluno.

A base construída durante a faculdade pode ser aproveitada de maneiras diferentes depois da graduação. Na advocacia, por exemplo, o profissional pode atuar em diferentes áreas jurídicas.

Para quem considera o serviço público, os conhecimentos adquiridos durante o curso podem servir como ponto de partida para uma preparação direcionada aos concursos. 

Alves explica que essa preparação pode ainda começar durante a faculdade. “O contato antecipado com as disciplinas e com o perfil das provas permite que o conhecimento adquirido no ambiente acadêmico seja de forma progressiva associado as exigências que a carreira solicita”, destaca.

Concursos públicos para Direito

De acordo com o docente, o curso oferece ao bacharel diferentes possibilidades de ingresso no serviço público. Entre as principais opções, estão concursos para Magistratura, Ministério Público, Defensoria Pública, Advocacia Pública, Delegado de Polícia, Cartórios, carreiras de Analista Jurídico e carreiras Fiscais.

A preparação, porém, precisa considerar as características de cada carreira e as exigências do respectivo edital. Isso significa que a formação geral adquirida durante a faculdade pode ser posteriormente complementada por estudos específicos.

Quais disciplinas merecem atenção

Ao analisar os editais dos principais concursos públicos da área jurídica, é possível identificar disciplinas que aparecem de forma recorrente e constituem o chamado ‘núcleo duro’ da preparação, comenta o professor Alves.

Entre elas estão Direito Constitucional, Direito Civil, Direito Processual Civil, Direito Penal, Direito Processual Penal, Direito Administrativo e Legislação Penal Especial.

“Essas disciplinas constituem uma base comum para diferentes carreiras e, por isso, assumem papel relevante na formação do estudante que pretende ingressar no serviço público por meio de concurso”.

A partir da carreira escolhida, outras disciplinas também podem fazer parte da preparação. Entre elas estão Direitos Difusos e Coletivos, Direito Empresarial, Direito Tributário, Direito do Trabalho, Direito Processual do Trabalho, Formação Humanística, Medicina Legal, Criminologia, Direito do Consumidor e Direito da Criança e do Adolescente.

“Dessa forma, embora exista uma base de conhecimentos compartilhada entre diferentes concursos, a preparação tende a exigir uma posterior especialização, considerando as particularidades da carreira e do edital pretendido”, sinaliza.

Quando começar a preparação para concursos

Não existe um único momento para iniciar uma preparação direcionada aos concursos públicos. De acordo com o docente, a definição depende da trajetória e do nível de evolução de cada estudante.

Embora seja possível começar desde os primeiros períodos da graduação, a estratégia e a intensidade dos estudos podem variar conforme o estágio de formação.

“A partir do terceiro período, entretanto, o estudante já tende a estar mais familiarizado com a estrutura do curso e com os principais conceitos jurídicos, o que pode representar um momento adequado para intensificar a consolidação da doutrina e estabelecer uma rotina de leitura da legislação”.

De acordo com o docente, em uma etapa posterior, aproximadamente a partir do sexto período, a preparação pode avançar para conteúdos complementares e de maior atualização.

Assim, a preparação pode acompanhar o amadurecimento do estudante e avançar gradualmente em complexidade.

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Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

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