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Alunas da Unoeste participam de Congresso de Neurologia

Participação no evento nacional destaca a iniciação científica, a pesquisa sobre Parkinson e a integração entre Medicina e Fisioterapia


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Foto: Cedida As alunas Danielle e Maria Alice no Congresso de Neurologia
As alunas Danielle e Maria Alice no Congresso de Neurologia

A produção científica desenvolvida durante a graduação ganhou espaço em um dos principais encontros da área no país. As estudantes Daniele Pelegrini Coral, do 9º termo, e Maria Alice Arruda Carvalho, do 10º termo, do curso de Medicina da Unoeste, campus de Presidente Prudente, apresentaram quatro trabalhos científicos no 32º Congresso Brasileiro de Neurologia, realizado de 7 a 10 de outubro, no Centro de Convenções Windsor Barra, no Rio de Janeiro.

Promovido pela Academia Brasileira de Neurologia (ABN), o evento, conhecido como Neuro 26, teve como tema “Neurologia do Futuro” e reuniu produções científicas relacionadas aos avanços e aos desafios da especialidade. A participação das acadêmicas da Unoeste evidencia como a iniciação científica pode aproximar os estudantes das pesquisas que contribuem para ampliar o conhecimento sobre doenças neurológicas e possibilidades de cuidado.

Orientadas pela professora doutora Aline Duarte Ferreira e coorientadas pela professora Natalia Zamberlan Ferreira, as estudantes integram uma equipe de pesquisa interdisciplinar que reúne alunos e profissionais das áreas de Medicina e Fisioterapia, em parceria com o Centro de Reabilitação Neurológica (CRN) Prudente.

Parte dos estudos desenvolvidos pelo grupo investiga a estimulação magnética transcraniana repetitiva (rTMS) e aspectos da reabilitação neurofuncional de pessoas com doença de Parkinson. Os trabalhos também abordam indicadores epidemiológicos relacionados à doença e às doenças cerebrovasculares no Brasil.

Quatro trabalhos, diferentes perspectivas sobre a saúde neurológica

As pesquisas apresentadas no Congresso Brasileiro de Neurologia contemplam desde a análise de dados epidemiológicos nacionais até a investigação de aspectos cognitivos e funcionais relacionados à marcha de pessoas com doença de Parkinson.

Confira os quatro trabalhos apresentados:

- Perfil epidemiológico das internações por doença de Parkinson no Brasil de 2015 a 2025. Maria Alice Arruda de Carvalho Souza; Daniele Pelegrini Coral; Camille Angélica Pereira da Silva; Ana Beatriz Figueiredo Cruz; Taynara Luz Salomão; Leticia Cordeiro Pereira dos Santos; Natália Zamberlan Ferreira; Marcelo Gervasoni Neto; Aline Duarte Ferreira.

- Associação entre domínios cognitivos do MoCA e mudanças imediatas nos parâmetros de marcha após rTMS na doença de Parkinson. Maria Alice Arruda de Carvalho Souza; Daniele Pelegrini Coral; Camille Angélica Pereira da Silva; Ana Beatriz Figueiredo Cruz; Taynara Luz Salomão; Leticia Cordeiro Pereira dos Santos; Natália Zamberlan Ferreira; Marcelo Gervasoni Neto; Aline Duarte Ferreira.

- Associação entre medo de cair e desempenho funcional da marcha em indivíduos com doença de Parkinson após estimulação magnética transcraniana. Daniele Pelegrini Coral; Maria Alice Arruda Carvalho; Maria Fernanda Medeiros Cara; Ian Carrara Juver; Karem Ayumi Santana Koga; Marcelo Gervasoni Neto; Manuela de Jesus Silva; Natália Zamberlan Ferreira; Aline Duarte Ferreira.

- Tendências temporais da mortalidade por doenças cerebrovasculares padronizada por idade no Brasil de 2014 a 2024 . Daniele Pelegrini Coral, Maria Alice Arruda Carvalho, Maria Fernanda Medeiros Cara, Ian Carrara Juver, Karem Ayumi Santana Koga, Marcelo Gervasoni Neto, Manuela de Jesus Silva, Natália Zamberlan Ferreira, Aline Duarte Ferreira

Medicina e Fisioterapia: conhecimentos que se complementam

Outro aspecto importante da experiência é a integração entre diferentes áreas da saúde. A colaboração entre estudantes e profissionais de Medicina e Fisioterapia favorece a troca de conhecimentos e permite analisar a doença de Parkinson sob diferentes perspectivas, considerando tanto os aspectos clínicos quanto os funcionais e relacionados à reabilitação.

Para a professora doutora Aline Duarte Ferreira estimular a participação dos estudantes em eventos científicos faz parte do processo de formação. “A participação no congresso aproxima as estudantes da comunidade de pesquisa e dá visibilidade a uma produção construída coletivamente, articulando orientação docente, iniciação científica e integração entre as profissões”.

Por fim, Dra. Aline comenta que as apresentações de trabalhos reforçam a presença da Unoeste em eventos científicos. “É uma valorização da pesquisa desenvolvida na graduação, contribuindo para a produção de conhecimento e para o cuidado em saúde”, destaca.

Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

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